7 de novembro de 2011

MAX VIANA Dia: 19 de novembro de 2011, sábado, 22h00



Filho de Djavan, cantor apresenta Um quadro de nós dois, seu terceiro CD
Dia: 19 de novembro de 2011, sábado, 22h00

 “Um momento de maturidade de minha carreira, que representa um passo adiante na composição, nos arranjos e na interpretação.” É assim que Max Viana define Um quadro de nós dois, seu terceiro CD que acaba de ser lançado pela Biscoito Fino e será apresentado no Tom Jaz no dia 19 de novembro.

São onze canções que giram em torno de um mesmo tema: o amor. “Tenho uma facilidade maior para falar de amor quando estou compondo. É um tema recorrente, que flui com naturalidade. Todo mundo se identifica com ele, seja uma história de final feliz ou final triste”, afirma Max, que tem como maior parceiro neste álbum Dudu Falcão (“Um quadro de nós dois”, “O que é que você quer de mim” e “O samba que eu guardei”). “Somos parceiros desde 2002. Volta e meia nos reunimos para compor, mesmo que não haja nenhum projeto em vista”, conta.

É claro que a parceria com Arlindo Cruz em “É hora de fazer verão”, que conta com a participação especialíssima de Alcione em dueto com Max traz o samba para o meio da roda. “O samba representa o que há de mais genuíno na música brasileira”. Uma história curiosa sobre a parceria com Arlindo é que Max enviou a música com alguns trechos de letra já esboçados. O sambista carioca respondeu perguntando se podia contar uma história pessoal. “Imaginei, então, que ele fosse mudar tudo, mas ao final o que eu escrevi coube perfeitamente na história que o Arlindo queria contar”. Apenas conhecendo Alcione socialmente, decidiu convidá-la para gravar. “Mostrei a música, ela adorou, e cantou muito bem como sempre!”.

Para os amantes do espanhol, há uma faixa muito especial, “Vidas paralelas”, parceria com o compositor uruguaio Rodrigo Vicente. “Nós nos conhecemos em uma destas excursões que fiz quando tocava com meu pai, e já produzimos várias canções”. Para Max, o idioma é bastante atraente, não só pela qualidade da música (ele cita Alejandro Sanz, Buika e Camarón de la Isla entre os artistas que costuma ouvir), como também pelo carinho das plateias durante as turnês pela América Latina.

A única música que não foi composta por Max para este CD é “O melhor vai começar”, de Guilherme Arantes, que traz muitas lembranças saborosas e uma comparação curiosa. “É uma música que tem uma aura de felicidade muito intensa, que me leva à adolescência, à rodinha de amigos com violão. É meu momento de intimidade com o meu instrumento, quando componho, toco músicas dos outros, penso em arranjos. Para mim, o melhor amigo do homem não é o cachorro, mas o violão.”

TOM JAZZ
Avenida Angélica nº 2331 – Higienópolis
Telefone: (11) 3255-0084
www.tomjazz.com.br
Dia: 19 de novembro de 2011
Couvert Artístico: R$  40,00 
Horários de show: 22h00
Capacidade: 200 pessoas sentadas
Censura: 18 anos
Duração: Aproximadamente 1h30
Abertura da casa: 2h antes do espetáculo
Formas de pagamento: Dinheiro / Cheque / Todos os Cartões (Débito e Crédito)
Estacionamento com manobrista: R$ 15,00
Ar condicionado
Acesso para portadores de necessidades especiais

BRENA LAGES Dias: 16 e 17 de novembro de 2011, quarta e quinta, 22h00



BRENA LAGES
Lançamento do CD de estréia da cantora, Sempre Se Pode Sonhar

Participações especiais de Bocato: trombone, Lino Simão: saxofone e Marcelo Lima: violão/percussão
Dias: 16  e 17 de novembro de 2011, quarta e quinta, 22h00

A cantora carioca Brena Lages lança seu primeiro Cd no Tom Jazz, Sempre se pode sonhar, em duas apresentações nos dias 16 e 17 de novembro. E o faz muito bem acompanhada dos músicos: Guilherme Ribeiro: piano/teclados, Serginho Machado: bateria e Luisão Cavalcante: baixo. Isso sem falar nas participações especiais de Bocato (trombone), Lino Simão (saxofone) e Marcelo Lima (violão, percussão).
No repertório, destaques para “Seu Olhar” (Seu Jorge), “Bom Dia”, “Catingueira”, “Dança de Quintal”, “Sol Dourado”– (Lé/Baiano), “Paulista” – (Eduardo Gudin/J.C. Costa Netto) e “Deixa” – (Badem Powell/Vinicius de Moraes).

