7 de novembro de 2011

PROJETO SONS DA NOVA apresenta LUIZA POSSI Dias: 25 e 26 de novembro de 2011, sexta e sábado, 22h00



PROJETO SONS DA NOVA apresenta LUIZA POSSI

No show: SEGUIR CANTANDO 

Dias: 25  e 26  de novembro de 2011, sexta e sábado, 22h00

Promovido pela rádio Nova Brasil FM, o Projeto Sons da Nova traz Luiza Possi ao palco do Tom Jazz, nos dias 25 e 26 de novembro. O show faz parte da turnê de seu mais recente CD e DVD, “Seguir Cantando”.

“É um passo muito importante e grande na minha vida, é um momento de mudanças, de ir de encontro com quem eu sou”, explica Luiza.

O repertório foi escolhido a dedo por ela. Entre as músicas que serão apresentadas no palco do Tom Jazz, estão: “Abençoador” (Paulo Novaes), “Ainda é Tudo Seu” (Luiza Possi e Dudu Falcão), “O Portão” (Roberto Carlos) e “Maneiras” (de Chico da Silva, famosa nos vocais de Zeca Pagodinho), “Desculpe o Auê” (Rita Lee) e “Folhetim” (Chico Buarque), já cantada por Luiza nas últimas turnês. As músicas que consagraram a carreira de Luiza também comparecerão, como “Eu Espero”, “Tudo Certo” e “Tudo que Há de Bom”.

Nos dois dias do Projeto ‘Sons da Nova’, Luiza vem acompanhada de sua banda, formada pelos músicos Bruno Coppini (baixo), Ramon Montagner (bateria), Will Bone (metais) e Conrado Goys (guitarra e violão). A direção musical é de Conrado Goys e Luiza Possi.

SERVIÇOS

SONS DA NOVA COM LUIZA POSSI

Local| Tom Jazz

Data| 25 e 26 de Novembro

Horário| 22h

Couvert Artístico| R$ 120

Telefone| 11 3255-0084

Capacidade| 200 pessoas sentadas

Censura| 18 anos

Duração| Aproximadamente 1h30

Abertura da casa| 2h antes do espetáculo

Formas de pagamento| Dinheiro / Cheque / Todos os cartões (débito e crédito)

Estacionamento com manobrista| R$ 15

Ar condicionado

Acesso para portadores de necessidades especiais

CARLINHOS VERGUEIRO interpreta NELSON CAVAQUINHO Dia: 22 de novembro de 2011, terça-feira, 22h00



PARA SEMPRE. COMO OS DIAMANTES.

CARLINHOS VERGUEIRO interpreta NELSON CAVAQUINHO

Dia: 22 de novembro de 2011, terça-feira, 22h00

Ao contrário do que indicam vários de seus documentos, Nelson Cavaquinho não estreou no mundo em 1910, e sim um ano depois. Entrevistado no programa MPB Especial, da TV Cultura, em 1973, ele foi categórico: “Nasci em 28 de outubro de 1911 e meu pai aumentou minha idade em um ano para eu entrar na Polícia Militar”. Portanto, 2011 é o ano certo para comemorarmos o centenário deste nome sagrado na história da música popular brasileira.

Um ponto alto das homenagens que lhe prestam agora é, sem dúvida, o CD concebido e interpretado pelo compositor Carlinhos Vergueiro, seu companheiro de arte e de memoráveis andanças pelas noites brasileiras, acompanhado nesta reverência por gente do calibre de Chico Buarque, Wilson das Neves, Cristina Buarque e Marcelinho Moreira. Além dos inspirados arranjadores Afonso e Tiago Machado, que escreveram para músicos de primeira linha.

Neste show de lançamento do CD, que tem o patrocínio dos Correios, Carlinhos lembrará, com saudade, a figura humana do homenageado, cantando Quando eu me chamar saudade e Folhas secas, de Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito, Deus não me esqueceu, de Nelson Cavaquinho, Armando Bispo e Sidney Silva, entre outras.

