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26 de abril de 2026

Gastos com pets seguem fora do Imposto de Renda em 2026




Legislação atual não permite dedução de despesas com animais de estimação


Texto: Sérgio Dias
Fotos: Pexels

Na mesa de jantar, no sofá e no orçamento mensal, cães e gatos ocupam espaço consolidado nas famílias brasileiras. Na declaração do Imposto de Renda de 2026, porém, a presença dos pets ainda para na porta do sistema tributário. Despesas com consultas veterinárias, vacinas, exames, medicamentos e alimentação não podem ser deduzidas no Imposto de Renda Pessoa Física 2026, mesmo em lares onde os animais são tratados como integrantes da família.


A discussão ganhou força durante o período de entrega das declarações, quando contribuintes passaram a questionar se os custos crescentes com cuidados animais poderiam gerar algum abatimento fiscal. A resposta, pela regra atual, é negativa. A Receita Federal permite deduções relacionadas à saúde apenas para pessoas físicas enquadradas como contribuinte ou dependentes humanos legalmente reconhecidos.

25 de abril de 2026

Guarda compartilhada de pets entra na lei brasileira




Lei estabelece regras para convivência e divisão de despesas após separações


Texto: Sérgio Dias
Fotos: Pexels

O fim de uma relação conjugal passou a envolver, de forma oficial, outro integrante da casa: o animal de estimação. Desde abril de 2026, a guarda compartilhada de cães e gatos ganhou respaldo legal no Brasil com a sanção da Lei 15.392/2026, norma que disciplina a custódia de pets em casos de divórcio e dissolução de união estável. A medida reconhece uma realidade crescente nas famílias brasileiras: animais deixaram de ser tratados apenas como bens patrimoniais e passaram a ocupar espaço afetivo dentro da estrutura doméstica.


Na prática, a nova legislação estabelece que, quando o animal tiver convivido majoritariamente com o casal durante a vida em comum, poderá ser considerado de propriedade compartilhada. Se houver consenso entre as partes, os ex-companheiros podem definir como será a convivência, a rotina de visitas e a divisão das despesas. Quando não houver acordo, caberá ao juiz de família decidir, com base em critérios ligados ao bem-estar do pet.

10 de abril de 2026

Orientação comportamental ganha espaço no cuidado com pets




Ansiedade, vocalização e destruição de objetos estão entre os sinais mais recorrentes


Texto: Sérgio Dias
Foto: Divulgação

O comportamento de cães e gatos tem sido incorporado à rotina de cuidados como um componente de saúde e bem-estar, levando tutores a buscar orientação para prevenir alterações que afetam a convivência no ambiente doméstico. A mudança ocorre em meio ao crescimento do convívio entre humanos e animais, com maior permanência dos pets dentro das residências e aumento da atenção a sinais comportamentais. A identificação precoce de padrões como ansiedade, vocalização excessiva e dificuldade de socialização tem orientado a adoção de medidas preventivas e acompanhamento especializado.


“Os comportamentos que geram desequilíbrio são muito parecidos. O que muda é o acesso à informação e a rapidez com que essas pessoas buscam ajuda”, afirma Cleber Santos, especialista em comportamento animal. Segundo ele, os casos atendidos apresentam padrões semelhantes, independentemente do perfil familiar, com diferenças relacionadas ao tempo de resposta diante dos primeiros sinais.

2 de abril de 2026

Ingestão de chocolate por pets mobiliza alertas durante a Páscoa




Alternativas alimentares evitam exposição a compostos tóxicos durante celebrações


Texto: Sérgio Dias
Foto: Divulgação

O aumento da circulação de chocolate em residências durante o período da Páscoa tem ampliado o risco de ingestão acidental por cães e gatos, levando tutores a buscar orientação sobre como agir diante de possíveis casos de intoxicação. O consumo do alimento por pets ocorre, em geral, dentro do ambiente doméstico, especialmente em momentos de maior oferta e armazenamento acessível. A ingestão, mesmo em pequenas quantidades, pode desencadear alterações clínicas que exigem avaliação veterinária.

“O organismo dos pets não consegue eliminar a teobromina com a mesma eficiência que os humanos. Mesmo pequenas quantidades podem gerar alterações clínicas. Ao identificar ingestão, a orientação é buscar atendimento veterinário imediato para avaliação e conduta adequada”, afirma Juliana Valença, veterinária do Nouvet Centro Veterinário 24h. Segundo ela, a resposta ao consumo depende de fatores como porte do animal, quantidade ingerida e concentração de cacau no produto.