Brena Lages por ela mesma:

A música esteve sempre presente em minha casa e minha vida: “O Lé, meu pai, é um grande poeta e músico amador. Toca baixo elétrico e um pouco de violão. Ele foi minha grande influência. Ainda no Rio de Janeiro, onde nasci, fui apresentada, pelos vinis do meu pai, a muitos gêneros da música desde o rock, o blues, o jazz, a MPB e a bossa nova, até mesmo aos grandes nomes da música erudita. Fora isso, era comum presenciar momentos em que ele compunha ou simplesmente tocava com os amigos. Nessa época, comecei a dançar ballet, que fez parte de dez anos da minha vida.

Na adolescência, já em São Paulo, tive algumas bandinhas de escola em que tocava teclado ou cantava sem maiores pretensões.

A decisão de fazer da música meu meio de vida veio aos dezenove anos, quando descobri a escola de música Groove, voltada para o Jazz, que cursei por sete anos estudando piano.

Paralelo à escola, frequentei a Faculdade Santa Marcelina onde me formei em Licenciatura em Música.
E continuo estudando. Faço preparação vocal com o Juvenal Moura, aulas de violão com Pedro Simão, e estudo piano com o Flávio Ianuzzi.

Faz três anos que comecei a cantar na noite paulistana e minha maior conquista foi ter gravado este disco, que conta com oito composições, do meu pai e do Baiano, outra forte influência”, conta.

Ficha técnica

Brena Lages: Vocais
Pedro Simão: Direção Musical/violões/guitarras
Guilherme Ribeiro: Piano/Teclados.
Serginho Machado: Bateria
Luisão Cavalcante: Baixo

Dias: 16 e 17 de novembro de 2011

TOM JAZZ
Avenida Angélica nº 2331 – Higienópolis
Telefone: (11) 3255-0084
www.tomjazz.com.br
Couvert Artístico: R$ 30,00

Horários de show: 20h00

Capacidade: 200 pessoas sentadas

Censura: 18 anos

Duração: Aproximadamente 1h30

Abertura da casa: 2h antes do espetáculo

Formas de pagamento: Dinheiro / Cheque / Todos os Cartões (Débito e Crédito)

Estacionamento com manobrista: R$ 15,00

Ar condicionado

Acesso para portadores de necessidades especiais

TETÊ ESPÍNDOLA Para ouvidos afinados, curiosos e, acima de tudo, sensíveis. Tetê Espíndola comemora 33 anos de carreira em show comemorativo Dia: 11 de novembro de 2011, sexta-feira, 22h00



Tetê Espíndola, por Carlos Navas

Pioneira do regionalismo nos grandes centros, a sul matogrossense Tetê Espíndola chegou a São Paulo no final dos anos 70. Com três dos seus sete irmãos (Geraldo, Celito e Alzira), lançou o LP “Tetê e o Lírio Selvagem” em 78, pela Polygram, iniciando aí um caminho discográfico marcado pela inquietude, ousadia e experimentalismo.

Dois anos depois (1980), foi a vez de “Piraretã”, seu primeiro álbum solo. Nele, a estreia de Almir Sater em estúdio e a primeira composição gravada de Arrigo Barnabé, “Tamarana”, parceria com seu irmão, Paulo. “Vida Cigana”, de Geraldo Espíndola, se tornou um carro chefe, presença constante em seus espetáculos, mas do repertório do disco também faziam parte as releituras (sempre personalíssimas) de “O Cio da Terra” e “Refazenda”.