Acompanhado pelos músicos: Italo Peron (violão e arranjos), Adriano Busko (bateria e percussão), Pratinha (flautas), Ildo (cavaquinho) e Fabio Peron( bandolim), Carlinhos faz um passeio pelas criações de Nelson Cavaquinho,  que como os diamantes no célebre slogan (A diamond is forever), lançado pela De Beers nos Estados Unidos, em 1948, e que até hoje corre mundo, tem a marca da perenidade. Transcende todas as modas e costumes.


TOM JAZZ

Data: 22/11

Horário do show: 22h

Avenida Angélica nº 2331 – Higienópolis

Telefone: (11) 3255-0084

www.tomjazz.com.br

Couvert artístico:R$35,00

Capacidade: 200 pessoas sentadas

Censura: 18 anos

Duração: Aproximadamente 1h30

Abertura da casa: 2h antes do espetáculo

Formas de pagamento: Dinheiro /  Todos os Cartões (Débito e Crédito)

Estacionamento com manobrista: R$ 15,00

Ar condicionado

Acesso para portadores de necessidades especiais

PEDRO ALTÉRIO & BRUNO PIAZZA CONVIDAM FELIXBRAVO Dia: 20 de novembro de 2011, domingo, 21h00



Projeto de voz, violão e piano traz referências da música erudita para dentro do universo da canção popular com intercessão entre os duos paulista e curitibano

Dia: 20 de novembro de 2011, domingo, 21h00
  
Um espetáculo jovem, dinâmico, intimista e pessoal. Os paulistas Pedro Altério & Bruno Piazza voltam ao Tom Jazz para apresentar seu repertório de canções autorais e de parceiros musicais e convida outro duo com a mesma proposta, o curitibano FelixBravo, como agradecimento ao convite para três shows em Curitiba.

O duo curitibano FelixBravo possui um trabalho de duo autoral, similar à proposta dos paulistas. Trata-se de um núcleo de composição de música brasileira, formado pelos jovens João Felix e Bernardo Bravo. O duo utiliza da cultura brasileira para criar um novo contexto musical, regado a instrumentos diferenciados e letras compostas com suavidade, ligadas ao amor, a arte, a poética e as vivências pessoais.

O duo absorve ainda influências da música erudita brasileira, do jazz norte-americano, do choro, do samba. Com apenas um EP (2007) de seis músicas, e o álbum Camafeu (2010), com treze músicas, o duo alcançou níveis nacionais e internacionais com shows em São Paulo, a convite do SESC, elogios na revista Rolling Stone, e um contrato com a Tupi Records para divulgação e distribuição dos trabalhos no Japão.

Pedro Altério e Bruno Piazza trazem novamente à casa seu projeto de voz, violão e piano que propõe referências da música erudita para dentro do universo da canção popular com um repertório de composições próprias e de músicos como Paulo Novaes, Rafael Altério, Dani Black, entre entre outros.

Pedro Altério é integrante da elogiada banda 5 a Seco, que acaba de gravar seu primeiro DVD ao vivo com as participações de Maria Gadú, Lenine, Dani Black e Chico Cesar.

Bruno Piazza, músico autodidata, participou do DVD Maria Gadú: Multishow Ao Vivo (2010), na faixa extra Castelos, respondendo por piano e arranjo. Estuda atualmente com Dante Pignatari (piano erudito) e Hector Costita (harmonia, improvisação e arranjo).

Mais em:

www.myspace.com/pedroalterio
www.myspace.com/brunopiazza

Dia: 20 de novembro de 2011

TOM JAZZ

Avenida Angélica nº 2331 – Higienópolis

Telefone: (11) 3255-0084

www.tomjazz.com.br

Couvert Artístico: R$ 30,00

Horário do show: 21h00

Capacidade: 200 pessoas sentadas

Censura: 18 anos

Duração: Aproximadamente 1h30

Abertura da casa: 2h antes do espetáculo

Formas de pagamento: Dinheiro / Cheque / Todos os Cartões (Débito e Crédito)

Estacionamento com manobrista: R$ 15,00

Ar condicionado

Acesso para portadores de necessidades especiais

MAX VIANA Dia: 19 de novembro de 2011, sábado, 22h00



Filho de Djavan, cantor apresenta Um quadro de nós dois, seu terceiro CD
Dia: 19 de novembro de 2011, sábado, 22h00

 “Um momento de maturidade de minha carreira, que representa um passo adiante na composição, nos arranjos e na interpretação.” É assim que Max Viana define Um quadro de nós dois, seu terceiro CD que acaba de ser lançado pela Biscoito Fino e será apresentado no Tom Jaz no dia 19 de novembro.

