16 de março de 2011

Emilio Santiago faz gravação de DVD, dia 30 de Março, no Citibank Hall


Após o sucesso de crítica do CD "So Danço Samba", lançado no ano passado, Emilio Santiago faz a gravação do DVD "Só Danço Samba", no show que será apresentado noCitibank Hall, dia 30 de março, às 21h30. Os ingressos estão disponíveis na bilheteria doCitibank Hall, pela internet (www.ticketsforfun.com.br), pelo telefone 4003-5588 e nos demais pontos de venda espalhados pelo país

Com produção musical de José Milton, o DVD será lançado pelo selo Santiago Music.

Assim como no CD, que foi reconhecido pela crítica especializada como "um dos melhores da trajetória do cantor", Emílio promete um show e, consequentemente, um DVD totalmente dançante e swingado, com uma bela homenagem ao "rei dos bailes", Ed Lincoln. "Ele foi uma das primeiras pessoas a me oferecer uma boa oportunidade. E os tempos passados como vocalista da banda do Lincoln foram de muito aprendizado", diz Emílio.

O repertório do show/DVD conta com sucessos dos bailes da época, além de outras músicas como a faixa-título "Só danço samba" (Tom Jobim/ Vinícius de Moraes),"Olhou pra mim" (Ed Lincoln/ Sílvio César), "Samba de Verão " (Marcos Valle/Paulo Sérgio Valle), "Falaram tanto de você" (Durval Ferreira/ Orlandivo), "Sambou, sambou" (João Donato/João Melo), "Pra que"(Sílvio César), "Vou rir de você" (Helton Menezes) e "Na onda do berimbau" (Oswaldo Nunes).

Apelidado por um dos principais críticos do New York Times de o "Nat King Cole Brasileiro",Emílio Santiago, em "Só danço Samba", conseguiu superar-se e o CD foi considerado pelo jornalista Mauro Ferreira como "... um dos melhores discos do ano". O show e o DVD prometem!

Serviço Emilio Santiago
Realização: TIME FOR FUN
Local: Citibank Hall - Av. Jamaris, 213 - Moema
Telefones para informações: 4003-6464
Venda a grupos: (11) 2846-6166 / 6232

Casa da Fazenda oferece Pintado na Brasa nesta edição do São Paulo Restaurant Week

Um dos pratos mais badalados do restaurante é a sugestão do chef Ivan Achcar para os freqüentadores do São Paulo Restaurant Week


Dona de um extenso e apetitoso cardápio da comida brasileira, a Casa da Fazenda do Morumbi mostrará suas melhores receitas no evento gastronômico mais importante da capital paulista, o São Paulo Restaurant Week, que acontece de 21 de março a 03 de abril. O menu foi desenvolvido pelo chef Ivan Achcar com o intuito de valorizar ainda mais os pratos tradicionais que estão nas mesas dos brasileiros. A sugestão do chef para quem freqüentar o restaurante nesse período é o pintado na brasa com chuchu estufado Fios de abobrinha caipira e molho de salsinha. Em diversas versões, o peixe figura no topo da lista dos pratos com maior saída da casa desde a implantação do novo cardápio. O almoço, durante as duas semanas de evento, é de R$29,90 com entrada, prato principal e sobremesa. Para o jantar, o investimento é R$ 39,90 por pessoa. Tanto para almoço quanto para jantar, a Casa está trabalhando no esquema de reserva antecipada.


O evento, que chegou na cidade em 2007,desta vez contará com a participação de mais de 300 restaurantes em todo o estado de São Paulo. O intuito é arrecadar doações de R$1,00 a R$2,00 por couvert para a Fundação Ação Criança.


