5 de abril de 2011

Em São Paulo, exposição gratuita alerta para importância da higiene bucal


No primeiro fim de semana mais de três mil pessoas visitaram a exposição.

Entre os dias 2 e 17 de abril, no Morumbi Shopping, acontece a mostra “Germes em Extinção”, patrocinada por LISTERINE®. Por meio da ação, a marca pretende conscientizar a população sobre a importância de seguir os três passos para uma higiene oral eficaz. A exposição segue o perfil irreverente da marca e, por meio de uma história e personagens fictícios, vai reforçar também o papel do antisséptico bucal na rotina diária de cuidados com a boca.

O projeto cria um paralelo entre o período pré-histórico da humanidade e o dos germes. Assim, da mesma forma que o Homem, as bactérias passaram por estágios de evolução, até chegarem ao atual “Período LISTERINE®”, quando entram em extinção.

Criados pelos artistas Linn Olofsdoter e Nando Costa, os germes fictícios ganharam proporções gigantescas. Diversos materiais foram utilizados na elaboração das obras, que medem até 1,55 de altura por 0,80m de largura.

Cada obra é identificada com o nome científico e a biografia do germe fictícios, que inclui, por exemplo, informações sobre a origem, características e tempo de ocupação na Terra. Assim, será possível conhecer desde o já extinto Halitis Fedorentis, surgido no período “Residual Alimentício”, até o Fogis do Fio Dentalis, que está em extinção no atual “Período Listerine”.

Os ciclos de vida de cada germe seguem uma lógica simples: vão da inexistência de qualquer tipo de cuidado oral, quando os germes reinavam absolutos na boca do homem, até a chegada do enxaguatório bucal LISTERINE®, época em que entram em extinção. “Toda essa fantasia transfere para o universo real a principal missão da mostra: conscientizar os visitantes sobre as práticas corretas para ter sempre uma boca saudável. Pretendemos mostrar todos os benefícios de utilizar o antisséptico bucal LISTERINE® como o terceiro passo para uma boca limpa de verdade”, ressalta Eduardo Siqueira, gerente de marketing da Johnson & Johnson.

Após percorrerem a exposição, os visitantes serão convidados a experimentar produtos da linha LISTERINE® e receberão um folheto educativo sobre o tema.

O próximo destino a receber a mostra é o BarraShopping, no Rio de Janeiro, entre 23 de abril e 8 de maio.

Serviço

Exposição “Germes em Extinção” - Gratuita
Local: Morumbi Shopping
Endereço: Avenida Roque Petroni Junior, 1089 - São Paulo/SP
Horário: de segunda a sábados das 10h às 22h; domingos das 14h às 20h
Data: de 2 a 17 de abril de 2011

Programação Na Mata Café De 08 a 14 de abril


DIA 08 DE ABRIL – SEXTA-FEIRA
Banda VIVA NOITE
HORÁRIO: 00H
PREÇO: Mulher: R$40 (entrada) / Homem: R$50 (entrada) Camarote sob consulta

A já conhecida banda Viva Noite está de volta ao palco do Na Mata Café, para única apresentação no dia 08 de abril.

Nas mãos dos integrantes do grupo, o público poderá conferir músicas do repertório de Wando, Dominó, Angélica, Rádio Táxi, Sidney Magal, Polegar e Xuxa.

DIA 09 DE ABRIL – SÁBADO
ALMOÇO – FEIJOADA COM RODA DE ROCK OS HOUDINIS
HORÁRIO: Das 13h as 16h30 (show às 14h)
PREÇO: R$44,90 (por pessoa: almoço + show)

Os Houdinis apresentam uma deliciosa ‘Roda de Rock’, no intuito simples e objetivo, comprometido e descontraído, mas sem enganações, desmascarando as invencionices e firulas da cena atual, e usando todas as mágicas, manhas, escapismos e truques adquiridos em anos de experiência nos palcos.

A banda é formada por Ícaro Scagliusi (guitarra e vocais), Ricardo Carneiro (guitarra e vocais), Luiz Puglisi (baixo), Lúcio Del Ciello (bateria e percussão), Gui Afif (sax & vocais), além de Del Campo Jr, vocalista da banda Frank Elvis & Los Sinatras, nos vocais principais.

NOITE - FRANK ELVIS & LOS SINATRAS
HORÁRIO: 00h30
PREÇO: Mulher: R$40 (entrada)/ Homem: R$50 (entrada) Camarote sob consulta

A já tradicional banda da Casa, Frank Elvis & Los Sinatras permanece na programação fixa da Casa em 2011. No dia 02 de abril, eles estão de volta ao palco do Na Mata Café.

