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17 de janeiro de 2026

Verão exige atenção à hidratação e à alimentação de cães e gatos




Temperaturas elevadas alteram apetite e consumo de água dos animais


O aumento das temperaturas no início do ano tem levado tutores e profissionais de saúde animal a reavaliar práticas rotineiras de cuidado com cães e gatos. Durante o verão, mudanças no comportamento alimentar e na ingestão de água são observadas com maior frequência, o que exige adaptações na forma de oferecer alimentos e líquidos. O objetivo dessas ações é manter a hidratação, o aporte nutricional e o conforto dos pets em um período marcado pelo calor intenso.


Em diferentes regiões do país, sobretudo nos centros urbanos, tutores relatam que cães e gatos passam a se alimentar menos, permanecem mais quietos e demonstram menor interesse por atividades habituais. Essas alterações ocorrem como resposta às altas temperaturas e afetam diretamente o consumo de água, fator considerado central para a manutenção da saúde ao longo da estação. Diante desse cenário, a organização da rotina alimentar se torna uma ferramenta de manejo relevante.

7 de janeiro de 2026

Altas temperaturas mudam a rotina dos pets e exigem novos cuidados dos tutores




Medidas simples no dia a dia ajudam a reduzir impactos do verão na saúde animal


Texto: Sérgio Dias
Fotos: Divulgação

O início do verão em dezembro marca uma mudança significativa na rotina de milhões de lares com cães e gatos no Brasil. As altas temperaturas registradas em diferentes regiões do País impõem desafios que vão além do desconforto térmico, exigindo dos tutores atenção contínua à saúde e ao bem-estar dos animais de estimação.


Assim como ocorre com os humanos, o calor intenso interfere no funcionamento do organismo dos pets. No entanto, cães e gatos possuem mecanismos limitados de controle da temperatura corporal, o que aumenta a vulnerabilidade a quadros de desidratação, problemas respiratórios, queimaduras nos coxins das patas, hipertermia e insolação. Além disso, o verão favorece a proliferação de parasitas, como pulgas, mosquitos e carrapatos, ampliando os riscos de transmissão de doenças.

30 de dezembro de 2025

Quando a mala inclui quatro patas: viagens de fim de ano com pets pedem planejamento




Vacinação, clima e transporte estão entre os pontos que ajudam a reduzir riscos durante o deslocamento


Texto: Sérgio Dias
Foto: Pexels

O aumento das viagens de fim de ano no Brasil também envolve cães e gatos, que acompanham seus tutores em deslocamentos por estradas, aeroportos e diferentes regiões do país. O movimento, mais frequente nos meses de novembro e dezembro, exige preparação prévia para reduzir riscos à saúde e ao bem-estar dos animais durante trajetos e estadias fora de casa.


De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), mais de 20 milhões de cães e gatos viajam anualmente no país. O número acompanha a expansão de hotéis e serviços pet friendly e reforça a necessidade de planejamento, especialmente em períodos de maior fluxo, quando mudanças de clima, rotina e ambiente se tornam mais intensas.

21 de dezembro de 2025

Encontros, presentes e convivência no amigo secreto dos tutores de pets



Ação combina interação social, cuidado com os animais e experiências compartilhadas


Texto: Sérgio Dias
Fotos: Pexels

Organizar um amigo secreto entre tutores de pets é uma prática que se expande em grupos de convivência, comunidades de bairro e redes de serviços voltados ao mercado pet. A atividade envolve a troca de presentes entre tutores e seus animais, com encontros definidos em datas específicas e em locais que permitam a circulação e o contato entre os participantes. A dinâmica ocorre a partir da definição de regras que orientam a ação, da realização de um sorteio e da escolha dos itens que serão oferecidos, de acordo com informações prévias sobre cada animal.


A iniciativa surge como forma de aproximar tutores e promover interações entre pessoas que compartilham rotinas similares relacionadas aos cuidados com seus animais. O modelo segue princípios tradicionais de confraternizações que envolvem trocas de presentes, mas incorpora características relacionadas ao comportamento e às necessidades dos pets. O encontro final costuma ocorrer em parques, pet shops com áreas destinadas a eventos ou residências que comportem animais de diferentes portes.

