13 de março de 2014

Grupo ZERO inicia temporada inédita em São Paulo


Pinacoteca receberá a exposição de um dos mais conceituados movimentos de vanguarda do século XX

Para celebrar a Temporada da Alemanha no Brasil, a Pinacoteca do Estado de São Paulo, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, apresenta de 03 de Abril e 15 de Junho a exposição ZERO. Pela primeira vez no Brasil, a mostra apresenta uma visão geral com enfoque temático dessa vanguarda internacional que, no final da década de 1950 e início da década de 1960, por meio de arranjos pictóricos dispostos em série e estruturas de luz vibratórias, alterou de forma decisiva a arte do período pós-guerra. 

A mostra é uma realização do Goethe-Institut e dos três museus Pinacoteca do Estado de São Paulo, Fundação Iberê Camargo de Porto Alegre e Museu Oscar Niemeyer de Curitiba e conta com o apoio da Allianz Seguros S.A., do Ministério NRW e do Pro Helvetia. Com curadoria de  Heike von den Valentyn. Na Pinacoteca de São Paulo, a coordenação da mostra é de Regina Texeira de Barros, curadora do museu.

Estética na luz pura

Retrospectivamente, é preciso definir o 11 de abril de 1957 como a marca inicial de uma época, pois foi naquele dia que dois jovens artistas de Düsseldorf abriram as portas de seu ateliê e proclamaram o reinício da arte no pós-guerra. Assim nascia o ZERO. Otto Piene, Heinz Mack e, um pouco mais tarde, Günther Uecker foram os nomes que marcaram o início desta nova vanguarda, por meio de uma série de exposições noturnas no atelier na Rua Gladbacher, número 69, em Düsseldorf. Naquele momento de ruptura, eles definiam como ZERO um recomeço tanto nas artes quanto na história, incluindo uma emancipação dos gêneros clássicos e de princípios artísticos tradicionais.

Forma-se no estado da Renânia um cenário dinâmico que transcende as fronteiras. Na intensa rede de relações de artistas, que organizam coletivamente exposições históricas, como Azimut (Milão), Nul (Holanda) e ZERO (Düsseldorf), a exposição ZERO enfoca as relações entre artistas alemães e sul-americanos. Artistas sul-americanos de renome internacional, como Lucio Fontana (Argentina/Itália) ou Almir Mavignier (Brasil/Alemanha) incluem-se no círculo restrito de curadores ativos em Milão, Veneza e Zagreb, assim como o venezuelano Jesús Rafael Soto, que vive em Paris.

Numerosos artistas do ZERO e de seu entorno imediato participam da Bienal de São Paulo, entre eles, Lucio Fontana (1951 e 1959, entre outras bienais), Almir Mavignier (1951 e 1957), Jesús Rafael Soto (1959 e 1963), Jan Henderikse e Jean Tinguely (1965), Gianni Colombo e Jan Schoonhoven (1967) e Günther Uecker (1971). O diálogo artístico da exposição ZERO é ampliado ainda com as obras de Hércules Barsotti, Lygia Clark e Abraham Palatnik (todos do Brasil), Gego (da Venezuela), assim como Gyula Kosice (da Argentina).

Sem dúvida, influenciado pelos acontecimentos da Segunda Guerra Mundial, o ZERO almeja, segundo Otto Piene, “rearmonizar as relações entre ser humano e natureza”. Os artistas experimentam novas técnicas e materiais, deixam-se levar pelo acaso e pelas forças da natureza para dinamizar a superfície da imagem. Dynamo! Dynamo! Dynamo! é a divisa onipresente; vibração torna-se sinônimo do tempo ZERO e de uma linguagem voltada para futuro, que se define a partir da pureza da luz. Um espaço monocromático, frequentemente de cor branca, visualiza as forças energéticas do cósmico e do vazio, que incorporam não apenas para Yves Klein, o desejo do ser humano por uma vivência espiritual.

Com os cortes e rupturas da tela, assim como o uso de pregos, rolhas, algodão, esponjas e outros materiais cotidianos, a imagem se torna não apenas um lugar de ação física e se transforma em um objeto, que põe o espectador em movimento e vice-versa: o próprio espectador pode por em movimento o objeto da imagem ou mudar sua estrutura por meio de contato. Dessa forma, são gerados relevos movimentados manualmente ou de forma eletromecânica, que procuram crescentemente ocupar o espaço. Das estruturas vibrantes desenvolvem-se esculturas de luz cinéticas e ambientes transitáveis, concebidos especialmente para um local e que podem ser vivenciados pelo espectador com todos os seus sentidos.