Confira mais sugestões de pratos:


Entrada

Moela confitada ao vinagrete com salada de Catalonia e almeirão

ou

Salada de feijão andu com maço da horta e vinagrete de toucinho e mel

Prato Principal

Lingua de boi ao molho trufado com batatas na manteiga de cheiros verdes

ou

Torta de fettuccini a bolonhesa

ou

Pintado na brasa com chuchu estufado Fios de abobrinha caipira e molho de salsinha

ou

Costelinha de porco assada na laranja e mel com cará frito

Sobremesa

Banana split caipira: Bananada, bolo de fubá, gemada com vinho do porto e sorvete de creme

ou

Pudim de claras com calda de caramelo

SOBRE A CASA DA FAZENDA: Relíquia histórica do século XIX, o patrimônio tombado é constante palco de eventos sociais e corporativos, exposições e leilões. Construída pelo padre Antônio Feijó, então regente do Império, em 1813, foi restaurada e inaugurada em 1999, mantendo toda sua arquitetura de época em seus mais de 8 mil metros quadrados de árvores centenárias.


Serviço

Casa da Fazenda do Morumbi

Avenida Morumbi nº 5594 (Entre a ponte do Morumbi e o Palácio do Governo)

Fone: (11) 3742-2810

Funcionamento: de segunda a sábado das 12h as 23h e domingo, das 12h às 17h

Serviço de manobrista: R$ 12 durante o dia / R$ 14 à noite

Acesso e banheiro para deficientes;

Aceita todos os cartões e crédito;

Possui ar-condicionado e espaço para fumantes;

Capacidade: 240 pessoas.

www.casadafazenda.com.br


Coletiva Choque 2011 apresenta as apostas da galeria e novos nomes em seu casting


Nessa coletiva, a Choque Cultural mostra trabalhos de Cesar Profeta, Emerson Pingarilho, Fefe Talavera, Pacolli e dos coletivos Base-V e SHN

A partir deste sábado, 19 de março, a Choque Cultural realiza sua primeira exposição coletiva de 2011, a Coletiva Choque 2011. Os artistas Cesar Profeta, Pacolli e o coletivo Base-V são novidade na galeria. Já Emerson Pingarilho, Fefe Talavera e o SHN, que já são conhecidos de seu público, apresentam novos trabalhos.

“A Coletiva Choque 2011 mostra a diversidade de linguagem que caracteriza a nova geração, inspirada numa rede de referências muito abrangente”, adianta Baixo Ribeiro, galerista e proprietário da Choque Cultural.

O público deve conferir a geometria abstrata nascida e formada na arte urbana e apresentada por Cesar Profeta. Há lugar também para a pintura geométrico-figurativa do gaúcho Emerson Pingarilho e o universo expressionista de inspiração mexicana nos scratches (desenhos feitos ranhuras de goivas sobre vidro pintado) de Fefe Talavera. Pacolli volta ao Brasil para fazer uma releitura irreverente da imagem inocente de seus já conhecidos cartuns. O Coletivo Base-V estreia na Choque Cultural apresentando uma fusão da pintura e da arquitetura ao passo em que o SHN faz uso de colagens, serigrafia, fotografia e vídeo.

“O trabalho dos quatro artistas e dois coletivos da mostra aponta para a vontade de estabelecer novos parâmetros de contato com o público e propõe uma experiência única de imersão aos visitantes”, detalha Mariana Martins, galerista e proprietária da Choque Cultural. Além das telas, desenhos, esculturas, vídeos e fotografia, os artistas exploram suportes, como instalação, arte ambiente, site specific (obra feita especialmente para um espaço) e intervenções urbanas (no entorno da galeria, nas ruas e imóveis próximos).

A exposição será acompanhada de encontros dos artistas com o público, workshops com colecionadores, visitas guiadas (dentro e fora da galeria) e lançamentos de gravuras. Esses eventos farão parte da programação da Choque Cultural no período da exposição, que segue até 21 de maio.

Base-V www.base-v.org
O Base-V, atualmente formado por Danilo Oliveira, 29, David Magila, 32, e Zansky, 31, apresenta duas telas e dois murais. O coletivo mostra sua recente produção que usa desenho com carvão e varia a técnica de pintura acrílica - técnica mista. “Na verdade, a questão técnica se adéqua muito ao suporte. Em tela usamos muito tinta acrílica, carvão e marcador e um pouco de spray. Em parede, usamos muita tinta látex, marcador, por vezes stencil e até tinta óleo, esmalte. Fazemos muita serigrafia, assim como arte digital”, explica Danilo Oliveira.