19 de dezembro de 2025

Nutrição sob medida orienta o futuro de cães e gatos




Acompanhamento veterinário e fórmulas específicas sustentam cada etapa do desenvolvimento dos animais


Texto: Sérgio Dias
Fotos: Pexels

A alimentação dos filhotes de cães e gatos tem sido objeto de atenção crescente entre especialistas em saúde animal. O período inicial de vida é marcado por transformações intensas no organismo, e a nutrição desempenha papel decisivo na formação de sistemas vitais e na definição de hábitos alimentares. A proposta de dietas sob medida, adaptadas às necessidades de cada fase, vem sendo apontada como estratégia essencial para assegurar o desenvolvimento adequado dos pets.


Logo após o nascimento, o colostro materno representa a primeira fonte de nutrientes e anticorpos, fortalecendo o sistema imunológico e fornecendo proteínas e gorduras indispensáveis. Nas semanas seguintes, o leite materno mantém a função de suprir integralmente as demandas nutricionais até o início do desmame, que ocorre entre a terceira e a quarta semana de vida. Nesse momento, fórmulas específicas podem ser indicadas pelo Médico-Veterinário para complementar ou substituir a nutrição natural.

4 de dezembro de 2025

A escolha por pets no Natal e os impactos para a rotina das famílias




Prática cresce no período natalino e mobiliza debates sobre cuidados, custos e compromissos familiares


Texto: Sérgio Dias
Fotos: Pixabay

O período que antecede o Natal altera o comportamento de consumo das famílias e amplia a busca por presentes destinados ao público infantil. Nesse contexto, a inclusão de animais de estimação entre as opções avaliadas pelos pais volta a ganhar destaque. A prática, porém, envolve condições que ultrapassam o caráter simbólico da data e exige análise criteriosa sobre a capacidade de manutenção do animal ao longo dos anos.


A decisão é conduzida majoritariamente por pais e responsáveis, que precisam considerar disponibilidade de tempo, rotina e recursos financeiros antes de entregar um pet como presente de fim de ano. A criança aparece como destinatária da ação, mas não como responsável pelos cuidados essenciais, o que reforça a necessidade de que a escolha seja tomada de forma antecipada e com consenso entre os adultos da casa.

26 de novembro de 2025

A estrutura de gastos que define a rotina dos tutores de pets




Despesas com alimentação, saúde, higiene e imprevistos definem a organização financeira das famílias


Texto: Sérgio Dias
Fotos: Pixabay

A decisão de incluir um animal de estimação na rotina familiar implica lidar com uma estrutura de gastos que se distribui ao longo do mês e que exige planejamento desde o primeiro dia de convivência. Esse movimento, que envolve tutores de diferentes perfis, ocorre em um cenário em que o custo médio mensal com cães e gatos cresce de acordo com as necessidades básicas e eventuais do animal. As despesas, que variam conforme porte, espécie e hábitos de consumo, se tornaram parte relevante da organização financeira doméstica.


Essas despesas estruturam um conjunto de decisões que o tutor precisa tomar ao longo do tempo, principalmente quando se consideram os ciclos de vida do animal. A alimentação, que representa a fatia mais significativa do orçamento, concentra a maior parte dos gastos mensais. Entretanto, é nos cuidados veterinários – como vacinação, consultas, vermifugação e atendimentos emergenciais – que surgem as variações que podem alterar o planejamento inicial e ampliar a necessidade de reservas financeiras específicas.

28 de outubro de 2025

Hipertensão em animais exige diagnóstico preciso e monitoramento contínuo




Condição pode estar associada a doenças renais, cardíacas ou hormonais e requer acompanhamento veterinário


Texto: Sérgio Dias
Fotos: Pixabay

A pressão alta em pets é uma condição mais comum do que se imagina e pode evoluir de forma silenciosa. Assim como em humanos, a hipertensão em animais ocorre quando há elevação persistente da pressão arterial, o que sobrecarrega o coração, os rins e o sistema circulatório. O problema tende a aparecer como consequência de outras doenças, mas também pode surgir de forma isolada.


O diagnóstico precoce é um desafio, já que em muitos casos a hipertensão é assintomática nos estágios iniciais. A ausência de sinais clínicos claros faz com que o acompanhamento veterinário seja essencial para detectar o aumento da pressão arterial antes que provoque danos. A medição periódica da pressão durante consultas de rotina é a principal forma de identificar a alteração.