Na exposição, os modernos modos de pensamento e de trabalho do ZERO, não apenas são apresentados por meio de representativas obras individuais. Históricos espaços centrais de luz estão sendo reinstalados especialmente para a exposição itinerante. Esses ambientes de luz e espelhos formam as linhas mestras da exposição nos quais os espaços temáticos são ligados como capítulos individuais: o branco como cor da luz; a ideia de purificação de Yves Klein, que se manifesta em objetos azuis; os objetos em movimento inseridos sob o conceito Dynamo, que vem acompanhado do fenômeno da vibração e finalmente a inserção de elementos naturais, que funde o espaço da arte com o espaço da natureza. Em relação ao período, a exposição se concentra, com algumas exceções, no início da formação do ZERO, no final da década de 1950 até a sua dissolução em meados da década de 1960.

A curadoria do projeto da exposição é da historiadora de arte de Colônia, Heike van den Valentyn, que também foi responsável pelas exposições ZERO de 2006 e 2008. A coordenação geral do projeto está a cargo da gestora cultural Cristina Sommer e a coordenação do catálogo é de Violeta Quesada.

O projeto da exposição foi organizado em estreita cooperação com artistas e suas fundações, legados ou arquivos, como Heinz Mack, Almir Mavignier, Christian Megert, Otto Piene e Günther Uecker, a Associação Cultural O Mundo de Lygia Clark no Rio de Janeiro, o arquivo de Yves Klein de Paris, o Archivio Gianni Colombo, o Archivio Enrico Castellani, a Fondazione Lucio Fontana e a Fondazione Piero Manzoni em Milão. Acompanha a exposição um catálogo fartamente ilustrado com ensaios de Otto Piene (Düsseldorf/Groton), Heinz-Norbert Jocks (Düsseldorf/Paris), Paulo Venâncio Filho (Rio de Janeiro) e Heike van den Valentyn (Colônia).

·         Armando (Holanda, *1929)
·         Hércules Barsotti (Brasil, 1914–2010)
·         Pol Bury (Bélgica, 1922–2005)
·         Enrico Castellani (Itália, *1930)
·         Lygia Clark (Brasil, 1920–1988)
·         Gianni Colombo (Itália, 1937–1993)
·         Dadamaino (Itália, 1930–2004)
·         Lucio Fontana (Argentina, 1899–1968)
·         Gego (Venezuela, 1912–1994)
·         Hans Haacke (Alemanha, *1936)
·         Jan Henderikse (Holanda, *1937)
·         Yves Klein (França, 1928–1962)
·         Gyula Kosice (Argentina, *1924)
·         Heinz Mack (Alemanha, *1931)
·         Piero Manzoni (Itália, 1933-1963)
·         Almir Mavignier (Brasil, *1925)
·         Christian Megert (Suíça, *1936)
·         Abraham Palatnik (Brasil, *1928)
·         Henk Peeters (Holanda, 1925–2013)
·         Otto Piene (Alemanha, *1928)
·         Jan Schoonhoven (Holanda, 1914–1994)
·         Jesús Rafael Soto (Venezuela, 1923–2005)
·         Jean Tinguely (Suíça, 1925–1991)
·         Günther Uecker (Alemanha, *1930)


Serviço

Exposição ZERO

Pinacoteca do Estado de São Paulo | Praça da Luz, 02 - Luz - Tel. 11 3324-1000
Período: 03 abril a 15 junho de 2014

Terça a domingo das 10h às 17h30 com permanência até as 18h. Às quintas até as 22h.

Ingresso combinado (Pinacoteca e Estação Pinacoteca): R$ 6,00 e R$ 3,00 
Grátis as quintas, após as 17h, e sábados. Estudantes com carteirinha pagam meia entrada. 
Crianças com até 10 anos e idosos maiores de 60 anos não pagam.