Este grupo de artistas de São Paulo atua desde 2002 e trabalha a partir da experimentação livre e improvisação. Para eles, é muito limitador encerrar uma obra em uma idéia ou conceito, quando muitas vezes o que vale mesmo são as sensações. Contam que o grupo surgiu com a intenção justamente de borrar os limites entre o que pode ser interpretado como "arte" e a "baixa" cultura, a reprodução, o discurso livre, o não-discurso.

O Base-V acredita que, durante a execução, habilidades individuais perdem sua importância. “Portanto, focamos muito mais na criação de um conceito de trabalho aberto, uma abordagem livre das questões autorais”, comenta Danilo Olveira. O resultado final, então, adquire uma identidade nova. A massa revela uma grande variedade de texturas, harmonias, timbres e materiais, onde cada integrante do grupo deixa seu rastro e o próximo o mostra (ou deleta) dentro de um novo universo de referências.

Assim como o SHN, o Base-V tem na realização de oficinas forte característica, em que dividem com outros artistas e interessados seus conhecimentos artísticos. Em seu currículo, o Base-V concentra diversas exposições, entre individuais e coletivas. Entre as coletivas, destacam-se: RojoNOVA no MIS (Museu da Imagem e do Som), Do Papel ao Pixel na Galeria Marta Traba (Memorial da América Latina) e TRANSFER no Pavilhão das Culturas Brasileiras (Parque Ibirapuera). A individual Basado en Hechos Reales na galeria Hollywood in Cambodia (Buenos Aires) também merece atenção. Participaram, também, de publicações como ”Latino Grafico - Visual Culture from Latin America”, Die Gestalten Verlag, Alemanha, 2010; ”Screenprint Basics - A Complete How To Handbook”, Gingko Press, EUA, 2010; ”Stuffz - Design on Materials” autor: Bigbros Workshop, Gingko Press, EUA, 2009.


Nesta exposição coletiva, Cesar Profeta, mostra pela primeira vez na Choque Cultural, duas telas. Uma delas, de 1,50m x 2,0 m, Raio Dois, nasceu da observação que artista fez de uma São Paulo repleta de raios durante a temporada de chuvas de verão. Segundo Profeta, há até uma mensagem subliminar para intrigar o expectador. Ele, que veio do graffiti, do skate, da cultura do faça-você-mesmo, sugere um resgate as suas raízes criativas em que apresenta um geometrismo abstrato, além de tipologia old school num rico cromatismo que impõe forte impacto no espaço urbano.

A base da obra de profeta está em pinturas, objetos e esculturas feitos em materiais descartados pela sociedade e usados por ele como suporte, aliados a mascaras de stencil, fita crepe, trena métrica, colagem etc. Desenhos abstratos, formas geométricas e matemáticas que se articulam e se reproduzem, provocam novas combinações e propiciam diversos percursos visuais, que denotam uma preocupação notória na qualidade de suas peças, que vem complementar o processo de amadurecimento do artista. “Não tenho um processo esquematizado; na verdade atuo como que em uma loucura lúcida”, revela o artista.

Artista plástico independente, Cesar Profeta, 36 anos, nasceu e foi criado em meio às ruas do tradicional bairro da Mooca, em São Paulo Brasil, local onde vive e trabalha atualmente. Sua primeira exposição ocorreu na Mooca, junto do Coletivo Lambdalambs, e hoje seu currículo contém, inclusive, exposições coletivas no MAC-USP e na Alemanha, na Stroke.01 Urban Art Fair Munich. Costuma utilizar o número sete em algumas obras, numa referência à perfeição.

Emerson Pingarilho www.aural.com.br
Emerson Pingarilho, 34 anos, apresenta na Coletiva Choque 2011, cinco pinturas em tinta acrílica de tamanhos médios, que completam uma série que vinha desenvolvendo no último ano – uma delas fez parte da exposição Transfer (Pavilhão das Culturas Brasileiras – 2010). Mas o artista ainda garante uma surpresa para essa exposição, que só poderá ser vista na galeria.