15 de setembro de 2025

Cresce o alerta para acidentes com escorpiões que atingem animais de estimação




Veterinários recomendam rapidez no atendimento e medidas de prevenção em ambientes urbanos e rurais


Texto: Sérgio Dias
Fotos: Pexels

O aumento dos acidentes com escorpiões no Brasil tem chamado a atenção não apenas pela ameaça à saúde humana, mas também pelos riscos aos animais de estimação. O comportamento curioso dos pets os torna mais vulneráveis a esse tipo de ocorrência, que pode provocar desde reações leves até complicações graves. Com a chegada das altas temperaturas no Verão e o acúmulo de entulhos, a presença desses aracnídeos em áreas urbanas se intensifica, criando situações de alerta para tutores.


De acordo com dados oficiais, em 2024 foram registrados mais de 195 mil casos de acidentes envolvendo escorpiões no país. Embora a maioria das ocorrências esteja concentrada nas regiões Sudeste e Nordeste, especialistas apontam que o risco é nacional. A expansão das áreas urbanizadas, a presença de resíduos e o aumento da população de baratas – principal fonte de alimento desses animais – favorecem a proliferação e aproximam o escorpião dos lares.

Mercado pet de luxo cresce, mas exageros podem comprometer a saúde animal




Banhos frequentes, perfumes e acessórios estéticos levantam debate sobre impactos na saúde de cães e gatos


Texto: Sérgio Dias
Fotos: Pexels

Banhos aromáticos, cromoterapia, perfumes importados e até alisamento de pelos. O mercado de luxo para animais de companhia movimentou R$ 75,4 bilhões em 2024 no Brasil, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet). A expansão do setor abre espaço para serviços que, embora atendam ao desejo dos tutores, levantam dúvidas sobre os reais benefícios para cães e gatos.


A humanização dos pets, fenômeno que se intensifica com a diversificação de produtos e serviços, nem sempre resulta em ganhos para os animais. Em alguns casos, práticas que visam ao bem-estar podem ser confundidas com excessos, causando efeitos adversos à saúde física e emocional. O debate se concentra em até que ponto o cuidado especial se mantém saudável e em que momento ultrapassa a linha do exagero.

28 de agosto de 2025

Diabetes em pets exige atenção redobrada à alimentação e ao sobrepeso




Alimentação, monitoramento e disciplina do tutor são determinantes no controle da doença


Texto: Sérgio Dias
Fotos: Pixabay

O aumento do número de diagnósticos de diabetes em cães e gatos tem colocado a alimentação e o controle de peso como pontos centrais na rotina de cuidados dos tutores. A doença, que pode se desenvolver de forma silenciosa, foi tema de alerta de especialistas que destacam a necessidade de identificar os sintomas precocemente, iniciar o tratamento adequado e estabelecer disciplina diária.


Assim como ocorre em humanos, o diabetes mellitus em animais de companhia surge quando o organismo apresenta falhas na produção ou na utilização da insulina. O quadro pode afetar tanto cães quanto gatos em diferentes idades, sendo mais comum em animais idosos ou com sobrepeso. Segundo Fabiana Volkweis, professora de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Brasília (CEUB), a participação ativa do tutor é decisiva para o controle da doença e para garantir qualidade de vida ao pet.

25 de agosto de 2025

O papel silencioso dos animais que apoiam a saúde humana




É preciso conhecer os limites de cada categoria para garantir direitos e bem-estar dos pets e dos tutores


Texto: Sérgio Dias
Foto: Divulgação

Eles percebem quando o silêncio se alonga e o corpo perde a firmeza. Aproximam-se, oferecem presença e ajudam a transformar a rotina de quem convive com limitações físicas ou transtornos emocionais. A relação entre humanos e animais vai além da companhia cotidiana, pois muitos deles atuam diretamente na promoção da saúde. Mas qual a diferença entre os animais de serviço, os de suporte emocional e os de terapia?

Fabiana Volkweis, professora de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Brasília (CEUB), explica que a distinção é essencial para entender quais são os direitos dos tutores, o alcance da legislação e as condições de bem-estar dos próprios animais. A categoria mais conhecida é a dos animais de serviço, que reúne os cães-guia, fundamentais para pessoas com deficiência visual. “Temos também cães treinados para operações com policiais, bombeiros, os que ajudam na audição, na mobilidade, no reconhecimento de crises, como convulsões ou queda de glicemia”, detalha a docente.

