3 de abril de 2010

Rock Pirata para a atualidade


Primeiro CD da Confraria da Costa mistura estilos de música
cigana, polkas, csárdás, e de cabaré, entre outras
Se o Rock n’ Roll já existisse no século XVI, é muito provável que os piratas daquele tempo se tornassem seguidores e público fiel da recém-lançada banda curitibana Confraria dos Irmãos da Costa, ou mais conhecida apenas como Confraria da Costa. Ao se ouvir o som, são identificados instrumentos como bandolim, flauta e violino, os quais remetem ao ambiente e estilo de vida dos marujos que viviam aventuras em mares cheios de mistérios.
Ainda mais do que os instrumentos, o que define o estilo Rock Pirata da Confraria da Costa são as letras. Na música Coisas Piores Acontecem no Mar, por exemplo, a segunda estrofe cita o seguinte trecho: “Se você acha que está chegando ao fundo, nada é tão fundo quanto o fundo do mar”. Para aumentar o clima, sugere-se que o som seja acompanhado de um bom rum.
A banda tem como base o Rock n´ Roll, mas com influência de outros estilos. Segundo o vocalista Ivan Halfon, o repertório mistura estilos de música cigana, polkas, csárdás, que é um tipo de dança húngara, e música de cabaré, entre outras.
Apesar da ausência total de mar na capital paranaense, Ivan explica que o nome Confraria da Costa é uma homenagem aos piratas do século XVI, pois é assim que eles se chamavam entre si. O grupo mal surgiu e já lançou em março seu primeiro álbum, homônimo da banda. O produtor escolhido foi Ricardo Moura, que produziu bandas como Faichecleres e Relespública.
“Nós achamos interessante ter apenas pessoas ligadas ao rock fazendo um disco de polkas, tarantas e afins”, justifica Ivan. O lançamento ainda não tem uma estratégia de distribuição bem definida. “Gostaríamos de lançá-lo por meio de algum selo. Enquanto isso, ele está disponível em sites como myspace, tramavirtual, etc.”. Estes são alguns links para a Confraria da Costa: 

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