Pingarilho conta que a principal mensagem a ser transmitida em seus trabalhos é o amor. “O homem com amor no coração não possui barreiras, deixa-se levar pela vida”, conta. “As pinturas são apenas janelas pessoais. Em todos os meus trabalhos o princípio do conflito está presente também como afirmação, nos filmes e nos desenhos. A própria pintura geométrico-figurativa é um conflito em si e isso torna as coisas nada estáveis em que o caos é iminente, mas de qualquer forma não há nada que supere o amor, completa o artista. O processo criativo de Pingarilho é inicialmente antropofágico em que, através da afetividade, o artista se cerca de imagens que o tocam. Há momentos em que sua mente é invadida por lembranças de visões, como um sonho premonitório, pois é o que vai desencadear a idéia para pintura.

Emerson costuma discutir sobre seus trabalhos com outros artistas. Com isso, tem mostrado obras em que incorpora aquilo que chama grafismo indígena e o ritualismo que cerca a gênese dessa expressão. “O Metagrafismo é geométrico-figurativo mas não chega a ser pintura pictórica, ela é justamente esse crossover do clássico-moderno-tosco-visionista-bruto”, constata Pingarilho.

Nascido no Rio Grande do Sul, mas criado em Manaus, Emerson Pingarilho teve uma infância com os dois extremos: o mundo do matagal e do Rio Negro e o mundo dos pampas, das ruínas da colonização. Seu estilo é baseado em influências de índios nativos, animais selvagens e a cultura antropológica brasileira, que se convertem em pinturas e filmes experimentais.

Fefe Talavera, 31 anos, apresenta uma série de desenhos que são ranhuras sobre vidro pintado, como se fossem scratches de referências ao expressionismo mesclado a referências mexicanas. “Meus trabalhos estão sempre mudando no que se refere à técnica, mas continuam com a mesma essência; são trabalhos feitos praticamente a partir de um sentimento momentâneo e variam entre sentimentos negativos e positivos”, conta Fefe, que usa nanquim, tinta acrílica, madeira raspada e caixas de luz para criar.

A artista revela que alguns dos trabalhos são muito pessoais, como uma válvula de escape. “Escrevo o que me vem na cabeça no momento e pinto o que sinto. Busco a luz. Já meus monstros de letras são mais divertidos, coloridos e são feitos pra morar na rua ou dentro dos quartos das crianças”, diz.

Fefe Talavera é um dos expoentes da arte urbana contemporânea, com um currículo que abrange sete exposições individuais e 34 coletivas. A artista esteve presente na exposição inaugural da Choque Cultural, Calaveras, e no intercambio de galerias, a exposição Choque Cultural na Fortes Vilaça, Fortes Vilaça na Choque Cultural. A mais recente foi a exposição "Sub Glob II” na Suécia, em 2010.

Patricia Colli, conhecida como Pacolli, é uma brasileira de 28 anos radicada nos Estados Unidos. Peça chave da cena independente paulistana, tem grande responsabilidade no fomento da produção de fanzines, shows alternativos, ilustrações e outros segmentos do faça-você-mesmo. Adepta do centro de São Paulo onde morava, realizou uma série de bazares chamados Bendgy, que apresentava trabalhos de artistas e bandas independentes. Morando em San Francisco, levou toda essa bagagem para a exposição SF X SP, na galeria Needles & Pens, promovendo um intercambio entre artistas brasileiros e americanos.

Com grande influência dos comics e desenhos animados criados nos anos 80 ou antes, Pacolli ocupa a sala superior da Choque Cultural, com cerca de 35 peças, e a transforma numa espécie de quarto com pequenos quadros e molduras numa linguagem bem limpa, porém repleta de ilustrações – algumas delas criadas em colaboração com seu marido, Mildred. “Hoje, trabalho também com pintura em madeira, colagens, desenho raspado no papel de glitter”, conta a artista.
Seus desenhos são figurativos e mostram personagens infantis, numa mescla entre o terror e o cômico, além de letras delicadas em frases – ora soando romântica, ora non-sense.

