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8 de abril de 2020

"Audi do Brasil: Passado, Presente e Futuro" tem versão com acesso gratuito




Livro impresso tem capa dura pode ser adquirido em algumas das principais livrarias do País 

O livro comemorativo Audi do Brasil: Passado, Presente e Futuro, produzido pelo escritor e jornalista Chico Barbosa, que conta a trajetória de sucesso dos 25 anos da Audi no Brasil tem agora acesso gratuito à versão digital no portal https://www.audi.com.br/br/web/pt/companhia/audi-no-brasil.html.


“Ao longo destes 25 anos construímos uma marca sólida no País. Pensamos muito na melhor forma de celebrar esse momento de nossa história e não poderíamos deixar de agradecer as pessoas: nossos clientes, embaixadores, admiradores e colaboradores foram fundamentais para chegarmos aqui. Juntos continuaremos essa trajetória de sucesso”, afirma Johannes Roscheck, CEO e Presidente da Audi do Brasil. 

29 de novembro de 2015

Marco Antônio Lage lança o livro “O Mundo Pode Ser Melhor”





Nele o autor conta histórias de programa social da FCA - Fiat Chrysler Automobiles

O diretor de Comunicação Corporativa e Sustentabilidade da Fiat Chrysler Automobiles (FCA), Marco Antônio Lage, lançou o livro “O Mundo Pode Ser Melhor”. Na obra, o executivo faz uma análise da trajetória do Árvore da Vida, programa de responsabilidade social que o grupo desenvolve desde 2004 na comunidade do Jardim Teresópolis, de 30 mil habitantes, em Betim (MG).


A narrativa foi construída a partir de histórias de moradores, que tiveram suas vidas transformadas pelos projetos de educação, geração de trabalho e renda, incentivo ao empreendedorismo e fortalecimento da comunidade. “Pais que veem o filho se afastar do tráfico de drogas e conquistar o primeiro diploma, o reconhecimento do pequeno comerciante que vê seu negócio prosperar, a emoção de crianças e adolescentes que cantam em show de astro internacional são algumas das inspirações que me guiaram nesse desafio de compartilhar a experiência do Árvore da Vida”, afirma Lage, jornalista com mais de 20 anos de experiência.

3 de agosto de 2015

Mario Meireles busca no crowdfunding apoio para primeiro livro




Lançamento do “LifeCoaching ‘Equilibrando as 7 áreas fundamentais da vida’” acontece na Bienal do Livro

Texto e Fotos: Assessoria de Imprensa

O lifecoach e escritor Mario Meireles acredita que é possível ter uma vida com mais equilíbrio, qualidade e momentos reais de plenitude. 

E é isso que ele apresenta no livro “LifeCoaching ‘Equilibrando as 7 áreas fundamentais da vida’”, que busca apoio no crowdfunding para ser apresentado na Bienal do Livro, no Rio de Janeiro.

28 de julho de 2015

O primeiro livro do contador de histórias Rodrigo Libânio chega às livrarias ainda em julho



Com mais de 2,5 mil cópias vendidas de forma independente, o primeiro livro escrito pelo experiente contador de histórias Rodrigo Libânio, "Eu gosto muito da minha vó, minha avó é muito legal, eu gosto muito dela", chega em julho às livrarias Cultura e Martins Fontes.

19 de abril de 2015

70 milhões de views e mais de 2 milhões de seguidores


Taty Ferreira, idealizadora do Acidez feminina, está no Brasil para lançar seu primeiro livro

Polêmica e bem humorada, Taty Ferreira não é só mais um rostinho bonito na internet. Dona do Acidez Feminina, canal no Youtube com mais de 700 mil seguidores e mais de 70 milhões de visualizações, ela conquistou fãs por causa do jeito divertido e despachado com que trata de assuntos como sexo, relacionamentos e independência feminina. Atualmente morando em Londres, Taty está no Brasil para o lançamento de Manual da Mulher Bem Resolvida, seu primeiro livro, pela Editora Planeta. (Agenda completa no final do texto).

De imediato, a vlogueira avisa: essa não é uma obra que vai transformar a vida das leitoras da noite para o dia. A ideia, de acordo com ela, é a de oferecer um olhar mais leve e bem-humorado a respeito de dramas comuns a todas as mulheres. Para isso, Taty usa as próprias experiências para falar de temas como TPM, namoro e independência emocional e financeira: “Comecei a trabalhar aos 16 anos e a conquistar minhas próprias coisas – xampu, condicionador, bancava meus passeios, vez ou outra pagava uma conta em casa – que, mesmo poucas, já eram significativas naquela época”, aponta. 