O encontro com Arrigo, fundamental para ambos, foi sacramentado na valsa “Londrina”, apresentada no MPB Shell 81, uma das primeiras aparições televisivas da chamada “Vanguarda Paulista” em rede nacional, e lançada em compacto simples. Em 1982, o LP “Pássaros na Garganta” (Som da Gente), tornou-se um marco em sua carreira e nesta música contemporânea e diferenciada. Batizado com o comentário do poeta Augusto de Campos, que se fascinara com a voz de Tetê, o álbum completa 30 anos e terá um relançamento em CD em 2012. Dele, destacam-se “Ibiporã” (de Arrigo) e “Sertaneja”, valsa lançada por Orlando Silva que Tetê tomou para si numa interpretação muito elogiada.

O contato com a popularidade e grande vendagem/execução aconteceu em 1985, quando venceu o “Festival dos Festivais”, promovido pela Rede Globo, com “Escrito nas Estrelas”, de Arnaldo Black e Carlos Rennó, lançada em Disco Mix, cujo lado B remetia, mais uma vez, à memória musical, através do clássico “Linda Flor” (Ai Ioiô).

No ano seguinte, o LP “Gaiola” trouxe um inspirado dueto com Ney Matogrosso na aliterante “Na Chapada”, dela e Carlos Rennó. “Pô, Amar é Importante”, de Hermelino Neder, foi também hit radiofônico e trilha do longa metragem “Cidade Oculta”, gravada com Arrigo. O cinema é capitulo especial em sua caminhada. Já em 1987, ela contracenara na telona com a principal personagem de Mauricio de Souza, em “Monica e a Sereia do Rio”, que trazia criações suas e de Arnaldo Black, entre as quais , “Coração Doidinho”. A pesquisa sobre os sons dos pássaros da Amazônia e do Pantanal, premiada pela Fundação Vitae, resultou no disco independente “Ouvir” (1991), e a levou a vários cantos do Brasil com suas canções instrumentais vocais, sem letra. O blues “Tinguaçu” era marco destes espetáculos, com uma interatividade entre pássaro e platéia que só Tetê sabia promover. Baladas como “Ajoelha e Reza” e “Nossos Momentos”, da lavra de Black/Rennó foram gravadas no CD “Só Tetê” (Cameratti/1994), com direção musical de.....Arrigo Barnabé.

“Canção do Amor”, “Anahí” (delicado álbum dividido com Alzira E repleto de canções da fronteira), “Voz, Voix, Voice” e “Zen Cinema” são discos marcantes, consumidos por um público atento e fiel e o coletivo “Espíndola Canta” reuniu gerações distintas deste clã musical em “Poema da Lesma”, de Tetê e Manoel de Barros. “Evaporar” (2007), trabalho acústico gravado ao vivo em sua Campo Grande natal, incluía apenas composições próprias, como “Amor de Graça” e retoma o fio da meada, onde tudo começou.

É esta trajetória fonográfica que soma 33 anos da melhor estranheza, inconformismo e dessemelhança, que a artista reúne num show comemorativo, ao lado de Adriano Magoo (piano/sanfona). Para ouvidos afinados, curiosos e, acima de tudo, sensíveis.


TETÊ ESPÍNDOLA

TOM JAZZ
Avenida Angélica nº 2331 – Higienópolis
Telefone: (11) 3255-0084
www.tomjazz.com.br
Dia: 11 de novembro de 2011
Couvert Artístico: R$ 40,00 
Horários de show: 22h00
Capacidade: 200 pessoas sentadas
Censura: 18 anos
Duração: Aproximadamente 1h30
Abertura da casa: 2h antes do espetáculo
Formas de pagamento: Dinheiro / Cheque / Todos os Cartões (Débito e Crédito)
Estacionamento com manobrista: R$ 15,00
Ar condicionado
Acesso para portadores de necessidades especiais

MARIA EUGÊNIA SHOW: ALMA BRASILEIRA Dia: 10 de novembro de 2011, quinta-feira, 22h00



Maria Eugênia é daquelas belas e gratas surpresas, com as quais raramente temos o prazer de nos deparar. Dona de voz doce, jeito tranqüilo e olhar encantador, intérprete de voz suave e segura, Maria Eugênia iniciou sua carreira cantando na noite goiana e lançou seu primeiro disco-solo, Maria Eugênia, em 1992.

