terça-feira, 30 de abril de 2013

Marcos Schmidt retrata moradores do Edifício Copan



Artista plástico vai atrás dos tipos distintos de pessoas morando num mesmo lugar

O que a tatuagem diz sobre a personalidade de uma pessoa e o que morar no Edifício Copan pode revelar do caráter dos seus moradores? Foi pensando na junção dessas duas características que o artista plástico Marcos Schmidt idealizou a exposição “A pele que Habito”, em cartaz no Soul Tattoo Art e Café do dia 10 de Maio a 01 de Junho.

Residente do conjunto de prédios mais famoso de São Paulo e do Brasil, o Copan, Marcos observou por bastante tempo seus vizinhos – que são muitos - e imaginou a história peculiar que cada um teria para contar sobre como foi parar no Centro de São Paulo e de como suas tatuagens poderiam narrar esta história.

Na busca destes casos, ele concluiu que uma das coisas que o Niemayer projetou acabou por funcionar. “É realmente um prédio democrático, com a maior variedade de tipos distintos de pessoas morando num mesmo lugar”, conclui o artista. As obras que estarão na mostra “A pele que habito” são observações cuidadosas do artista que resultaram em um realismo estilizado, não necessariamente fotográfico, porém vivo e bastante expressivo. Influências de Francis Bacon, Lucian Freud e Giacometti são claramente observadas no óleo sobre tela e outras técnicas mistas.

Anônimos, figuras conhecidas por morarem lá há muitos anos e até o estilista Walério Araújo, que além de morar mantém uma loja na parte comercial do edifício, foram retratados.
    

Serviço

“A pele que Habito” por Marcos Schimdt
Data: 10 de maio a 01 de junho de 2013
Local: R.: Oscar Freire, 2203 – Jd. Paulista
Horário: de segunda a sexta - das 11h às 20h
Sábado – das 11h às 18h
Tel.: 11 3063-3435 e 3071-2316
Entrada: franca
Sites: www.soultattoo.com.br

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