18 de março de 2015

A nova versão do livro “Libertadores - paixão que nos une” foi relançada e toda a venda vai ser revertido para a Fundação Cafu


Publicado pela Cultura Sustentável e com o patrocínio da Bridgestone, o livro “Libertadores - paixão que nos une”, escrito pelo jornalista Nicholas Vital, chega à sua segunda edição trazendo novos relatos de ex-jogadores como Zico e Marcos, a conquista da Copa Bridgestone Libertadores 2014 pelo San Lorenzo e a importante parceria com a Fundação Cafu, onde toda a arrecadação das vendas da obra será doada para a instituição do ex-jogador.

1 de abril de 2014

Livro faz um mergulho nos anos 1980


“Sem Rumo” resgata costumes e neuroses de uma época dividida entre a liberdade e o medo

Liliane Prata mostra toda a versatilidade da sua literatura e mergulha num forte tema adulto, nessa que é a sua primeira obra para homens e mulheres. A Editora Planeta do Brasil leva o leitor para o universo dos anos 1980 na obra Sem Rumo, escrito pela mineira Liliane Prata. Ao ligar o rádio ele ouve Blitz, The Clash, Michael Jackson, Duran Duran, Barão Vermelho. Nas ruas, vê Chevettes, Fiats 147, Voyages. Na revista Manchete, lê reportagens ilustradas. Ele é funcionário de uma empresa estrangeira recém-instaladas no Brasil e fuma livremente no trabalho, nos elevadores, nos restaurantes. 

Em casa, tomando cuidado para que Júlia, sua mulher, não descubra, assiste a fitas pornôs no aparelho de videocassete. A liberalidade herdada dos anos 1960 e 1970 facilitou a vida de muita gente, mas logo acontece algo que fará com que as pessoas voltem a se sentir mergulhadas nas trevas da repressão sexual. Certa noite, depois de tomar alguns chopes num barzinho, mete-se numa aventura de consequências imprevisíveis. 

Sem rumo faz uma reflexão sobre várias questões, principalmente sobre a do desejo individual amordaçado por esse exterior social que pode ser amedrontador, “e talvez mais amedrontador ainda naquela década”. Liliane traz para as paginas dessa sua quarta obra as consequências que ocorrem quando não damos voz aos nossos pensamentos adormecidos, às nossas turbulências interiores. “É uma narrativa urbana ágil, envolvente, mas que pretende abordar algumas questões profundas dessa coisa complexa chamada gente”, revela a autora. 

Liliane fez uma intensa pesquisa sobre os costumes da época. Como ainda era nova, em 1984, período da trama, ela revisitou velhos equipamentos eletrônicos, assistiu filmes em VHS, ouviu K7s, dançou e cantou as músicas darks e new waves. Leu sobre desquites, casamentos liberais e a mulher buscando seu espaço no trabalho, a dona de casa se tornado independente. Procurou revistas e jornais para ser fiel aos valores das coisas na nossa antiga moeda, o cruzeiro. Era um tempo em que a inflação mudava os preços diariamente. 

Viu anúncios de prostitutas, propagandas de refrigerantes e de lojas de departamentos como Sears, Mesbla e Mappin. A Boca do Lixo de São Paulo (região que concentra parte da prostituição paulistana) é retratada de forma dura e sincera. Liliane imprimiu um olhar limpo de qualquer saudosismo ou preconceito e captou o comportamento dos homens frequentadores de inferninhos e afins. 

Na metade dos anos 1980 não era só a Aids que atormentava a vida das pessoas, o pseudo liberalismo mascarava os desejos enrustidos em cada um, afrontando e enlouquecendo a cabeça de quem queria se libertar, mas ainda estava aprisionado aos conceitos conservadores. "O Fernando vive o tempo todo no piloto automático, fazendo as coisas sem pensar, evitando ao máximo despertar seus pensamentos e anseios adormecidos. Ele sufoca seus sonhos para viver o que a sociedade determina como sendo um comportamento correto. Com isso, vive numa neurose social, um constante confronto entre o desejo e os dogmas daquela época". explica a escritora. 