SHN é um coletivo criado em Americana, em 1998, vindo do universo punk, hardcore, ou seja, do faça-você-mesmo . Composto por André Ortega, Daniel Cucatti, Eduardo Saretta – também galerista e curador da Choque Cultural -, Haroldo Paranhos, Kleber Botasso, Marcelo Fazzolin e Rogerio Fernandes aka CDR, o SHN foi o primeiro grupo a fazer tiragens em serigrafia e expor uma quantidade de stickers, gravuras e pôsteres exaustivamente repetidos, colados nas ruas de São Paulo, como uma linha de produção em montagem artesanal. O objetivo é a intervenção por meio da linguagem lúdica e bem humorada, adquirida no contato com fazines, revistas e websites de cultura independente.

Aprenderam a usar o silk screen por conta do estúdio de etiquetas adesivas que a família de Daniel Cucatti mantém em Americana, onde se reuniam para trabalhar e aproveitavam para criar os primeiros pôsteres de shows, aprendendo a lidar com fotolitos e matrizes e aplicando desenhos simples em stickers. Justamente por terem que lidar com desenhos simples, fortaleceram seus traços, cores e símbolos icônicos (caveira, copo americano, tridente, flor ou diamante), que fazem com que qualquer transeunte possa identificar os trabalhos do SHN onde estiver.

O trabalho do coletivo não se restringe apenas à produção da serigrafia. Seus fundadores também são responsáveis pela realização de workshops de serigrafia, disseminando a cultura do sticker, do lambe-lambe e do pôster. Sua primeira exposição ocorreu na mostra Ilustradores, na Choque Cultural, em 2008. Além disso, também produzem site specific, tema que foi estudo de conclusão de curso de arquitetura de Haroldo Paranhos. Uma das primeiras atuações nesse segmento foi o projeto Ocupação que, literalmente, encapou com pôsteres uma antiga casa construída em frente à galeria Choque Cultural e que seria demolida para dar lugar a um prédio residencial. Fizeram o mesmo em Basel, na Suíça, durante a exposição Streetart Und Graffitti Aus São Paulo, onde encaparam o almoxarifado do porto de Basel.

Na Coletiva Choque 2011, o SHN apresenta quatro trabalhos: uma instalação com 20 fotos, mostrando registros dos adesivos criados pelo coletivo e aplicados nas ruas do Brasil, da Itália, da Inglaterra, do Egito etc. “Nessa obra, é possível notar que o fato de a técnica do silk screen gerar produção em massa faz com que o nosso seja facilmente visto em diversos lugares do mundo, interagindo com os objetos da cidade, como um hidrante, uma caixa de energia elétrica, um poste etc”, detalha Haroldo Paranhos. Um detalhe importante é a facilidade de distribuição: os coletivos e artistas que trabalham com essa técnica podem trocar stickers entre si, gerando uma rede conectada tanto via correspondência quanto pela internet; foi por meio do fotolog, inclusive, que o SHN se aproximou da galeria Choque Cultural e também de outros artistas que atuavam nesse segmento no começo dos anos 2000.

Outra peça é um painel de 1,40m x 1,40m também em silk screen com uma tela ao lado, projetando fotos do processo criativo do SHN. Nela, seus integrantes usam a técnica do mapping para articular as imagens, criando assim um stop motion.

A terceira obra é uma videoinstalação feita durante o evento Noite dos Museus, em Basel, onde o SHN montou um uma estrutura com câmera de vídeo sobre uma mesa cheia de adesivos do SHN oferecidos as pessoas gratuitamente. A câmera focalizava a mão das pessoas que, ao perceberem, faziam brincadeiras e símbolos. Essa projeção ocorrerá também sobre uma bancada durante toda a exposição.

Por fim, preparam uma composição de telas (um jogo de nove peças e outro de quinze) que reúnem diversos “atropelos” (série de estampas, umas sobre as outras) de silks, em que o SHN varia cores e formas. E como não poderia faltar, as paredes inferiores da Choque Cultural também ganham um painel de lambe-lambe criado pelo SHN.