De lá pra cá, a “voz de Goiás”, como é chamada pelo diretor da novela global, Marcos Schechtman, já fez diversos shows no Brasil, Portugal, Espanha, Alemanha e Áustria. Como integrante do grupo Solo Brasil, apresentou-se em mais de 20 países, além de ter recebido o título de Oficial da Ordem do Rio Branco, concedido pelo Itamaraty pelos serviços prestados ao Brasil no exterior.

Maria Eugênia vive um grande momento em sua carreira. É a voz que canta Companheiro, música que foi tema de abertura da novela Araguaia, e gravou recentemente o programa Som Brasil com músicas de Chico Buarque, ambos exibidos pela Rede Globo. Além disso, acaba de gravar seu segundo DVD, Coisa Musical, e está lançando o nono CD solo, Viver e Sorrir.

Apesar de ter somente estourado nacionalmente com a canção-tema da novela Araguaia, a cantora já percorreu uma longa jornada em sua carreira: está há 20 anos na estrada. São nove CDs solo na bagagem, outros quatro gravados com parceiros e dois DVDs.

A cantora é reconhecida por sua profunda ligação com sua terra natal e a diversidade musical brasileira é algo que sempre esteve presente em seu trabalho. Passeia com maestria por estilos que vão dos sambas de Noel Rosa e Paulinho da Viola à bossa nova de Jobim e Vinícius, além de clássicos que perpassam o sertanejo, o baião e a MPB.

“Não sei definir meu estilo. Para mim tem música boa e música que não é tão boa, mas também acho que isso é bem relativo. Eu canto muito melhor com um texto que eu gosto e que me convence. Apesar de ser musicista, eu parto muito do que eu tenho a dizer, pois meu instrumento é a palavra”. Quanto às suas referências, ela acrescenta: “tenho a sorte de admirar grandes amigos, como Altay Veloso, João Caetano e Juraíldes da Cruz. Eu queria cantar todas as músicas de Chico Buarque, adoro ver no palco Ney Matogrosso e Maria Betânia. É incrível como a voz é um instrumento maravilhoso e como há tantos timbres de qualidades diferentes”.

A artista agora planeja alçar voos mais altos, e acredita que é possível dar maior capilaridade ao seu trabalho. “É impressionante a visibilidade de uma abertura da novela da Globo, mas é óbvio também que eu tenho que saber aproveitar ao máximo a oportunidade. Estou trabalhando muito, sei que há muita gente boa em busca de espaço”, diz. “Fundamental na minha opinião para o artista, é estar sempre atento para o novo. No dia em que eu me sentir “pronta” eu estarei morta. Preciso sempre estar entusiasmada com algum projeto e disposta a melhorar. Só me preocupo em fazer melhor do que eu mesma já fiz”.

Mais sobre Maria Eugenia
Maria Eugênia se formou em música e estudou piano, mas a participação em um concurso de canto, para desafiar a timidez, foi o que a impulsionou a seguir carreira como cantora. No começo, interpretava canções de conhecidos letristas e logo vieram as músicas compostas especialmente para ela.
A qualidade de sua interpretação é um capítulo à parte, tendo sido este o motivo dos diversos convites que recebeu para interpretar obras de grandes nomes da nossa música.
O trocadilho “o que os olhos vêem o coração sente” explica a experiência única de, mais que ouvir, assistir Maria Eugênia, vendo sua voz vestir as músicas que encarna.

TOM JAZZ

Avenida Angélica nº 2331 – Higienópolis
Telefone: (11) 3255-0084
www.tomjazz.com.br
Dia: 10 de novembro de 2011
Couvert Artístico: R$ 70,00
Horários de show: 22h00
Capacidade: 200 pessoas sentadas
Censura: 18 anos
Duração: Aproximadamente 1h30
Abertura da casa: 2h antes do espetáculo
Formas de pagamento: Dinheiro / Cheque / Todos os Cartões (Débito e Crédito)
Estacionamento com manobrista: R$ 15,00
Ar condicionado
Acesso para portadores de necessidades especiais

PHONOGRAMA No show: CONECTATIS CONECTANDIS Dia: 09 de novembro de 2011, quarta-feira, 21h00



O Tom Jazz apresenta no próximo dia 09 de novembro, 21h30, a banda PHONOGRAMA com o show CONECTATIS CONECTANDIS, que significa conectando o que tem que ser conectado. A idéia principal do show é provocar o público ouvinte com um repertório de músicas conhecidas, tocadas com arranjos especiais e com espaços para improvisos. Assim, plateia e músicos vão poder se conectar através da mágica da música instrumental.