"As Mulheres que não vestiam calças" estreia em em São Paulo


Espetáculo fica em cartaz de 13 de março a 26 de Abril

Duas irmãs Francisca e Joaquina, que vivem num povoado onde todos os homens foram convocados à guerra. A história oscila entre as tensões geradas por duas presenças: da morte e da figura masculina. Na morte, a dissolução total do ser. Limitação da existência que se aproxima, em cada batida à porta, com a perda das memórias e histórias de um indivíduo ou de seu povo; e do masculino, que quanto mais se dissolve, mais necessário e expressivo se torna para o equilíbrio dos seres. Presenças que se manifestam, cortam-se, cruzam-se e se encontram por meio de imposições culturais, religiosas, sociais; que geram o aprisionamento literal dos seres femininos. São esses os personagens vividos por Janaina D’Freitas e Marina Regis na montagem de "As Mulheres que não vestiam calças", peça da dramaturga Verusca Caroun, com direção de Michel Mauch.

Utilizando uma linguagem dinâmica, moderna e quase cinematográfica o espectador passa a integrar os conflitos que essas pessoas vivem dentro desse cenário completo. Espaços e objetos corriqueiros em um espetáculo que relata momentos cotidianos que se conectam através da melancolia, inquietação mental e dores de amores dos que compõem a história.

Essa primeira temporada da peça, estreia em São Paulo no dia 13 de Março de 2014 no Teatro Espaço dos Satyros 1. O espetáculo será apresentado de quarta a sábado até 26 de Abril.

"As Mulheres que não vestiam calças" tem figurino e cenografia de Rafael Rios. A preparação corporal para máscara é de Winston Kutz. O projeto foi idealizado pela a Companhia d’Os Palimpsestos, que trabalha para que suas montagens nasçam como “frutos de aproximações sucessivas, movimentos reescritos sobre o movimento anterior, muitas vezes irrecuperável”, como eles mesmos observam.

Sinopse

As irmãs Francisca e Joaquina são duas entre várias mulheres que restaram num povoado depois que todos os homens foram convocados à guerra. Uma vez extinta a figura do pai, a mãe se confina no seu próprio quarto, deixando toda casa à mercê das irmãs. A encenação permuta no embate entre a angústia humana sobre a eminência da morte e do feminino aprisionado pela presença, ainda que ausente, da figura masculina e suas vestes.

Serviço

De 13 de Março a 26 de Abril
Apresentações em Março: Quinta-feira (21h30), sexta-feira e sábado (00h00).
Apresentações em Abril: Quarta-feira e quinta-feira (21h30), sexta-feira e sábado (00h00).
Local: Espaço dos Satyros 1
Endereço: Praça Franklin
Roosevelt, 214 - Consolação - São Paulo – SP
Telefone: (11) 3258 6345
Valores: Inteira R$20.00
              Meia: R$10.00
Bilheteria: abre uma hora antes do espetáculo.

Chitãozinho & Xororó apresentam show “Do Tamanho do Nosso Amor” em São Paulo


Dupla mostra show da turnê com composições inéditas e nova roupagem dos grandes sucessos da carreira

Chitãozinho & Xororó apresentam a turnê “Do Tamanho do Nosso Amor” em São Paulo (SP) na sexta-feira, dia 21 de março, a partir das 23h, no Villa Country. Este novo show é baseado no CD e DVD “Do Tamanho do Nosso Amor”, lançados em novembro de 2013 e gravados ao vivo no Wood´s Bar de São Paulo, com produção de Fernando Zorzanello (da dupla Fernando e Sorocaba), participações especiais de Dexterz (projeto de música eletrônica composto pelo baterista Junior Lima, pelo DJ Julio Torres e pelo violinista Amon Lima), do rapper Cabal e de Fernando e Sorocaba.

A dupla interpretou sucessos que os consagraram com novas roupagens como “Sinônimos”, “Vida Marvada” e “Evidências”, composição de José Augusto e Paulo Sérgio Valle, que apesar de ser de 1990, continua atual e com poder de emocionar ouvintes de todas as faixas etárias. No dia da gravação do CD e DVD, a plateia, formada predominantemente por jovens, sabia a letra de cor e cantou a música do começo ao fim, emocionando muito a dupla e todos os presentes na Wood´s.

Com direção geral de Chitãozinho & Xororó e da Live Talentos, empresa responsável pela carreira artística da dupla, o espetáculo conta com cenários grandiosos compostos por painéis de LED, sincronismo de luz e vídeos interativos produzidos pela Hit Music em linguagem 3-D.

