segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Investigação Discovery estreia “Crimes que Ficaram na História”


Os seis episódios levam os  telespectadores de volta aos anos 50 e 60

As formas de matar mudam mas o assassinato dura para sempre. CRIMES QUE FICARAM NA HISTÓRIA (A CRIME TO REMEMBER) que estreia nesta quinta-feira, 6 de fevereiro, às 21h, no Investigação Discovery convida os espectadores a voltarem ao passado e desvendarem a complexidade de casos reais de assassinatos dos anos 50 e 60. A série traz histórias de mulheres e homens que viveram relacionamentos complicados nos quais os sonhos frustrados e as paixões reprimidas levaram a crimes hediondos.

Para ilustrar de forma adequada cada período, CRIMES QUE FICARAM NA HISTÓRIA permanece fiel à moda e aos estilos, ao mesmo tempo que destaca os tabus culturais e as normas sociais inseridas em cada caso. Cada história é conduzida pela narrativa de um espectador fictício que “conhecia” a vítima, enquanto os repórteres que cobriram o caso explicam o impacto do crime e da investigação na sociedade.

Mesmo que os assassinatos fossem os mesmos naquela época, o mundo era um tanto diferente. A tecnologia científica era limitada, os relacionamentos eram complicados e os assassinatos eram muitas vezes vistos como a melhor maneira de sair de um casamento. Naquela época, às vezes o mais importante era a aparência de alguém do que o que ela havia feito para determinar sua culpa. A série entrelaça estes efeitos culturais perfeitamente em cada história, revelando os desafios da realização de uma investigação de assassinato em uma era pré-forense e de intolerância.

Entre os casos retratados está um no qual a alta sociedade de Nova Iorque ficou chocada com o tiroteio misterioso de um de seus homens mais respeitáveis, o de uma mulher divorciada que confunde os detetives com seu comportamento abominável após o assassinato de seus filhos e moças que encontraram sua independência como garotas de programa em Manhattan e acabaram sendo vítimas de um assassino louco.

Confira a sinopse de cada um dos seis episódios:

Pergunte para Alice

Queens, Nova Iorque, 1965. Duas crianças são encontradas mortas e, com seus pais passando por um divórcio, a polícia fica convencida de que um deles é responsável pelo crime. Após o pai ser inocentado por um teste do detector de mentiras, o foco da polícia volta-se para Alice Crimmins – uma mulher de cabelos ruivos que já teve inúmeros amantes e que parece mais preocupada em retocar sua maquiagem do que em chorar pela morte de seus filhos. A polícia permanece nesse caso por vários anos, com uma obsessão incansável em relação à bela mulher divorciada. Com escassos indícios e um júri de doze homens casados, eles foram capazes de condenar Alice. Mas ela era realmente culpada? 

O assassinato das garotas de programa

Nova Iorque, NY, 1963. Quando Patricia Tolles, uma assistente editorial da Time-Life, retorna ao seu apartamento no Upper East Side, ela encontra sua casa revirada e coberta de sangue. Em um quarto são encontrados os corpos de suas colegas de quarto, a pesquisadora da Newsweek Janice Wylie e a professora Emily Hoffert. Os meios de comunicação apelidam o caso de “O assassinato das garotas de programa” e o medo se instala nos corações de milhares de jovens garotas que se mudaram para Nova Iorque para se juntar à força de trabalho e ganhar independência. A polícia de Nova Iorque fica sob uma pressão enorme para resolver o caso. Ao prenderem um suspeito, eles ficam tão ansiosos para condená-lo que ignoram um importante detalhe. Quatro anos se passam antes que novas provas sejam descobertas e o verdadeiro assassino é preso.

Juiz, júri, pena de morte

West Palm Beach, Flórida, 1955. O respeitado juiz Curtis Chillingworth e sua esposa se despedem dos amigos após um jantar e nunca são vistos novamente. A polícia revista a casa da família e encontra a iluminação da varanda quebrada, gotas de sangue em uma passagem até a praia e dois rolos de fita adesiva usados. Quatro anos se passam até que uma conversa ouvida em um bar dá as autoridades a oportunidade que estão procurando. Com uma operação secreta e um quarto de hotel em Miami sob escuta, eles desvendam uma assustadora história envolvendo corrupção, bebidas contrabandeadas, loteria cubana e finalmente descobrem o que realmente aconteceu com o casal Chillingworth.

Bomba-relógio

Denver, Colorado, 1955. Quando o voo 629 da United Airlines explode no ar, a nação que ainda experimentava a novidade das viagens aéreas lamenta-se por esta terrível tragédia. Em um mundo anterior à Agência de Segurança dos Transportes dos Estados Unidos e à caixa preta, é necessário um meticuloso trabalho do FBI e da polícia para vasculhar os destroços. Os investigadores descobrem uma elaborada trama de assassinato a partir de um relacionamento distorcido entre mãe/filho e o primeiro ato de sabotagem de um avião comercial nos EUA. Uma bomba bem posicionada e algumas apólices de seguro de vida mais tarde (compradas em uma máquina de distribuição automática do aeroporto) e o assassino conseguiu matar sua vítima, além de 43 viajantes inocentes.

Um novo tipo de monstro

Michigan, 1967-69. Várias jovens mulheres de várias universidades do sul do Michigan são assassinadas uma por uma. Estas alegres e animadas estudantes ficam intimidadas com um homem apelidado de “O assassino de estudantes”. Seis mulheres morrem antes que um policial novato consiga se infiltrar na sociedade fechada das fraternidades estudantis e extirpar um dos primeiros assassinos em série conhecidos do país.

Quem matou o Sr. Woodward?

Nova Iorque, NY, 1955. Ann e Billy Woodward são os queridinhos da sociedade nova-iorquina, até uma noite cheia de bebidas em um jantar para a Duquesa de Windsor, que termina com Billy deitado em uma poça de sangue na mansão da família Woodward. Ann admite ter puxado o gatilho, mas jura que foi um acidente. Mas quando os investigadores pesquisam mais a fundo, seu passado da classe trabalhadora é revelado e as ondas de protesto da sociedade nova-iorquina cerram fileiras, levando a consequências fatais para Ann.

CRIMES QUE FICARAM NA HISTÓRIA foi produzido para o Investigação Discovery pela XCON Productions. Christine Connor é a produtora executiva da XCON. Thomas Cutler é o produtor executivo e Sara Kozak é a vice-presidente sênior de produção do Investigação Discovery. Henry Schleiff é o presidente do Investigação Discovery, Destination America e Military Channel.

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