São onze canções que giram em torno de um mesmo tema: o amor. “Tenho uma facilidade maior para falar de amor quando estou compondo. É um tema recorrente, que flui com naturalidade. Todo mundo se identifica com ele, seja uma história de final feliz ou final triste”, afirma Max, que tem como maior parceiro neste álbum Dudu Falcão (“Um quadro de nós dois”, “O que é que você quer de mim” e “O samba que eu guardei”). “Somos parceiros desde 2002. Volta e meia nos reunimos para compor, mesmo que não haja nenhum projeto em vista”, conta.

É claro que a parceria com Arlindo Cruz em “É hora de fazer verão”, que conta com a participação especialíssima de Alcione em dueto com Max traz o samba para o meio da roda. “O samba representa o que há de mais genuíno na música brasileira”. Uma história curiosa sobre a parceria com Arlindo é que Max enviou a música com alguns trechos de letra já esboçados. O sambista carioca respondeu perguntando se podia contar uma história pessoal. “Imaginei, então, que ele fosse mudar tudo, mas ao final o que eu escrevi coube perfeitamente na história que o Arlindo queria contar”. Apenas conhecendo Alcione socialmente, decidiu convidá-la para gravar. “Mostrei a música, ela adorou, e cantou muito bem como sempre!”.

Para os amantes do espanhol, há uma faixa muito especial, “Vidas paralelas”, parceria com o compositor uruguaio Rodrigo Vicente. “Nós nos conhecemos em uma destas excursões que fiz quando tocava com meu pai, e já produzimos várias canções”. Para Max, o idioma é bastante atraente, não só pela qualidade da música (ele cita Alejandro Sanz, Buika e Camarón de la Isla entre os artistas que costuma ouvir), como também pelo carinho das plateias durante as turnês pela América Latina.

A única música que não foi composta por Max para este CD é “O melhor vai começar”, de Guilherme Arantes, que traz muitas lembranças saborosas e uma comparação curiosa. “É uma música que tem uma aura de felicidade muito intensa, que me leva à adolescência, à rodinha de amigos com violão. É meu momento de intimidade com o meu instrumento, quando componho, toco músicas dos outros, penso em arranjos. Para mim, o melhor amigo do homem não é o cachorro, mas o violão.”

TOM JAZZ
Avenida Angélica nº 2331 – Higienópolis
Telefone: (11) 3255-0084
www.tomjazz.com.br
Dia: 19 de novembro de 2011
Couvert Artístico: R$  40,00 
Horários de show: 22h00
Capacidade: 200 pessoas sentadas
Censura: 18 anos
Duração: Aproximadamente 1h30
Abertura da casa: 2h antes do espetáculo
Formas de pagamento: Dinheiro / Cheque / Todos os Cartões (Débito e Crédito)
Estacionamento com manobrista: R$ 15,00
Ar condicionado
Acesso para portadores de necessidades especiais

BRENA LAGES Dias: 16 e 17 de novembro de 2011, quarta e quinta, 22h00



BRENA LAGES
Lançamento do CD de estréia da cantora, Sempre Se Pode Sonhar

Participações especiais de Bocato: trombone, Lino Simão: saxofone e Marcelo Lima: violão/percussão
Dias: 16  e 17 de novembro de 2011, quarta e quinta, 22h00

A cantora carioca Brena Lages lança seu primeiro Cd no Tom Jazz, Sempre se pode sonhar, em duas apresentações nos dias 16 e 17 de novembro. E o faz muito bem acompanhada dos músicos: Guilherme Ribeiro: piano/teclados, Serginho Machado: bateria e Luisão Cavalcante: baixo. Isso sem falar nas participações especiais de Bocato (trombone), Lino Simão (saxofone) e Marcelo Lima (violão, percussão).
No repertório, destaques para “Seu Olhar” (Seu Jorge), “Bom Dia”, “Catingueira”, “Dança de Quintal”, “Sol Dourado”– (Lé/Baiano), “Paulista” – (Eduardo Gudin/J.C. Costa Netto) e “Deixa” – (Badem Powell/Vinicius de Moraes).