O repertório do show conta com composições inéditas, como “E Aí Tempo”, de Caco Nogueira, e “Do Tamanho do Nosso Amor”, de Sorocaba, homônima ao projeto, além de “Evidências”, “No Rancho Fundo” e outras regravações de sucessos. Entre os destaques da apresentação está a participação de Raulzito, cover de Raul Seixas, que canta virtualmente com a dupla “Tente Outra Vez”, música que serviu de inspiração para que os artistas seguissem em frente e não desistissem da música, apesar das dificuldades do início de carreira. 

Chitãozinho & Xororó sobem ao palco acompanhados por Claudio Paladini (teclados e vocal), Adilson Pascoalini (guitarra, violões e viola), Daniel Quirino (vocal e violão), Antonio Vendramini (sax, flauta, rabeca e percussão), Marcelo Modesto (guitarra, banjo, cello, mandolin e violão), Fábio Almeida (baixo), Renato Britto (bateria) e Frank Joni (acordeon).

Serviço

Show “Do Tamanho do Nosso Amor” em São Paulo
Data: Sexta-feira, dia 21 de março
Horário: 23h
Local: Villa Country
Endereço: Avenida Francisco Matarazzo, 774, Água Branca, São Paulo - SP
Ingressos: R$ 70 (pista)
Classificação indicativa: 18 anos
Duração: 90 minutos
Lotação: 8000 lugares
Informações: (11) 2027-0777

Mulheres são o foco da nova exposição na OMA Galeria


Com oito obras do artista plástico RIEN, mostra ÉTER reverencia o universo feminino

Na antiguidade, a filosofia grega afirma que o mundo é composto por cinco elementos básicos: água, ar, fogo, terra e éter. Este quinto seria uma substância não palpável, uma essência mais magnífica e grandiosa do que o ar que respiramos. RIEN, artista representado pela OMA | Galeria, estabelece na mostra RIEN: ÉTER uma relação desta, com a essência notável na mulher. Com essa premissa, o espaço recebe público e convidados no dia 14 de março para a abertura da exposição. Com curadoria de Douglas Negrisolli, a mostra conta com oito obras e uma instalação, que também fará parte de uma performance na abertura, em que o artista explora um pouco o misticismo e a filosofia que ele sente diante da figura feminina. “Esse é um assunto que me move bastante e tem sido parte integrante dos meus dias. Acredito que toda mulher carrega uma essência, algo que vive naturalmente com ela. Isso me fascina e tenho tentado colocar em meu trabalho. A exposição nada mais é que uma mistura de sensações, critérios, questões e vontades que essa tal essência me cria”, explica. O curador, Douglas Negrisolli, completa. “Ele é um rapaz instrospectivo com todas as questões da vida e com elas não seria diferente. Assim, essa mostra é feita de muito sentimento e tive o trabalho de arredondar tudo o que passa na cabeça dele. Organizamos juntos a ‘cara’ da exposição, que está belíssima”.

RIEN é formado pela Escola Panamericana e carrega fortes influências do street art  em seus trabalhos. Segundo o galerista Thomaz Pacheco, a aproximação do artista com a OMA | Galeria foi um verdadeiro garimpo. “Sempre ficava de olho nas intervenções nas ruas e as achava carregadas de sentidos, com muitos símbolos, e isso o destacava. Com isso, busquei mais referências e comecei a segui-lo nas redes sociais. Ao notar que ele estava em constante evolução como artista plástico, percebi poderíamos ajudá-lo a explorar esse dom. Desde então, traçamos uma espécie de plano de carreira e essa exposição individual, com obras inéditas, é a coroação desses primeiros passos”, conta.

A exposição está aberta para visitação gratuita até o dia 3 de maio.