24 de março de 2026

Envelhecimento canino exige novas práticas de cuidado




Mudanças cognitivas e físicas impactam hábitos e exigem adaptação no manejo diário


Texto: Sérgio Dias
Foto: Pexels

O avanço da idade nos cães tem levado tutores a reavaliar rotinas e identificar mudanças de comportamento que podem indicar necessidades específicas de cuidado. Alterações como redução da atividade, variações no sono, episódios de desorientação e mudanças nos hábitos de higiene passaram a ser observadas com maior frequência em animais idosos, exigindo atenção para distinção entre processos naturais do envelhecimento e possíveis quadros clínicos.


“Assim como acontece com os humanos, o envelhecimento nos cães traz mudanças cognitivas e físicas. O tutor precisa entender esses sinais para oferecer suporte adequado e garantir bem-estar ao animal”, afirma Fernando Lopes, adestrador e especialista em comportamento canino. Segundo ele, o acompanhamento dessas transformações permite intervenções mais precisas e evita agravamento de condições associadas à idade.

11 de março de 2026

Conheça os caminhos para desenvolver a inteligência dos cães




Especialista em comportamento canino apresenta práticas diárias que estimulam cognição, atenção e aprendizado


Foto: Divulgação

A rotina dos cães pode ir além de passeios e alimentação. Atividades que exigem raciocínio, atenção e exploração sensorial passam a fazer parte da agenda de tutores que buscam estimular a inteligência do animal. O conjunto de práticas envolve desafios mentais, mudanças no ambiente e interações que estimulam o cérebro do cão ao longo do dia. A proposta inclui exercícios simples que podem ser incorporados ao cotidiano e que dialogam com comportamentos naturais da espécie.


“Muitos problemas de comportamento estão ligados à falta de estímulos adequados no dia a dia. Um cão precisa ser desafiado mentalmente. Estimular a inteligência é uma necessidade básica, não um luxo”, afirma Denise Neves, especialista em comportamento canino e sócia da Dog Corner.

8 de março de 2026

Conheça os caminhos para desenvolver a inteligência dos cães




Especialista em comportamento canino apresenta práticas diárias que estimulam cognição, atenção e aprendizado


Texto: Sérgio Dias
Foto: Divulgação

A rotina dos cães pode ir além de passeios e alimentação. Atividades que exigem raciocínio, atenção e exploração sensorial passam a fazer parte da agenda de tutores que buscam estimular a inteligência do animal. O conjunto de práticas envolve desafios mentais, mudanças no ambiente e interações que estimulam o cérebro do cão ao longo do dia. A proposta inclui exercícios simples que podem ser incorporados ao cotidiano e que dialogam com comportamentos naturais da espécie.


“Muitos problemas de comportamento estão ligados à falta de estímulos adequados no dia a dia. Um cão precisa ser desafiado mentalmente. Estimular a inteligência é uma necessidade básica, não um luxo”, afirma Denise Neves, especialista em comportamento canino e sócia da Dog Corner.

6 de março de 2026

Empresas incorporam pets à rotina corporativa




Iniciativas consideram impactos na saúde emocional de cães, gatos e responsáveis


Texto: Sérgio Dias
Foto: Divulgação

A presença de cães e gatos em escritórios deixou de ser exceção e passou a integrar a rotina de parte do setor corporativo. A cultura pet friendly, adotada por empresas no Brasil e em outros países, permite que colaboradores levem seus animais de estimação ao trabalho, dentro de critérios definidos. A medida surge em um contexto de mudanças na dinâmica familiar e profissional, marcado por períodos prolongados de permanência em casa e alterações posteriores no regime presencial.

Comportamentos associados à ansiedade de separação, como inquietação, vocalização frequente e dificuldade de relaxar na ausência do responsável, têm sido observados com maior recorrência em pets que passaram longos períodos acompanhados por quem cuida deles. A transição para rotinas externas intensificou a atenção de tutores e empresas para os impactos emocionais dessa mudança sobre cães e gatos.