Dos costumes aos equipamentos, do estilo de vida às mais execráveis práticas de pornografia, Sem rumo traz de volta uma época refém dos escaldantes anos 1970 e das diversas crises ideológicas embutidas em cada uma das pessoas que conviveram e viveram nos anos 1980. 

LILIANE PRATA nasceu em Formiga (MG), cresceu em Belo Horizonte e esta radicada em São Paulo. Formada em jornalismo e em filosofia, trabalhou durante três anos na revista Capricho e por mais cinco anos como colunista. Autora de quatro livros publicados, atualmente dedica-se quase que exclusivamente à literatura tanto para jovens como para adultos. 

Serviço 

Sem rumo 
Liliane Prata 
Editora Planeta do Brasil 
ISBN: 978-85-422-0305-9 
Ficção, 15,6x22,8 / 200 páginas / brochura 
R$ 26,90

6 de janeiro de 2014

Livro de Jöel Thrinidad, discute a busca pela felicidade


A obra é mais uma opção que a Trevisan Editora coloca no mercado

A busca pela felicidade é recorrente em todas as épocas, a diferença está na forma em que cada uma delas aborda e trata a questão. Nos dias de hoje, o modo de vida que se impõe aos profissionais e, especialmente, aos executivos, joga luz sobre o que é ser feliz, onde estão os limites para o bem viver e como alcançar a realização.

No livro “As Seis Vidas do Novo Executivo – Como Ser Bem Sucedido e Feliz”, da Trevisan Editora, o autor Jöel Thrinidad demonstra que a felicidade deve ser perseguida de modo racional, por meio da organização que leva ao equilíbrio entre as seis vidas apontadas por ele: pessoal, familiar, social, afetiva, profissional e espiritual.

Para o autor, tais  vidas devem funcionar em sincronia, sem que nenhuma seja negligenciada, já que todas têm o mesmo peso para a plena realização do indivíduo. No livro, Jöel Thrinidad descreve as seis vidas separadamente, demonstrando suas particularidades e a influência que de cada uma na composição do equilíbrio que nos conduz à felicidade.

“Carecemos da administração das prioridades e do controle emocional presentes em cada vida. Obrigações, direitos e deveres de cada uma delas nos tornam emocionalmente equilibrados e codependentes para nos sentirmos felizes por completo”, explica o autor.. “Não convém excluir nenhuma delas, pois fará falta no dia a dia. O laço afetivo entre as vidas é forte e delas nasce a pessoa que somos”.

A obra está dividida em nove capítulos onde, além da descrição das “seis vidas”, o autor oferece reflexões e discute o conceito de felicidade relacionado com a sociedade atual. “A ideia do livro emergiu da necessidade de falar sobre as mais diversas maneiras de ser feliz e como chegar ao final da vida realizado, certos de que vivemos tudo o que havia para ser vivido”, afirma.

Os escritores Sidnei Oliveira e Leila Navarro, e o diretor-superintendente do Sebrae, Bruno Caetano prefaciaram a obra.

Sobre o autor

Jöel Thrinidad tem origem híspano-brasileira. É graduado em Engenharia de Sistemas pela Acadèmie de Strasbourg na França, pós-graduado em Controladoria Internacional, MBA em Gestão de Negócios Internacionais e Especialização em Gestão de Pessoas pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo e Master Coach pela International Coach Federation. Thrinidad desenvolve Planejamento Estratégico Financeiro com foco em Relações Internacionais, business broker, relação com investidores, assessoria em negociações, investimentos e novos negócios. É escritor, jornalista e autor do livro "Mente Aberta & Coração Tranquilo - O Cotidiano Do Novo Executivo". Atua como colunista executivo em revistas e jornais sobre comportamento e relacionamento sócio-corporativo e tendências de mercado, assim como palestrante nessas áreas.

Mais informações no site www.trevisaneditora.com.br, pelo telefone (11) 3138-5282 ou e-mail editora@trevisaneditora.com.br.

10 de julho de 2013

Marco Alves lança livro sobre a Serra da Canastra


Imagens mostram o olhar atento do artista

OPARÁ Onde Nasce o São Francisco. Esse é o título do livro de fotografias em preto e branco de Marco Alves sobre as paisagens da Serra da Canastra, em Minas Gerais. O lançamento ocorre junto com uma exposição, que será realizada no dia 13 de julho, sábado, às 11h, na Galeria Fass, em São Paulo.