7 de agosto de 2025

Imunização preventiva protege pets de doenças fatais




Especialistas alertam para o impacto da negligência vacinal na mortalidade de cães e gatos


Texto: Sérgio Dias
Fotos: Freepik

A morte precoce de cães e gatos por doenças infecciosas continua sendo uma realidade em diversas regiões do Brasil. O problema, segundo especialistas, está diretamente ligado à ausência de vacinação preventiva, especialmente em filhotes e adultos que não recebem acompanhamento veterinário regular. Embora existam avanços na medicina veterinária, milhares de animais ainda morrem anualmente por enfermidades que poderiam ser evitadas.


A ação preventiva por meio da imunização é considerada a forma mais eficaz de reduzir a mortalidade entre pets. De acordo com Ana Elisa Arruda Rocha, médica veterinária e professora do curso de Medicina Veterinária do UniCuritiba, a vacinação associada a cuidados clínicos adequados pode alterar significativamente o cenário atual. “Apesar dos avanços na medicina veterinária, milhares de cães e gatos ainda morrem anualmente no Brasil por doenças que poderiam ser prevenidas com a vacinação”, afirma.

24 de julho de 2025

Prevenção veterinária transforma o cuidado com os pets no Brasil




Modelo sustentável beneficia tutores, clínicas, profissionais e contribui para a saúde pública


Texto: Sérgio Dias
Fotos: Divulgação

Um número crescente de clínicas e hospitais veterinários em todo o Brasil têm adotado a medicina preventiva como prática estruturada de atendimento. O movimento busca ampliar o cuidado contínuo aos animais de estimação e atender tanto às exigências de um público mais consciente quanto às diretrizes técnicas de saúde pública, controle de zoonoses e uso racional de medicamentos.


Com a maior longevidade dos animais e sua inserção no núcleo familiar, os tutores passaram a demandar soluções que vão além do tratamento de doenças. Consultas regulares, exames de rotina, protocolos de vacinação personalizados, controle de parasitas, avaliação nutricional e suporte ao envelhecimento estão entre as medidas preventivas que contribuem para a identificação precoce de condições clínicas silenciosas e potencialmente graves.

19 de julho de 2025

O impacto da música no bem-estar dos pets




Musicoterapia ganha espaço como recurso para melhorar a qualidade de vida de cães e gatos


Texto: Sérgio Dias
Fotos: Pixabay

A relação entre sons e comportamento animal vem sendo cada vez mais estudada. Pesquisas indicam que a música, quando escolhida com cuidado, pode influenciar diretamente o bem-estar de cães e gatos. A aplicação desse recurso, chamada de musicoterapia, é utilizada para criar um ambiente mais equilibrado e reduzir situações de ansiedade nos pets.


O uso de melodias não se limita a entretenimento humano. Em diferentes contextos, como em clínicas veterinárias e ambientes domésticos, a música tem sido incorporada para minimizar o estresse de animais diante de situações desafiadoras. A eficácia dessa prática depende do estilo musical, da intensidade do som e da sensibilidade auditiva dos pets.

12 de julho de 2025

Transplantes em pets exigem compatibilidade e acompanhamento contínuo




Avanço de procedimentos em cães e gatos ainda depende de pesquisas e estrutura especializada


Texto: Sérgio Dias
Fotos: Pexels

A possibilidade de um animal de estimação receber um órgão de outro, seja vivo ou falecido, já é realidade em clínicas veterinárias especializadas. Embora o procedimento ainda seja restrito e cercado por exigências técnicas, o transplante em pets representa uma alternativa de tratamento para doenças crônicas e degenerativas. Em especial, a insuficiência renal terminal tem motivado médicos veterinários e tutores a considerarem o transplante como uma opção viável.


O procedimento mais consolidado é o transplante renal em gatos, realizado no Brasil desde 2003 em centros habilitados. Em cães, a prática ainda está em fase experimental, com estudos em andamento para verificar a eficácia e a segurança do procedimento. Além dos rins, outras possibilidades incluem transplante de fígado, coração, medula óssea e até de microbiota fecal, sendo estas ainda menos frequentes e, em sua maioria, restritas a pesquisas acadêmicas.