Formada em 2006, a banda vem transformando seus shows em verdadeiros cultos a alegria. Com um repertório diferenciado, que vai de Abba a Zappa, passando pelos anos 60 e 70, pela New Wave e o revolucionário Rock Nacional da década de 80, a banda pões mesmo a galera prá dançar. Sem esquecer o R&B, black e soul da música americana e os hits dos ícones Frank Sinatra e Elvis Presley.

Com essa fórmula original e inusitada, a banda ganhou destaque na mídia e vem abrilhandtando há mais de 2 anos as noites de sábado no Na Mata Café, em São Paulo. O destaque dos shows são as performances do vocalista Junior Del Campo, que se transforma num mestre de cerimônias interativo, fazendo o público participar do show no palco em situações divertidas.

Entre as músicas escolhidas para o repertório estão “Blue Suede Shows” (Elvis Presley), “Bete Balanço” (Barão Vermelho), “Dancing Queen” (Abba), “Grils Just Wanna Have Fun” (Cindy Laouper) e “Fly Me To The Moon” (Frank Sinatra).

SERVIÇO
NA MATA CAFÉ
Endereço: Rua da Mata, 70
Fone para reserva: (11) 3079-0300
Capacidade: 250 pessoas
Censura: 18 anos

Horários e dias de funcionamento:
-Almoço: de segunda à sexta, das 12h às 15h30 e sábados, das 13h às 16h30.
-Restaurante à noite: de segunda à quinta, abertura às 20h, e na sexta e sábado, abertura às 21h.
-Na Moita: de terça a sábado, às 22h00, com funcionamento até o último cliente.
Shows às 23h (de terça a sexta), às 00h30 (sábados) e 20h (domingos).

Paralamas do Sucesso agitam fãs no Wet'n Wild


Banda se apresentou no parque aquático no último domingo (3)

Mesmo com o tempo nublado e uma garoa que insistia em cair, o show da banda Paralamas do Sucesso agitou o parque aquático Wet'n Wild no último domingo (3). Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone fizeram com que mais de 6 mil pessoas cantassem ao som de sucessos como Óculos, Calibre, Alagados, Loirinha Bombril e muitas outras músicas que fizeram e ainda fazem parte da história de jovens e adultos.

"Pensamos que a chuva afastaria nossos fãs, mas isso não aconteceu. Deu para ver o brilho no olhar e sentir a energia boa de cada um dos presentes. Isso é um estimulo para nós", disse o vocalista Herbert Vianna.

O show fez parte da 8º Corrida e Caminhada Wet'n Wild, evento esportivo que acontece anualmente no parque.


Ozzy


Show do madman. Praticamente um dos pais do Heavy Metal.

A chuva tenebrosa caiu sobre São Paulo, bem ali na Marginal Tietê, aos pés do Anhembi. Bem onde costuma alagar. Mas é lugar-comum repetir que a chuva não atrapalharia a noite, mesmo antes do show começar, Ozzy Osbourne é garantia de rock'n'roll e heavy metal de qualidade indiscutível. Eu cheguei antes da abertura do Sepultura e na boca do palco, havia uma poça d'água pra deixar o tênis naquele esquema. Mas esse era só o começo, pois logo caiu a chuva fria de gotas gigantescas pra refrescar e machucar a galera.

Entrou Sepultura, esse metal absurdo e brasileiro, talvez o maior expoente do metal nacional lá pelas bandas de fora que adoram essa mistura original do heavy metal com batucadas (que já nem faz tanta parte do repertório atual da banda). A bem da verdade, só levantaram a galera com os clássicos como Roots, Territory, Troops of Doom e coisas mais pré-históricas. O pessoal tava ali era pra ver o morcegão mesmo, o louco vocalista original do Black Sabbath, o homem que (acidentalmente, dizem) comeu um morcego no palco entre outras peripécias.

Sai Sepultura, sai palco, cai a chuva, todo mundo se encoxa.

Vai começar. Não tem musiquinha de abertura, não tem suspense, nem nada. Apenas as luzes se apagam, alguns instrumentos são testados e quando menos percebemos o velho louco já está no meio do palco perguntando se estamos preparados antes que os acordes metálicos de "Bark at the Moon" destruam a plateia de tanta movimentação orgânica. Segue o novo hit do madman "Let me hear you scream" provando que mesmo gagá, velhinho doido do heavy metal, ele ainda sabe emplacar músicas ótimas que a galera inteira canta. Impressionante. A trinca inicial se fechou com a climatizante "Mr. Crowley", uma das mais emblemáticas da sua carreira solo. Estava dado o cartão de entrada, nos enrabando com dois clássicos e uma ótima música atual, o madman sabe montar setlists, fala sério.