Coletiva Choque Cultural
Artistas: SHN, Base-V, Pacolli, Pingarilho, Fefe Talavera, Cesar Profeta
Abertura: 19 de março de 2011, das 16h às 20h (até 21 de maio de 2011)
Rua João Moura, 997, Pinheiros, São Paulo
Telefone: (11) 3061-4051
galeria@choquecultural.com.br
Terça-feira a sábado, das 12h às 19h
Grátis
Livre

Gastronomia tem destaque a bordo dos Cruceros Australis

A empresa de navegação faz da viagem pela Patagônia uma experiência única também para o paladar


Deguste o melhor da gastronomia internacional nos cruzeiros da Cruceros Australis. A empresa opera duas rotas ligando Argentina e Chile, cada uma apresentando deliciosos pratos para serem saboreados pelos passageiros em meio a paisagens oníricas.


A partir de Punta Arenas (Chile) rumo a Ushuaia (Argentina) são quatro noites de viagem. Diariamente, um cardápio especial é preparado para o deleite dos viajantes. Para o almoço, um variado bufê é servido, com opções de massas, saladas, carnes e sobremesas. Já os jantares são verdadeiros eventos gastronômicos em que são oferecidas duas opções de entradas, duas opções de pratos principais e sobremesa.


O cardápio é elaborado com ingredientes frescos que privilegiam os sabores locais. Na noite de embarque, a ceia de boas-vindas é aberta com tartar de salmão e tapenade de azeitonas negras chilenas. Os pratos principais podem ser escolhidos entre o filé de atum branco ao vinho tinto ou filé mignon com mousse de cenoura.


Ao longo da viagem, os passageiros degustam ainda filé de merluza com flan de brócolis e filé grelhado ao molho de mostarda, tomates assados e charquicán, um prato típico do Chile que consiste em um assado de charque com cebolas, alho, cominho e pimenta. O congrio, um peixe típico do país, também é destaque do cardápio, servido com molho de camarões.


Dentre as delicadas sobremesas, as sugestões são zabaione de chirimóia ou creme brûlèe de lúcuma - frutas típica dos Andes - eTentação de Chocolate com Mérquen (condimento chileno picante).


No roteiro inverso, os passageiros se deliciam com entradas como bruschettas de presunto cru de cordeiro e salame de cordeiro magalhânico al pesto; tataki de atum com salada ou carbonada chilena.


Entre os pratos principais, as alternativas são frango à la Nage com manjericão, purê de aipo com menta e chalotes ao vinho tinto oupalanca grelhada com pimentas negras, batatas assadas e creme de queijo. Para adoçar o paladar, Panna cotta de Triple Sec e panquecas Calafate.


O percurso - que atravessa os canais patagônicos em meio à exuberância de uma paisagem que inclui geleiras, águas verde-escuro e o exótico bosque magalhânico, último ecossistema de florestas antes da Antártica -, desperta o desejo de explorar as delícias que alimentam não só alma dos viajantes, mas também seu paladar.


A rota Punta Arenas/Ushuaia tem saída programada para 12 de abril, a preço promocional de 1.120 dólares por pessoa, em cabine B. O roteiro inverso, com 3 noites, parte em 16 de abril, a preço promocional de 840 dólares por pessoa, em cabine B.


Mais informações no site www.australis.com ou com as principais operadoras brasileiras de turismo.

Planeta Gothz e Galeria Mezanino


Exposição fotográfica individual, com autorretratos do artista performático ALISSON GOTHZ.


Inauguração dia 16 de março, das 18h às 22 h

Exposição até dia 30 de abril de 2011


Em sua primeira individual na Galeria Mezanino, Alisson Gothz apresenta uma seleção de seus retratos, produzidos desde o final dos anos 1990, onde se misturam surrealismo, dada, pop art, hinduísmo e, ainda, ícones da música pop, como Grace Jones, David Bowie, Nina Hagen e o performer Leigh Bowery, além de tantas outras referências pictóricas.

O interesse do artista está no cruzamento das linguagens.


Freqüentador da noite de São Paulo, Gothz passeia por universos oníricos da imagem, proporcionando-nos uma viagem quase que alucinógena quando observados seus inúmeros personagens em situações inusitadas.


Com riqueza de detalhes, suas figuras são criadas em um “caldeirão/montação fashion”: maquiagens, acessórios e figurinos absurdos e colagens digitais. Ultra coloridos, divertidos ou dramáticos, os retratos são os registros de uma vontade pessoal de transgressão e questionamentos dos limites da plástica visual, tudo com muito humor e deboche.