Brena Lages por ela mesma:

A música esteve sempre presente em minha casa e minha vida: “O Lé, meu pai, é um grande poeta e músico amador. Toca baixo elétrico e um pouco de violão. Ele foi minha grande influência. Ainda no Rio de Janeiro, onde nasci, fui apresentada, pelos vinis do meu pai, a muitos gêneros da música desde o rock, o blues, o jazz, a MPB e a bossa nova, até mesmo aos grandes nomes da música erudita. Fora isso, era comum presenciar momentos em que ele compunha ou simplesmente tocava com os amigos. Nessa época, comecei a dançar ballet, que fez parte de dez anos da minha vida.

Na adolescência, já em São Paulo, tive algumas bandinhas de escola em que tocava teclado ou cantava sem maiores pretensões.

A decisão de fazer da música meu meio de vida veio aos dezenove anos, quando descobri a escola de música Groove, voltada para o Jazz, que cursei por sete anos estudando piano.

Paralelo à escola, frequentei a Faculdade Santa Marcelina onde me formei em Licenciatura em Música.
E continuo estudando. Faço preparação vocal com o Juvenal Moura, aulas de violão com Pedro Simão, e estudo piano com o Flávio Ianuzzi.

Faz três anos que comecei a cantar na noite paulistana e minha maior conquista foi ter gravado este disco, que conta com oito composições, do meu pai e do Baiano, outra forte influência”, conta.

Ficha técnica

Brena Lages: Vocais
Pedro Simão: Direção Musical/violões/guitarras
Guilherme Ribeiro: Piano/Teclados.
Serginho Machado: Bateria
Luisão Cavalcante: Baixo

Dias: 16 e 17 de novembro de 2011

TOM JAZZ
Avenida Angélica nº 2331 – Higienópolis
Telefone: (11) 3255-0084
www.tomjazz.com.br
Couvert Artístico: R$ 30,00

Horários de show: 20h00

Capacidade: 200 pessoas sentadas

Censura: 18 anos

Duração: Aproximadamente 1h30

Abertura da casa: 2h antes do espetáculo

Formas de pagamento: Dinheiro / Cheque / Todos os Cartões (Débito e Crédito)

Estacionamento com manobrista: R$ 15,00

Ar condicionado

Acesso para portadores de necessidades especiais

TETÊ ESPÍNDOLA Para ouvidos afinados, curiosos e, acima de tudo, sensíveis. Tetê Espíndola comemora 33 anos de carreira em show comemorativo Dia: 11 de novembro de 2011, sexta-feira, 22h00



Tetê Espíndola, por Carlos Navas

Pioneira do regionalismo nos grandes centros, a sul matogrossense Tetê Espíndola chegou a São Paulo no final dos anos 70. Com três dos seus sete irmãos (Geraldo, Celito e Alzira), lançou o LP “Tetê e o Lírio Selvagem” em 78, pela Polygram, iniciando aí um caminho discográfico marcado pela inquietude, ousadia e experimentalismo.

Dois anos depois (1980), foi a vez de “Piraretã”, seu primeiro álbum solo. Nele, a estreia de Almir Sater em estúdio e a primeira composição gravada de Arrigo Barnabé, “Tamarana”, parceria com seu irmão, Paulo. “Vida Cigana”, de Geraldo Espíndola, se tornou um carro chefe, presença constante em seus espetáculos, mas do repertório do disco também faziam parte as releituras (sempre personalíssimas) de “O Cio da Terra” e “Refazenda”.