30 de junho de 2025

Limpeza do espaço do pet reduz riscos e fortalece cuidados preventivos




Prática regular de higiene evita contaminações e melhora a convivência no lar


Texto: Sérgio Dias
Fotos: Pixabay

A limpeza do espaço onde os animais domésticos dormem ou permanecem por longos períodos têm sido apontada como uma medida eficaz para evitar riscos sanitários e promover o bem-estar no ambiente doméstico. A ação é preventiva e beneficia não apenas os animais, mas também os tutores, ao reduzir a exposição a parasitas, microrganismos e agentes causadores de doenças.


De acordo com especialistas, a higiene desses locais deve ser realizada com frequência e com atenção ao tipo de material presente, ao uso de produtos adequados e à necessidade de ventilação. A recomendação é válida para diferentes formatos de acomodação – como camas, casinhas, caixas de transporte ou áreas delimitadas no piso – e independe do porte ou espécie do pet.

18 de junho de 2025

Festas Juninas: saiba o que seu pet pode (ou não) comer




Nem tudo o que vai à mesa do arraial pode ser compartilhado com os animais de estimação


Texto: Sérgio Dias
Fotos: Pexels

Junho chegou e, com ele, a temporada de festas juninas – tradicionais, animadas e repletas de delícias. Em meio à movimentação de bandeirinhas, fogueiras e barracas, é comum que cães e gatos circulem entre as pessoas, curiosos e muitas vezes esperando um petisco das mesas. Porém, nem tudo o que é gostoso para os humanos é seguro para os animais.


“Alguns alimentos típicos das festas juninas podem representar riscos graves para os pets, mesmo em pequenas quantidades”, alerta Marina Meireles, veterinária do Centro Veterinário Nouvet. Ela explica que chocolates, massas fermentadas, carnes gordurosas, cebola, alho e doces com xilitol estão entre os vilões mais comuns.

Frio intenso aumenta riscos para cães e gatos no Brasil




Confira os principais riscos para cães e gatos durante o inverno e como evitá-los


Texto: Sérgio Dias
Fotos: Pexels

À medida que as temperaturas caem, os riscos para a saúde dos animais domésticos aumentam. Com o ar mais seco e as mudanças na rotina, cães e gatos ficam mais vulneráveis a uma série de problemas respiratórios, articulares e urinários. Para os tutores, entender essas ameaças e adotar medidas preventivas pode ser determinante para o bem-estar dos pets durante os meses mais frios do ano.


Entre os cães, a traqueobronquite infecciosa, conhecida como Tosse dos Canis, é uma das enfermidades respiratórias mais comuns nesta época do ano. O médico-veterinário Luiz Felipe Cibin, do Hospital Veterinário LeVet, explica que a doença tem alta transmissibilidade, especialmente em locais com grande concentração de animais. “É uma condição semelhante à gripe nos humanos e pode acometer cães de qualquer idade, mas filhotes e idosos são mais vulneráveis”, afirma.

3 de junho de 2025

A música certa pode mudar a vida do seu pet




Pesquisa aponta que clássica e sons suaves ajudam a acalmar cães e gatos em situações de estresse


Texto: Sérgio Dias
Fotos: Pexels

A música pode ter um papel relevante na saúde e no bem-estar de animais de estimação, como cães e gatos. Uma recente pesquisa, conduzida por especialistas em comportamento animal, revelou que a exposição a certos estilos musicais pode ajudar a reduzir os níveis de estresse e ansiedade dos pets. Essa descoberta foi realizada em centros veterinários e lares domésticos, nos quais os pesquisadores monitoraram reações de diferentes espécies a estímulos sonoros.


O estudo identificou que músicas clássicas, especialmente as de compasso suave, e sons da natureza, como água corrente e cantos de pássaros, podem provocar reações de relaxamento e tranquilidade em cães e gatos. Essa resposta ocorre, segundo os especialistas, porque a música atua como estímulo sensorial positivo, promovendo conforto e segurança em situações potencialmente estressantes, como visitas a clínicas veterinárias, períodos de adaptação a novos ambientes e deslocamentos longos em veículos.

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