21 de fevereiro de 2026

Cuidado gastrointestinal define a saúde de cães e gatos




Microbioma, absorção de nutrientes e imunidade colocam o intestino no centro do acompanhamento veterinário


Texto: Sérgio Dias
Fotos: Pexels

O motivo que leva tutores de cães e gatos a buscarem atendimento veterinário pode estar na mudança discreta das fezes, na recusa alimentar ou em episódios de vômito. O que parece um evento isolado costuma revelar um sistema em desequilíbrio. No consultório, o trato gastrointestinal figura entre os principais focos de investigação clínica em cães e gatos.


Levantamentos internacionais indicam que cerca de 27% das consultas veterinárias estão relacionadas a alterações gastrointestinais. O dado coloca esses distúrbios no centro da rotina clínica e evidencia a necessidade de orientação técnica, acompanhamento contínuo e definição de estratégias que envolvem diagnóstico e manejo alimentar.

16 de fevereiro de 2026

Conheça estratégias para desenvolver a cognição dos cães em casa e na rua




Rotina, ambiente e interação influenciam o desenvolvimento mental dos pets


Texto: Sérgio Dias
Fotos: Pexels

O desenvolvimento cognitivo dos cães passou a integrar a rotina de tutores que buscam reduzir comportamentos inadequados e ampliar o bem-estar dos animais. A estimulação mental, aplicada por meio de desafios diários, variação de ambientes e interação estruturada, tem sido apontada como ferramenta para organizar energia, atenção e resposta comportamental. O estímulo não se limita ao adestramento tradicional e envolve práticas incorporadas ao cotidiano, em casa ou durante passeios.


“Muitos problemas de comportamento estão ligados à falta de estímulos adequados no dia a dia. Um cão precisa ser desafiado mentalmente. Estimular a inteligência é uma necessidade básica, não um luxo”, afirma Denise Neves, especialista em comportamento canino e sócia da Dog Corner. Segundo ela, a ausência de atividades cognitivas pode favorecer quadros de ansiedade, destruição de objetos e vocalização excessiva.

14 de fevereiro de 2026

Fios e carregadores ampliam acidentes elétricos com pets em ambientes residenciais




Organização dos cabos e supervisão reduzem risco de queimaduras internas e complicações cardíacas


Texto: Sérgio Dias
Foto: Divulgação

Tomadas expostas, fios desencapados e carregadores de celular conectados à rede elétrica têm provocado acidentes com cães e gatos dentro de residências brasileiras. O risco envolve choques elétricos, queimaduras internas e alterações cardíacas que podem evoluir para complicações graves. Os casos ocorrem principalmente no ambiente doméstico, onde a circulação livre dos animais e a presença de cabos energizados criam condições para incidentes que muitas vezes passam despercebidos até o momento da emergência.

“Muitas vezes o tutor não percebe a gravidade do choque elétrico, porque o animal não apresenta ferimentos visíveis. No entanto, as queimaduras podem ser internas, atingir a cavidade oral, os pulmões e até provocar alterações cardíacas que colocam a vida do pet em risco”, afirma a médica-veterinária Juliana Piza Conceição, do Nouvet Centro Veterinário 24h. Segundo ela, a ausência de sinais externos imediatos pode retardar a busca por atendimento, aumentando a possibilidade de agravamento do quadro clínico.

7 de fevereiro de 2026

Relação entre tutor e pet vai além de comandos




Postura, rotina e previsibilidade influenciam diretamente o comportamento animal


Fotos: Pexels

Situações rotineiras dentro de casa costumam revelar ruídos na relação entre tutores e pets. Reações como latidos frequentes, agitação, resistência a comandos ou danos a objetos surgem, muitas vezes, como respostas a estímulos mal interpretados. Esses comportamentos não aparecem de forma isolada e indicam, em geral, dificuldades no fluxo de comunicação estabelecido no convívio diário.

À medida que os animais passam a ocupar espaços cada vez mais integrados à rotina familiar, cresce a necessidade de compreender como ocorre essa troca de informações. A comunicação entre humanos e pets não se baseia em linguagem verbal estruturada, mas em sinais contínuos, emitidos por meio de gestos, postura corporal, previsibilidade de ações e estados emocionais. A ausência de clareza nesses elementos interfere diretamente no comportamento do animal.