A energia do vovô só assusta se levarmos em conta seu histórico de drogas, de abusos, seu estado senil apresentado em entrevistas e programas de tevê; chega a ser um choque vê-lo correndo, pulando, jogando espuma ou água na plateia, no medo de vê-lo desmontar a qualquer instante. Bobagem. O velho continua ali, de pé. Desfilando e maltratando a galera com seu mais puro rock pesado, o róque pauleira como se dizia!

A banda competente que acompanha Ozzy não deixa o saco de batatas cair, nem tenta inventar nada de novo naqueles solos clássicos que aprendemos a adorar. Claro que pra tentar fugir um pouco da pecha de banda acompanhante do velho louco, baterista e guitarrista arriscam um desses solos intermináveis que eu tanto desgosto nesses shows de rock. Ponto alto apenas para o 'Brasileirinho' na releitura do guitarrista Gus G., que foi uma grata surpresa. Somente isso.

De volta para o concerto, Ozzy seguiu direitinho a cartilha dos demais shows da turnê e não mudou uma vírgula dela (não vejo tanto problema, Iron há anos faz isso, por exemplo). Talvez tenha faltado No More Tears, e para muitos presentes realmente ficou o gosto de 'queria-ouvir', mas fechando com a esmagadora Paranoid, Ozzy levou a galera ao delírio no final do show num clímax digno para um show de quem praticamente inventou esse gênero que nos faz vestir preto, pôr chifrinhos e sair pulando e cantando.

É um desses shows que, por falta de argumento (e nunca faltam, acreditem) você pode, no mínimo dizer: o velho vai parar logo mais, não tem como perder. E acreditem: esse é o menor dos argumentos. Show de Ozzy é uma verdadeira festa róquenrou, se quiser explicar pros seus pais. Foda.

Por Bruno Portella

Avenged


Família Sevenfold: o peso e a histeria da meninada

Conheci Avenged faz pouco tempo, achei bacana o repertório, algumas músicas eram bem legais e tudo que eu sabia era que o Mike Portnoy (gênio do Dream Theater) havia tocado uma turnê inteira com os caras. Bom, eles devem ser bons e o som é demais. Mas nunca tinha visto foto de nenhum deles, nem vídeo, nem nada. Por isso, meu choque quando vejo o comentário do Régis Tadeu dizendo que eram uma mistura de Simple Plan com Metallica, uma legítima boy band do Heavy Metal. Achei um absurdo, o som dos caras é bom, pesado, melódico, terrível. Parecia uma boa ideia.

Fui, pois, ao Credicard ver qualé que é a dos caras e, antes mesmo de começar o show, fiquei sabendo qualé que era a dos fãs: meninos e meninas histéricas. A juventude do heavy metal? Muita criança, o que eu acho sempre fantástico em shows de rock, pois mostra como o gênero está se renovando sempre. Mas algo me atiça a curiosidade quando a MAIORIA são de crianças ou de adultos imbecis. Certa feita, os integrantes aparecem no andar superior do Credicard Hall e a fila inteira se aglomera gritando e berrando loucamente - eu estava em dúvida se havia ali uma banda de rock ou se os Menudos haviam voltado tamanha histeria.

Natural, quando jovens temos essa adoração para com ídolos, não tem o que depreciar, faz parte da formação. Mas ali eu pensei com meus botões, bem baixinho pra não ser ouvido: eis aqui a família Restart do Heavy Metal. Nada contra, sabe. Quando somos jovens, parece que existe um padrão para o comportamento diante dos ídolos, sejam eles o Sevenfold, o Restart ou mesmo os Beatles na década de 60, gritinhos enlouquecidos. Normal. Eu acho.

Ao show, claro. Eu conhecia parte do repertório dos caras e logo de cara, na incrível "Nightmare", a criançada veio abaixo, guitarras pesadas, vocal rasgado e melódico (meio Axl, meio Hetfield). Ótima música, os caras metem bronca. E a criançada berrando, a mulherada mostrando sutien, menininhas chorando, tava um clima realmente oito ou oitenta. Seguiu o repertório pra fã nenhum botar defeito, pouca vírgula diferente dos demais shows da turnê e dá-lhe pula-pula (acho bem bacana essa interação da plateia), gritinhos. Não sabia onde situar essa galera. No final do show, por exemplo, abriu-se uma gigantesca roda de bate-cabeça, veja só que machos esses fãs, não dá pra compreender. Não sei se são Restarts ou se são Pantera. Dá pra entender essa família Sevenfold? Eu gostei, achei legal.