Isso é CONECTATIS CONECTANDIS, uma idéia simples e poderosa que vai proporcionar sensações extraordinárias para todos os níveis de ouvintes de “jazz”. As músicas vão de standards, como My funny Valentine, passando por Carinhoso e Aquarius e aterrissando nos surpreendentes arranjos de Clube da Esquina II e  As Curvas da estrada de Santos.

A direção musical é do baixista Airton Fernandes. Nos teclados estão Beto Bertrami e Marcio Roldan. A batera fica por conta de Lael Medina. Caio Mario é o idealizador do Phonograma e toca saxofone. Sem pretensões intelectuais, mas com muita energia, o Phonograma é música de primeira qualidade com diversão garantida.

Mais do Phonograma

O Phonograma é uma idéia musical. O repertório é todo construído a partir de músicas conhecidas, tocadas com arranjos criativos e com espaço para improvisos. Assim, o Phonograma dá uma nova cor ao que convencionamos chamar de “jazz” e envolve a plateia durante as apresentações, acabando com o efeito hermético que a música instrumental costuma criar

Caio Mario (saxofone)

Caio é um músico intuitivo, que formou sua técnica através dos anos sem nunca ter realmente se tornado 100% profissional. Começou a tocar clarinete aos 12 anos e mais tarde migrou para o saxofone, tocando em diversos grupos experimentais na década de 80 como o Zoreya e o Bicho na Broa. Aos 28, Caio foi estudar música e engenharia de som na Berklee School of Music em Boston. A partir daí sempre ficou ligado à música através de vários estúdios, criando e gravando mais de 50 jingles no Brasil e nos USA. Em 1999 Caio começou a trabalhar com Internet, se apaixonou, e hoje é empreendedor nessa fascinante área. É o idealizador do Phonograma, mas sabe que só conseguiu realizar a ideia porque encontrou os músicos perfeitos para dar vida ao som que desejava.

Airton Fernandes (baixo)

Músico profissional desde 1980, iniciou sua carreira como violonista popular. Posteriormente estudou contrabaixo acústico e elétrico com os professores Gerson Frutuoso (Erudito- Fundação das Artes de São Caetano do Sul), Luís Chaves (Popular- CLAM) e Tibô Delor (orquestra de contrabaixos  da França).

Atuou ao lado de vários nomes da música popular.  Podemos citar, entre estes, Bocato , Raul de Souza, Hector Costita , Big Band Brazuca e João Cristal,   Danyela Gato , Aquilo Del Nisso, Roberto Sion, Izzy Gordon, Tony Gordon, Zé Rodrix , Lelo Izar, Nelson Aires, Beto Bertrami, Giba Estebez , Jose Roberto Bertrami ( Azymuth), Valmir Gil, Nailor Proveta e outros.

No fim de 2004 , durante uma turnê na Tailândia com Danyela Gato, onde permaneceu até março de 2005, integrou a International Bangkok Big Band, durante sua estada naquele país e atuou com esta orquestra  no famoso show Jazz For Life para ajudar as vítimas do Tsunami, que ocorreu em 2004.

É Diretor musical dos CDs do Projeto Música no Aeroporto, que acontece nas maiores capitais do Brasil, contando com a participação de artistas de cada região.

Marcio Roldan (piano e teclados)

Pianista, produtor e arranjador, Marcio atua em shows, gravações de discos e de trilhas para publicidade.

Nascido em São Paulo no ano de 1978, aos 8 anos deu início ao estudo musical e aos 18 ao estudo de piano popular com Wilson Cúria. Formou-se pela Faculdade Santa Marcelina, onde estudou piano com Marion Rebouças, Fábio Torres e Sílvia Goes. Já trabalhou com nomes como Wanessa Camargo, Bruna Caram, Graça Cunha, Verônica Ferriani, Mafalda Minozzi, Sindikato do Groove, entre outros.