17 de janeiro de 2026

Verão exige atenção à hidratação e à alimentação de cães e gatos




Temperaturas elevadas alteram apetite e consumo de água dos animais


O aumento das temperaturas no início do ano tem levado tutores e profissionais de saúde animal a reavaliar práticas rotineiras de cuidado com cães e gatos. Durante o verão, mudanças no comportamento alimentar e na ingestão de água são observadas com maior frequência, o que exige adaptações na forma de oferecer alimentos e líquidos. O objetivo dessas ações é manter a hidratação, o aporte nutricional e o conforto dos pets em um período marcado pelo calor intenso.


Em diferentes regiões do país, sobretudo nos centros urbanos, tutores relatam que cães e gatos passam a se alimentar menos, permanecem mais quietos e demonstram menor interesse por atividades habituais. Essas alterações ocorrem como resposta às altas temperaturas e afetam diretamente o consumo de água, fator considerado central para a manutenção da saúde ao longo da estação. Diante desse cenário, a organização da rotina alimentar se torna uma ferramenta de manejo relevante.

7 de janeiro de 2026

Altas temperaturas mudam a rotina dos pets e exigem novos cuidados dos tutores




Medidas simples no dia a dia ajudam a reduzir impactos do verão na saúde animal


Texto: Sérgio Dias
Fotos: Divulgação

O início do verão em dezembro marca uma mudança significativa na rotina de milhões de lares com cães e gatos no Brasil. As altas temperaturas registradas em diferentes regiões do País impõem desafios que vão além do desconforto térmico, exigindo dos tutores atenção contínua à saúde e ao bem-estar dos animais de estimação.


Assim como ocorre com os humanos, o calor intenso interfere no funcionamento do organismo dos pets. No entanto, cães e gatos possuem mecanismos limitados de controle da temperatura corporal, o que aumenta a vulnerabilidade a quadros de desidratação, problemas respiratórios, queimaduras nos coxins das patas, hipertermia e insolação. Além disso, o verão favorece a proliferação de parasitas, como pulgas, mosquitos e carrapatos, ampliando os riscos de transmissão de doenças.

30 de dezembro de 2025

Quando a mala inclui quatro patas: viagens de fim de ano com pets pedem planejamento




Vacinação, clima e transporte estão entre os pontos que ajudam a reduzir riscos durante o deslocamento


Texto: Sérgio Dias
Foto: Pexels

O aumento das viagens de fim de ano no Brasil também envolve cães e gatos, que acompanham seus tutores em deslocamentos por estradas, aeroportos e diferentes regiões do país. O movimento, mais frequente nos meses de novembro e dezembro, exige preparação prévia para reduzir riscos à saúde e ao bem-estar dos animais durante trajetos e estadias fora de casa.


De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), mais de 20 milhões de cães e gatos viajam anualmente no país. O número acompanha a expansão de hotéis e serviços pet friendly e reforça a necessidade de planejamento, especialmente em períodos de maior fluxo, quando mudanças de clima, rotina e ambiente se tornam mais intensas.

21 de dezembro de 2025

Encontros, presentes e convivência no amigo secreto dos tutores de pets



Ação combina interação social, cuidado com os animais e experiências compartilhadas


Texto: Sérgio Dias
Fotos: Pexels

Organizar um amigo secreto entre tutores de pets é uma prática que se expande em grupos de convivência, comunidades de bairro e redes de serviços voltados ao mercado pet. A atividade envolve a troca de presentes entre tutores e seus animais, com encontros definidos em datas específicas e em locais que permitam a circulação e o contato entre os participantes. A dinâmica ocorre a partir da definição de regras que orientam a ação, da realização de um sorteio e da escolha dos itens que serão oferecidos, de acordo com informações prévias sobre cada animal.


A iniciativa surge como forma de aproximar tutores e promover interações entre pessoas que compartilham rotinas similares relacionadas aos cuidados com seus animais. O modelo segue princípios tradicionais de confraternizações que envolvem trocas de presentes, mas incorpora características relacionadas ao comportamento e às necessidades dos pets. O encontro final costuma ocorrer em parques, pet shops com áreas destinadas a eventos ou residências que comportem animais de diferentes portes.

19 de dezembro de 2025

Nutrição sob medida orienta o futuro de cães e gatos




Acompanhamento veterinário e fórmulas específicas sustentam cada etapa do desenvolvimento dos animais


Texto: Sérgio Dias
Fotos: Pexels

A alimentação dos filhotes de cães e gatos tem sido objeto de atenção crescente entre especialistas em saúde animal. O período inicial de vida é marcado por transformações intensas no organismo, e a nutrição desempenha papel decisivo na formação de sistemas vitais e na definição de hábitos alimentares. A proposta de dietas sob medida, adaptadas às necessidades de cada fase, vem sendo apontada como estratégia essencial para assegurar o desenvolvimento adequado dos pets.