Serviço

Exposições RIEN: Éter, na OMA| Galeria

Período: Coquetel de abertura em 14 de março, às 19h, aberta ao público até 3 de maio

Endereço: Rua Carlos Gomes, 69 – Centro – São Bernardo do Campo

Entrada: Gratuita


Telefone: (11) 4128-9006

Horário de funcionamento: segunda a sexta, das 10h às 19h e aos sábados das 10h às 14h

Banda EVA comanda a ressaca de Carnaval em São Paulo


Banda EVA recebe a participação de Jammil e Uma Noites para agitar a festa

No próximo dia 15 de março a agência Haute, dos sócios Bruno Dias, Guga Guizelini, Dado Ribeiro e Felipe Aversa, arma a segunda edição da Ressaca de Carnaval para encerrar as comemorações carnavalescas. A super festa terá show da Banda EVA com participação especial de Jammil e Uma Noites. Os grupos prometem fazer uma grande festa com os hits da folia baiana, a partir das 19h, no Clube Pinheiros.

O show do EVA será marcado pelos grandes sucessos que marcam a história do grupo como “Eva”, “De Ladinho” e “Flores”, além das canções do disco “Simplesmente Eva” como “Simplesmente” e “Se Joga Por Cima de Mim”. Felipe Pezzoni, atual líder da Banda EVA, foi ganhador do troféu de artista revelação do Carnaval baiano de 2014."Foi uma surpresa, eu realmente não esperava. Achei que estava aqui só para cantar com a Ivete", afirmou o cantor emocionado. Já a Jammil e Uma Noites, com inúmeros sucessos em sua trajetória como “Praieiro” e “Minha Estrela”, traz canções que estão imortalizadas não só no repertório da banda, como também no set list de outros artistas e no imaginário de milhões de fãs.

Em mais de três décadas o Eva ajudou a preparar grandes nomes da música baiana como Jota Morbeck, Marcionílio, Daniela Mercury, Ricardo Chaves, Durval Lelys, Ivete Sangalo, Emanuelle Araújo e Saulo Fernandes. Estrelas que fizeram parte de equipes vitoriosas na escola Eva e que depois seguiram novos caminhos. A nova banda conta com Marcelinho Oliveira (teclado e violão), Jorginho Sancof (guitarra), Cuca (percussão), Hugo Alves (percussão), Ton Carvalho (metais), Cristiano Ferreira (baixo) e Esso Brumom (bateria).

Serviço

Ressaca de Carnaval

15 de março, 19h
Local: Esporte Clube Pinheiros - Rua Angelina Maffei Vita, 493 – Pinheiros.
Pontos de venda: Haute Store   www.haute.com.br/store
Ingressos: homem R$ 120, mulher R$ 100 (2º lote).
Mais informações: 3063.3242 |  gerencia@haute.com.br

12 de março de 2014

Livro Mitsubishi Motorsports traz a harmonia entre os mundos on e off road


Publicação reúne obras de artistas brasileiros e relembra os melhores momentos das competições da Mitsubishi por todo o Brasil

Texto e Foto: Assessoria de Imprensa

Velocidade, adrenalina, terra, poeira e asfalto. Todos esses elementos convivem juntos pelas mãos de talentosos artistas brasileiros no livro Mitsubishi Motorsports, o Mundo 4x4 em Harmonia, que será lançado para convidados no dia 12 de março no Mit Café, no Shopping Cidade Jardim.

A publicação reúne 11 trabalhos e também relembra o ano de competições da Mitsubishi Motors na terra e no asfalto, pelos quatro cantos do Brasil. "No ano passado inauguramos oficialmente o Mitsubishi Drive Club com a Lancer Cup, o Evo Day e o Fun Day. Por isso, trouxemos o universo da pista também para o livro e unimos o asfalto à lama e ao mundo 4x4, que sempre foi o universo da Mitsubishi", explica Corinna Souza Ramos, diretora de Projetos Especiais da Mitsubishi Motors. 

O livro retrata também os 10 anos do rali de estratégia Mitsubishi Outdoor, as temporadas dos ralis de regularidade Mitsubishi Motorsports, de velocidade Mitsubishi Cup, a competição de pista Lancer Cup, além da participação da Equipe Mitsubishi Petrobras no Rally dos Sertões.

O curador Waldick Jatobá foi o responsável pela escolha dos artistas e seleção do material para o livro. "Dentro do tema harmonia, a ideia foi reunir pessoas que têm trabalhos com cores, formas e coisas em harmonia. Como conhecia cada um deles, sabia no que podiam contribuir para o livro Mitsubishi Motorsports", explica.