O encontro com Arrigo, fundamental para ambos, foi sacramentado na valsa “Londrina”, apresentada no MPB Shell 81, uma das primeiras aparições televisivas da chamada “Vanguarda Paulista” em rede nacional, e lançada em compacto simples. Em 1982, o LP “Pássaros na Garganta” (Som da Gente), tornou-se um marco em sua carreira e nesta música contemporânea e diferenciada. Batizado com o comentário do poeta Augusto de Campos, que se fascinara com a voz de Tetê, o álbum completa 30 anos e terá um relançamento em CD em 2012. Dele, destacam-se “Ibiporã” (de Arrigo) e “Sertaneja”, valsa lançada por Orlando Silva que Tetê tomou para si numa interpretação muito elogiada.

O contato com a popularidade e grande vendagem/execução aconteceu em 1985, quando venceu o “Festival dos Festivais”, promovido pela Rede Globo, com “Escrito nas Estrelas”, de Arnaldo Black e Carlos Rennó, lançada em Disco Mix, cujo lado B remetia, mais uma vez, à memória musical, através do clássico “Linda Flor” (Ai Ioiô).

No ano seguinte, o LP “Gaiola” trouxe um inspirado dueto com Ney Matogrosso na aliterante “Na Chapada”, dela e Carlos Rennó. “Pô, Amar é Importante”, de Hermelino Neder, foi também hit radiofônico e trilha do longa metragem “Cidade Oculta”, gravada com Arrigo. O cinema é capitulo especial em sua caminhada. Já em 1987, ela contracenara na telona com a principal personagem de Mauricio de Souza, em “Monica e a Sereia do Rio”, que trazia criações suas e de Arnaldo Black, entre as quais , “Coração Doidinho”. A pesquisa sobre os sons dos pássaros da Amazônia e do Pantanal, premiada pela Fundação Vitae, resultou no disco independente “Ouvir” (1991), e a levou a vários cantos do Brasil com suas canções instrumentais vocais, sem letra. O blues “Tinguaçu” era marco destes espetáculos, com uma interatividade entre pássaro e platéia que só Tetê sabia promover. Baladas como “Ajoelha e Reza” e “Nossos Momentos”, da lavra de Black/Rennó foram gravadas no CD “Só Tetê” (Cameratti/1994), com direção musical de.....Arrigo Barnabé.

“Canção do Amor”, “Anahí” (delicado álbum dividido com Alzira E repleto de canções da fronteira), “Voz, Voix, Voice” e “Zen Cinema” são discos marcantes, consumidos por um público atento e fiel e o coletivo “Espíndola Canta” reuniu gerações distintas deste clã musical em “Poema da Lesma”, de Tetê e Manoel de Barros. “Evaporar” (2007), trabalho acústico gravado ao vivo em sua Campo Grande natal, incluía apenas composições próprias, como “Amor de Graça” e retoma o fio da meada, onde tudo começou.

É esta trajetória fonográfica que soma 33 anos da melhor estranheza, inconformismo e dessemelhança, que a artista reúne num show comemorativo, ao lado de Adriano Magoo (piano/sanfona). Para ouvidos afinados, curiosos e, acima de tudo, sensíveis.


TETÊ ESPÍNDOLA

TOM JAZZ
Avenida Angélica nº 2331 – Higienópolis
Telefone: (11) 3255-0084
www.tomjazz.com.br
Dia: 11 de novembro de 2011
Couvert Artístico: R$ 40,00 
Horários de show: 22h00
Capacidade: 200 pessoas sentadas
Censura: 18 anos
Duração: Aproximadamente 1h30
Abertura da casa: 2h antes do espetáculo
Formas de pagamento: Dinheiro / Cheque / Todos os Cartões (Débito e Crédito)
Estacionamento com manobrista: R$ 15,00
Ar condicionado
Acesso para portadores de necessidades especiais

MARIA EUGÊNIA SHOW: ALMA BRASILEIRA Dia: 10 de novembro de 2011, quinta-feira, 22h00



Maria Eugênia é daquelas belas e gratas surpresas, com as quais raramente temos o prazer de nos deparar. Dona de voz doce, jeito tranqüilo e olhar encantador, intérprete de voz suave e segura, Maria Eugênia iniciou sua carreira cantando na noite goiana e lançou seu primeiro disco-solo, Maria Eugênia, em 1992.