Atualmente trabalha com a banda Gafieira São Paulo (Vencedora do prêmio Vale 2011 como melhor grupo / álbum de samba) e já se apresentou com participações de vários artistas, como Zé Renato, Vicente Barreto, Giana Viscardi, Tatiana Parra, Roberta Sá, Tereza Cristina, Celso Viáfora e Edu Krieger. Também trabalha com Pedro La Colina e Sexteto Canãveral, Banda Oficina Latina, acompanha a cantora Juliana Aquino além de trabalhos de música instrumental de MPB, Jazz e Latin Jazz.

Beto Bertrami (piano e teclados)

Pianista, professor, arranjador, compositor e produtor musical. Bertrami apresenta-se com o repertório de sua autoria e músicas que trazem o estilo bossa jazz e seu contundente teclado, instrumento que toca desde os oito anos de idade. Tem três discos gravados, “Concepção”, “Cadê o som que estava aqui” e “Maracujá”, além de assinar dezenas de produções e discos.

Bertrami já tocou com Frank Gambale, Mike Shapiro, Leila Pinheiro, Jair Rodrigues, Max de Castro, Dominguinhos, Toninho Ferragutti, Fortuna e Edson Montenegro, Miltinho, Nora Ney, Claudya, entre outros.

Na década de 80 e 90 escreveu arranjos para big-bands e fez um livro didático para piano, harmonia e improvisação. É filho do consagrado baixista Cláudio Bertrami, líder do grupo Medusa, e que tocou com Fafá de Belém; Toquinho; Chico Buarque; Maria Bethânia; Sara Vaughan, Duke Ellington e Joe Pass, Astor Piazola...

Beto também tem um trabalho de pesquisas na área de história da Música Popular Brasileira e realiza workshops contando histórias da música brasileira no século desde o inicio do samba até os dias de hoje.

Atualmente, além de endorser da Yamaha, também leciona piano, harmonia, arranjo e improvisação, além de atuar como produtor musical. Beto Bertrami trabalha  ainda com algumas das cantoras convidadas para esse show como: Jane Moraes, Rosa Estevez, Juliana Kehl, Anabel Bian, Ana Gilli, Paula Gelly e Fafá de Belém.

Lael Medina (bateria)

Baterista desde 1986 e músico profissional e professor de bateria desde 1990. Atuou em inúmeros shows/gravações com Juca Novaes e Edu Santana, Lucila Novaes, Izzy Gordon, Graça Cunha, Bibba Chuqui, Rosa Estevez, Cristina Oliveira, Maria Alcina, Wanessa Camargo, Ana Cañas, Vanessa Falabella Quartet, Giana Viscardi Quintet( Gstaad, Suíça - 2002 ), grupo Pop feminino Rouge (Tour Brasil/Uruguai/África - 2002 a 2004 ), Ruthe London e Grupo( 1o. Festival de Jazz de Porto Príncipe, Haiti - 2007 ).

Participou de performances ao lado de grandes expoentes da música instrumental brasileira, como Arismar do Espírito Santo, Jorge Helder, Rogério Botter-Maio, Itamar Collaço, Hélio Delmiro, João Donato, Roberto Menescal, Léa Freire, Amilton Godóy, Filó Machado, Bocato, Josué dos Santos, etc.Na área didática, foi colunista das revistas Drummer do Brasil (1997) e Batera & Percussão(2004/2007).

Atualmente ministra aulas e workshops, atua como baterista dos shows da cantora Márcia Salomon e do ator/intérprete Daniel Boaventura, além de integrar os grupos instrumentais Beto Bertrami Trio, Jazzuca Trio, Quarteto Jobim e Projeto Pianistas Paulistas.

Recentemente, em 2010, comemorou 20 anos de carreira com os lançamentos de seu 1o. CD solo instrumental "Mundo Brasileiro" e seu método "Curso Prático de Bateria em livro e DVD". É patrocinado por pratos Bosphorus(www.bosphorus.com.br) e peles RMV.