É uma coletânea de obras de importantes artistas de várias áreas, como Charlô Whately, Francisca Botelho, Hugo França, Isabelle Tuchband, Leo Capote, Marko Brajovic, Nazareno, Neka Menna Barreto, SuperLimão Studio e Escarlate.

"Fizemos algo bem eclético. Por exemplo, Neka e Charlô são da gastronomia. Hugo França, que é designer de móveis de madeira e Leo Capote, que cresceu na oficina do avô, usava o que sobrava para fazer móveis. Hoje, ele é um dos designers mais respeitado da nova geração e utiliza somente materiais que encontra em oficinas mecânicas", destaca Corinna.

Cada artista fez seu trabalho individualmente, cabendo a Jatobá criar a harmonia entre eles. "Cada um trouxe a sua inspiração para a obra. Todos sabiam quem seriam seus parceiros, mas não viram os trabalhos antes de os mesclarmos", conta.

Entre as criações, Neka Menna Barreto definiu sua obra como "lagos de beterraba com ilhas de ervas". "O branco empresta para o vermelho a sua calma. Duas colheres de azul: rosa beterraba. As cores se vendem e tudo o que querem é se transformar em mais cores. Um exemplo a seguir", conta a artista. Já o designer Hugo França, que utiliza matéria-prima orgânica em seus trabalhos, extrapola o universo da harmonia. "Ao unir meu desenho às formas da madeira, proponho que a harmonia entre a natureza e o homem seja possível", afirma.

O livro Mitsubishi Motorsports tem o patrocínio da Axalta, que também apoia os ralis da marca. "Nós estamos orgulhosos em mais uma vez poder contribuir com essa importante publicação. Acreditamos na importância de apoiar uma obra que aborda o universo automotivo de forma inovadora, assim como fazemos com os nossos produtos, buscando cada vez mais apresentar soluções de alta performance que atendam as necessidades dos nossos clientes. O diamante de três pontas nos remete à resistência e preciosidade", declara Antonio Carlos Oliveira, presidente da Axalta.

O resultado das criações pode ser conferido na exposição que ficará aberta ao público de 13 a 27 de março, no Mit Café do Shopping Cidade Jardim, em São Paulo.

Serviço

Mit Café - Shopping Cidade Jardim
Av. Magalhães de Castro, 12100 - Marginal Pinheiros - São Paulo
Exposição de fotos aberta ao público até o dia 27 de março

Clash Club completa sete anos em março


Tribo de Jah é uma das próximas atrações do mês

Localizado na Barra Funda, em um antigo galpão da década de 30, o Clash Club foi inaugurado em março de 2007 e, ao longo dos anos, se firmou como uma das principais casas noturnas de São Paulo, com espaço para shows dos mais variados estilos de grandes artistas nacionais e internacionais.

Já passaram pelo clube mais de 1.500 artistas, tocando para aproximadamente 1 milhão de pessoas nas festas e shows realizados.

Recém reformado, desde a remodelação da entrada e saída, do mezanino, novos sistema de ar condicionado, camarotes com banheiros exclusivos e outros bares internos, o clube preparou uma extensa programação especial para comemorar a data que, com todas essas novidades, ganha ar de reinauguração.

As festividades para celebrar os 07 anos de Clash seguem nesta sexta, dia 14/03, com Yves V, DJ e produtor belga que é embaixador do festival Tomorrowland, e uma das estrelas da nova geração da música eletrônica.

Dia 18/03, terça-feira, é dia de Chocolate, festa que já faz parte da história do hip hop nacional comandada pelos residentes Dubstrong e Jeff Bass, com Flora Matos, convidada especial do produtor Nave. Marechal e Rodirgo Ogi também participam do show.

Na quinta, dia 20/03, o Clash recebe pela primeira vez a Tribo de Jah, uma das maiores bandas de reggae do país, na volta da festa Babylon's Burning. A banda maranhense vai tocar seus maiores sucessos e apresentar algumas músicas novas que estarão em seu novo álbum, com previsão de lançamento para 2014.

Informações: Tel: (11) 3661-1500 / www.clashclub.com.br

Ultima Postagem

Planeta Tiradentes reúne Guilherme Arantes e Maria Rita em apresentação inédita

Festival une música brasileira, turismo e gastronomia em Tiradentes A Agência Cultural FCA anunciou a realização do festival Planeta Tiraden...