De lá pra cá, a “voz de Goiás”, como é chamada pelo diretor da novela global, Marcos Schechtman, já fez diversos shows no Brasil, Portugal, Espanha, Alemanha e Áustria. Como integrante do grupo Solo Brasil, apresentou-se em mais de 20 países, além de ter recebido o título de Oficial da Ordem do Rio Branco, concedido pelo Itamaraty pelos serviços prestados ao Brasil no exterior.

Maria Eugênia vive um grande momento em sua carreira. É a voz que canta Companheiro, música que foi tema de abertura da novela Araguaia, e gravou recentemente o programa Som Brasil com músicas de Chico Buarque, ambos exibidos pela Rede Globo. Além disso, acaba de gravar seu segundo DVD, Coisa Musical, e está lançando o nono CD solo, Viver e Sorrir.

Apesar de ter somente estourado nacionalmente com a canção-tema da novela Araguaia, a cantora já percorreu uma longa jornada em sua carreira: está há 20 anos na estrada. São nove CDs solo na bagagem, outros quatro gravados com parceiros e dois DVDs.

A cantora é reconhecida por sua profunda ligação com sua terra natal e a diversidade musical brasileira é algo que sempre esteve presente em seu trabalho. Passeia com maestria por estilos que vão dos sambas de Noel Rosa e Paulinho da Viola à bossa nova de Jobim e Vinícius, além de clássicos que perpassam o sertanejo, o baião e a MPB.

“Não sei definir meu estilo. Para mim tem música boa e música que não é tão boa, mas também acho que isso é bem relativo. Eu canto muito melhor com um texto que eu gosto e que me convence. Apesar de ser musicista, eu parto muito do que eu tenho a dizer, pois meu instrumento é a palavra”. Quanto às suas referências, ela acrescenta: “tenho a sorte de admirar grandes amigos, como Altay Veloso, João Caetano e Juraíldes da Cruz. Eu queria cantar todas as músicas de Chico Buarque, adoro ver no palco Ney Matogrosso e Maria Betânia. É incrível como a voz é um instrumento maravilhoso e como há tantos timbres de qualidades diferentes”.

A artista agora planeja alçar voos mais altos, e acredita que é possível dar maior capilaridade ao seu trabalho. “É impressionante a visibilidade de uma abertura da novela da Globo, mas é óbvio também que eu tenho que saber aproveitar ao máximo a oportunidade. Estou trabalhando muito, sei que há muita gente boa em busca de espaço”, diz. “Fundamental na minha opinião para o artista, é estar sempre atento para o novo. No dia em que eu me sentir “pronta” eu estarei morta. Preciso sempre estar entusiasmada com algum projeto e disposta a melhorar. Só me preocupo em fazer melhor do que eu mesma já fiz”.

Mais sobre Maria Eugenia
Maria Eugênia se formou em música e estudou piano, mas a participação em um concurso de canto, para desafiar a timidez, foi o que a impulsionou a seguir carreira como cantora. No começo, interpretava canções de conhecidos letristas e logo vieram as músicas compostas especialmente para ela.
A qualidade de sua interpretação é um capítulo à parte, tendo sido este o motivo dos diversos convites que recebeu para interpretar obras de grandes nomes da nossa música.
O trocadilho “o que os olhos vêem o coração sente” explica a experiência única de, mais que ouvir, assistir Maria Eugênia, vendo sua voz vestir as músicas que encarna.

TOM JAZZ

Avenida Angélica nº 2331 – Higienópolis
Telefone: (11) 3255-0084
www.tomjazz.com.br
Dia: 10 de novembro de 2011
Couvert Artístico: R$ 70,00
Horários de show: 22h00
Capacidade: 200 pessoas sentadas
Censura: 18 anos
Duração: Aproximadamente 1h30
Abertura da casa: 2h antes do espetáculo
Formas de pagamento: Dinheiro / Cheque / Todos os Cartões (Débito e Crédito)
Estacionamento com manobrista: R$ 15,00
Ar condicionado
Acesso para portadores de necessidades especiais

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