Quanto à banda, um parágrafo à parte. Tirando o vocalista que realmente toma as rédeas e parece curtir cada verso que canta, os demais integrantes são tão insossos quanto músicos de apoio. Muito mais pose do que presença, muito mais marra do que sentimento, muito mais creme do que cabelo... digo. Aí começa a me vir à cabeça aquele comentário do Tadeu, de antes do show, que tanto me deixou encafifado. Agora dá pra entender de onde ele tirou tantas sandices, esse comportamento 'revoltadinho', meio metalzinho da juventude realmente está em cada célula desses caras, o que é uma pena por que aí fica essa coisa meio encenada, meio bocó e com uma puta música bacana nas mãos.

Mas eu gosto das músicas. Eu estava ali por que eu curti o setlist da turnê, senão não teria ido, pô. Musicalmente falando é uma grande banda, pesada, tem seus momentos ótimos, como também tem seus momentos horríveis do começo da carreira (que sabiamente pouco entra no show, grazadeus), mas está ali uma banda que tem sim um bom repertório para um bom show de rock ou hard heavy metal (haha), não sei. Vai melhorar muito quando parar de se maquiar e se preocupar em dar um show realmente digno de um público apaixonado como aquele. Somente explodir fogos, fumaças e efeitos não fazem do seu show ser memorável, o que faz ele ser memorável é o que a banda faz enquanto os fogos explodem.

Mas foi uma boa noite. Diferente. Certa feita o telão do Credicard anunciou as próximas atrações na casa: Restart, vaias largas e xingamentos, achei irônico. Aí xingaram e maltrataram o Leonardo, aí fiquei ofendido.

Por Bruno Masei

4 de abril de 2011

Alexandre Porpetone estréia no SEO Leopoldo: "Liga dos Comédias"


O humorista, Alexandre Porpetone, conhecido nacionalmente por interpretar o personagem Ronalducho no programa A Praça é Nossa, no SBT e também por apresentar o programa de humor esportivo Galera Gol, na rádio Transamérica SP, estréia amanhã, terça-feira, dia 05 de abril, o stand-up Comedy, Liga dos Comédias, no bar Seo Leopoldo, na Vila Leopoldina.

O elenco é formado por outros dois grandes nomes: Renato Tortorelli, também do programa Galera Gol e Enio Vivona, da Praça é Nossa e do Café com Bobagem. Lembrando que toda terça-feira um humorista convidado subirá ao palco do bar para atuar com eles. O espetáculo dura aproximadamente 1h e 30min.

STAND-UP LIGA DOS COMÉDIAS
BAR SEO LEOPOLDO
Rua Carlos Weber, 350, Vila Leopoldina
11 3647 9815
A partir das 21h30
Cartões: Visa, MasterCard, American Express e Dinners

McFly faz nova turnê pelo Brasil em Maio


Os fãs pediram e eles estão de volta: em maio, o pop/rock dos ingleses do McFly faz nova temporada no país, com apresentações em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre

De uma coisa o McFly não pode reclamar – de seus fãs brasileiros. Em duas passagens pelo Brasil – em outubro de 2008, pelo Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba, e em maio de 2009, dessa vez numa turnê por sete capitais, a banda inglesa de pop rock lotou casas de espetáculo, provocou ondas de euforia nos fãs e deixou o público brasileiro sempre querendo mais. A espera chegou ao fim: em maio próximo, o McFly volta ao país para apresentações em quatro capitais: Belo Horizonte (Chevrolet Hall, dia 20), Rio de Janeiro (HSBC Arena, dia 21), São Paulo (HSBC Brasil, dia 23) e Porto Alegre (Teatro Bourbon Country, dia 26).

O público vai se encontrar desta com uma banda mais amadurecida, mas com a mesma energia que encantou os fãs de todo o mundo e vendeu mais de 10 milhões de discos em todo o planeta. É um “McFly versão 2.0”, segundo eles mesmos. Parte disso vem do novo site da banda, o inovador Super City, uma obra prima de como colocar uma banda pop na era digital. Fóruns, demos, chats originais, materiais novos e presença constante online fazem deles uma das bandas mais conectadas com seus fãs do universo.

O McFly é uma banda que soa diferente, age diferente e pensa diferente. “É isso que diferencia uma banda pop de uma banda de rock,” diz Danny. “Nós podemos ser o que quisermos ser. Não estamos confinados por regras ou estilos de se vestir. E se você tem permissão para ser o que quiser, então porque não tentar?”

Serviço
20 de maio: Belo Horizonte

Local: Chevrolet Hall
Início de Vendas: 9 de abril, 10:00 AM
21 de maio: Rio de Janeiro

Local: HSBC Arena
Início de vendas: 7 de abril, 10:00 AM
23 de maio: São Paulo

Local: HSBC Brasil
Início de vendas: 9 de abril, 10:00 AM
26 de maio: Porto Alegre

Local: Teatro Bourbon Country
Início de vendas: 9 de abril, 10:00 AM

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