Logo após o nascimento, o colostro materno representa a primeira fonte de nutrientes e anticorpos, fortalecendo o sistema imunológico e fornecendo proteínas e gorduras indispensáveis. Nas semanas seguintes, o leite materno mantém a função de suprir integralmente as demandas nutricionais até o início do desmame, que ocorre entre a terceira e a quarta semana de vida. Nesse momento, fórmulas específicas podem ser indicadas pelo Médico-Veterinário para complementar ou substituir a nutrição natural.

4 de dezembro de 2025

A escolha por pets no Natal e os impactos para a rotina das famílias




Prática cresce no período natalino e mobiliza debates sobre cuidados, custos e compromissos familiares


Texto: Sérgio Dias
Fotos: Pixabay

O período que antecede o Natal altera o comportamento de consumo das famílias e amplia a busca por presentes destinados ao público infantil. Nesse contexto, a inclusão de animais de estimação entre as opções avaliadas pelos pais volta a ganhar destaque. A prática, porém, envolve condições que ultrapassam o caráter simbólico da data e exige análise criteriosa sobre a capacidade de manutenção do animal ao longo dos anos.


A decisão é conduzida majoritariamente por pais e responsáveis, que precisam considerar disponibilidade de tempo, rotina e recursos financeiros antes de entregar um pet como presente de fim de ano. A criança aparece como destinatária da ação, mas não como responsável pelos cuidados essenciais, o que reforça a necessidade de que a escolha seja tomada de forma antecipada e com consenso entre os adultos da casa.

26 de novembro de 2025

A estrutura de gastos que define a rotina dos tutores de pets




Despesas com alimentação, saúde, higiene e imprevistos definem a organização financeira das famílias


Texto: Sérgio Dias
Fotos: Pixabay

A decisão de incluir um animal de estimação na rotina familiar implica lidar com uma estrutura de gastos que se distribui ao longo do mês e que exige planejamento desde o primeiro dia de convivência. Esse movimento, que envolve tutores de diferentes perfis, ocorre em um cenário em que o custo médio mensal com cães e gatos cresce de acordo com as necessidades básicas e eventuais do animal. As despesas, que variam conforme porte, espécie e hábitos de consumo, se tornaram parte relevante da organização financeira doméstica.


Essas despesas estruturam um conjunto de decisões que o tutor precisa tomar ao longo do tempo, principalmente quando se consideram os ciclos de vida do animal. A alimentação, que representa a fatia mais significativa do orçamento, concentra a maior parte dos gastos mensais. Entretanto, é nos cuidados veterinários – como vacinação, consultas, vermifugação e atendimentos emergenciais – que surgem as variações que podem alterar o planejamento inicial e ampliar a necessidade de reservas financeiras específicas.

7 de novembro de 2025

Esporotricose felina se espalha e coloca saúde pública em risco




Casos crescem em todos os estados, com registros de infecção em humanos e ameaça à segurança de tutores e profissionais


Texto: Sérgio Dias
Foto: Divulgação

O Brasil enfrenta um surto de esporotricose felina, doença causada por fungos do gênero Sporothrix spp, que já atingiu animais e humanos em todas as regiões do país. Altamente infecciosa, a enfermidade provoca lesões cutâneas e pode ser transmitida por arranhões, mordidas ou contato direto com secreções de gatos contaminados. As autoridades de saúde mantêm o alerta diante do avanço da infecção, considerada uma das mais preocupantes zoonoses do cenário atual.

O primeiro registro da esporotricose no país ocorreu em 1955, mas foi a partir de 2023 que a situação passou a representar risco de descontrole. O número de casos cresce de forma contínua, com notificações obrigatórias em diversas capitais e a confirmação de ao menos uma morte humana neste ano. “É um grave problema de saúde pública. Para se ter uma ideia, o fungo já se tropicalizou e gerou uma espécie 100% nacional, a Sporothrix brasiliensis, que é muito mais transmissível e já está se espalhando para fora do Brasil”, explica o professor titular de medicina veterinária da UNIP, Carlos Brunner.

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