Sexualidade e androginia também permeiam seu discurso.


As composições de Gothz reverenciam também as criações do francês Pierre Molinier (1900/1976) que, igualmente com autorretratos nos idos dos anos 1970, idealizava sua imagem construindo corpos surreais, repletos de fetiches em preto e branco.


Alisson Gothz recentemente foi convidado para uma residência na Galeria Titanik, na Finlândia, onde se hospedou por mais de um mês, criando diariamente novos personagens e expondo-os em tempo real numa sala exclusiva da instituição.


Na individual, mais de 20 autorretratos em tamanhos e acabamentos variados, todos com preços acessíveis e tiragens limitadas.


Em março e abril, a Galeria Mezanino será ocupada por seres de outros planetas! Figuras ímpares, super coloridas e atemporais do Planeta Gothz! Você precisa conhecer!

http://www.flickr.com/photos/alisson_gothz/


PLANETA GOTHZ NA GALERIA MEZANINO

Exposição individual de autorretratos de ALISSON GOTHZ

Abertura dia 16 de março, quarta-feira, das 18h às 22h

Exposição até dia 30 de abril de 2011

GALERIA MEZANINO NA GALERIA MUNDO MIX

RUA AUGUSTA 2.559 JARDINS SP SP

QUASE ESQUINA COM AL. LORENA | METRÔ CONSOLAÇÃO

FONE: 11.3436.6306

DE SEG A SÁBADO, DAS 13H ÀS 20H

www.galeriamezanino.com

OI Música lança novo single de Joss Stone


O selo Oi Música distribuirá, oficialmente no Brasil, o novo single da cantora Joss Stone.. “Back in Style” é o primeiro de uma série de singles a ser lançado no ano pelo Oi Música. “Back in Style” também é o primeiro trabalho do Stone’d Records, novo selo da diva britânica do soul e fará parte da coletânea Super Duper Hits: The Best of Joss Stone.

Os discos de Joss Stone, lançados pela EMI/Virgin, venderam mais de 11 milhões de cópias em todo mundo, tendo chegado ao topo das paradas inglesas em 2004, com o disco “Mind Body & Soul”, e estreando no Top 100, dos Estados Unidos, com “Colour Me Free”, em 2009.

O lançamento aqui no Brasil será somente em formato digital e está à venda na loja www..oi.com.br/diversao, no site www.oimusica.com.br.

Ouça a nova música da Joss Stone aqui: http://soundcloud.com/oimusica/joss-stone-back-in-style

Manu Gavassi lança clipe da música "Planos Impossíveis"


Para começar o ano com boas novidades, a estrela teen Manu Gavassi lançou o clipe da música “Planos Impossíveis” ontem, no Acesso MTV e também na internet. Dirigido por Alex Miranda, que já assinou produções de artistas como Fresno, Ivete Sangalo, Sepultura e Cha rlie Brown Jr, o clipe mostra a intimidade de alguns casais pela cidade entre cenas de uma festa – que foram gravadas no vagão de um trem nos trilhos da Móoca, em São Paulo, onde Manu e seu grupo de amigos dançam, flertam e divertem-se. Coisas acontecem e... Só vendo pra saber! Assista aqui: http://www.youtube.com/watch?v=4VrRHoGPqo4

A música faz parte de seu disco homônimo de estreia pelo selo No Capricho/Midas Music, cuja produção foi de Rick Bonadio e André Jung e também contou com participações de Lucas Silveira (Fresno) e Daniel Weskler (NX Zero). O show de lançamento de seu CD será na Via Funchal, em São Paulo, no próximo sábado dia 20 de março, e terá participações especiais: Dudu Surita e Federico Devito (Colírios da Capricho) farão a discotecagem enquanto que o show de abertura ficará por conta do também Colírio Bruno Anacleto e banda, e ainda, Di Ferrero, vocalista do NX Zero, dividirá o palco com a cantora. A Família Sampaio, a Galera Capricho e outros Colírios da revista também confirmaram presença.

Para mais informações sobre o show, acesse o site www.viafunchal.com.br.

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