PHONOGRAMA

Dia: 09 de novembro de 2011

TOM JAZZ
Avenida Angélica nº 2331 – Higienópolis
Telefone: (11) 3255-0084
www.tomjazz.com.br
Couvert Artístico: R$ 30,00

Horário do show: 21h00

Capacidade: 200 pessoas sentadas

Censura: 18 anos

Duração: Aproximadamente 1h30

Abertura da casa: 2h antes do espetáculo

Formas de pagamento: Dinheiro / Cheque / Todos os Cartões (Débito e Crédito)

Estacionamento com manobrista: R$ 15,00

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Lançamento do CD “Preciso cantar” Dia: 07 de novembro de 2011, segunda-feira, 21h00



“Preciso cantar” é o nome do CD de Ciça Bueno, cantora e compositora que percorre vários ritmos da música popular – samba, samba-canção, funk, reggae, xote, balada e bossa nova, com músicas próprias e de outros autores brasileiros, como Caetano Veloso e Chico Buarque.

Acompanhada de Marcelo Maita Daniel Oliva, Nadinho Feliciano, Ronny Machado e Enrique Menezes, Ciça mostra o resultado de 25 anos de trabalho lapidados, compilados em músicas que são sua expressão.

Ciça Bueno por ela mesma:

“Vocação é uma coisa importante. Sem descobri-la, passamos uma vida inóspita, insípida, incolor, em vão... Quando a encontramos, o coração bate forte, como numa paixão. Já dizia Josephine Baker: “É isso que chamamos de vocação, o que a gente faz com alegria como se tivesse fogo no coração e diabo no corpo?”

É isso aí!

Desde cedo, eu tocava violão e queria cantar. Meu pai insistiu que aprendesse piano e ele tinha razão: devia ter continuado. Mas eu quis o violão e acabei largando o piano. Comecei aprendendo por música. Depois, cursei a Fundação das Artes de São Caetano por anos e tive aulas com o grande mestre Edgar Poças, que me ensinou muita MPB, harmonia e bossa nova. Fiz alguns anos de Musica na ECA, passei outros tantos na publicidade e acabei virando astróloga. Mas sempre quis cantar.

Esse CD é fruto dessa cisma e da minha força de vontade, aliadas ao incentivo dos amigos, entre eles o Filipe Bueno, meu sobrinho de sangue e filho de coração, maior parceiro nesta jornada. Sempre compus, desde menina, mas não achava que as músicas eram especiais. Bobagem minha. Quando a gente é jovem, é inseguro e permite que a crítica alheia nos atrase a vida. Aos poucos, as composições foram se acumulando e de tantas, algumas se destacaram.

Há uma dúzia de anos, pedi ao Cau Pimentel, amigo de muitos saraus e carnavais, que me ajudasse a selecionar as melhores para registrar num estúdio. Naquelas alturas, consegui registrar a metade. Recentemente voltei ao estúdio com o Filipe e revisitamos as já gravadas. Regravamos algumas, suprimimos outras tantas, gravamos as que faltavam. O resultado é esse CD. Porque eu preciso cantar.

CIÇA BUENO

Dia: 07 de novembro de 2011

TOM JAZZ
Avenida Angélica nº 2331 – Higienópolis
Telefone: (11) 3255-0084
www.tomjazz.com.br
Couvert Artístico: R$ 30,00

Horário do show: 21h00

Capacidade: 200 pessoas sentadas

Censura: 18 anos

Duração: Aproximadamente 1h30

Abertura da casa: 2h antes do espetáculo

Formas de pagamento: Dinheiro / Cheque / Todos os Cartões (Débito e Crédito)

Estacionamento com manobrista: R$ 15,00

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CONFIRA O PÔSTER FINAL DE HAPPY FEET 2: O PINGUIM



Animação estreia nos cinemas brasileiros em 25 de novembro

A Warner Bros. Pictures divulga o pôster final de Happy Feet 2: O Pinguim, longa que rendeu a George Miller, criador original de “Happy Feet: O Pinguim”, o Oscar® de melhor animação. Com os dizeres “Cada passinho conta”, a arte também traz os nomes de Daniel de Oliveira e Sidney Magal, brasileiros que dão vozes aos pinguins Mano e Amoroso no filme, respectivamente.

Happy Feet 2: O Pinguim será distribuído pela Warner Bros. Pictures, em associação com a Village Roadshow Pictures. O filme será lançado em 3D, 2D e IMAX, onde disponível, a partir de 25 de novembro de 2011.

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