Resultados de um trabalho autoral de Marco, o livro, com 60 registros fotográficos em preto e branco em 142 páginas, tem projeto e produção gráficos de Isabel Santana Terron, com tratamento de imagem de Ricardo Tilkian. A publicação e a mostra, que traz 10 imagens ampliadas no formato 1,00 x 0,80 m em papel velvet fine art, contam com curadoria de Rosely Nakagawa. “No movimento oposto aos trabalhos documentais, de suma importância para a preservação, Marco atribui às paisagens da Serra da Canastra a sua dimensão poética, através da visão contemplativa de quem aprende com a natureza e faz parte dela”, destaca Nakagawa.

A ideia desse projeto, que foi iniciado há cerca de 10 anos, surgiu da vontade de Marco Alves, formado em engenharia elétrica e professor da Unicamp, de realizar um livro de fotografias sobre a Serra da Canastra. “Em virtude da minha ligação com a natureza e do trabalho técnico que desenvolvo nos laboratórios da universidade, tenho uma familiaridade com a fotografia e sempre tive a ideia de fazer um livro. Escolhi fazer esse trabalho na Serra da Canastra e comecei a visitar a região com frequência e não parei mais”.

No início, Marco que reside em Campinas, visitava a região cerca de três vezes por ano. Mas de 2007 em diante, passou a fazer viagens mensais para poder fotografar as diferenças sutis das paisagens nas várias estações do ano. “O Parque Nacional da Serra da Canastra é muito grande, tem cerca de 70 km. Por essa razão, quando estava lá costumava chegar no local bem cedo, por volta das seis horas da manhã. Nesse horário, o parque ainda não estava aberto para os visitantes e era nesses momentos que conseguia observar com tranquilidade a paisagem e ter uma intimidade maior com ela”, conta Marco.

Marco é um autodidata e, nos últimos anos se tornou um fotógrafo independente dando ênfase para as imagens em preto e branco. “Uso o chamado sistema de zonas criado pelo fotógrafo norte-americano Ansel Adams, que consiste na pré-visualização dos tons de branco, cinza e preto, tanto no momento de captar a imagem quanto na impressão. Hoje, faço isso de maneira intuitiva”, conta Marco.

Para fazer as fotos sobre a Serra da Canastra, o artista contou com a ajuda de guias da região e das autoridades locais. Também pesquisou intensamente, voltou várias vezes ao mesmo lugar para registrar e conseguir o melhor tempo de exposição da imagem. Além de observar muito a luz para chegar ao resultado pretendido.

De acordo com Rosely Nakagawa, o ensaio mostra que o fotógrafo não prioriza somente o rigor técnico para encontrar a beleza dos brancos. “Como um discípulo monástico, repete a experiência de percurso no parque, acompanhando cada mudança de estação, descobrindo novas abordagens de uma paisagem que nunca é a mesma. Dentro da relação dialética dos elementos opostos, podemos ver, em suas imagens, a montanha que desenha o horizonte; a raiz que molda a terra; o vento que desenha o torso da árvore; a pedra que muda o curso da água; a névoa que delimita o horizonte; a nuvem de água que sobe das cachoeiras, desenhando o vazio”, destaca a curadora.

O livro terá uma tiragem inicial de mil exemplares e será vendido por R$ 90,00. Os primeiros 100 exemplares serão acompanhados de uma cópia formato 24 x 30cm assinada pelo autor. 

Serviço

OPARÁ Onde Nasce o São Francisco
Livro de fotografias em preto e branco sobre a Serra da Canastra, em MG
autor: Marco Alves
143 páginas
R$ 90,00 - será vendido por meio do site do fotógrafo – www.marcoalves.com.br ou pela Livraria Cultura, a partir do mês de agosto
Lançamento: 13 de julho (sábado), às 11h, durante a abertura da exposição sobre a Serra da Canastra
local: Galeria Fass
endereço: rua Rodésia, 26, Vila Madalena - grátis - classificação indicativa: livre
não tem estacionamento no local
visitação: de 16 de julho a 13 de agosto de 2013; de terça a sexta, das 13h às 19h, e aos sábados, das 11h às 17h.
Obs.: Não abre as segundas-feiras.
Não tem estacionamento no local.
telefone: (11) 30377349

16 de maio de 2013

Editora lança biografia da banda U2



Fotos, informações e curiosidades decifram legado do quarteto irlandês

Mais de 150 milhões de discos vendidos, músicas que ecoam em todos os cantos do planeta e turnês com arrecadações estimadas em $ 736 milhões de dólares. Esses são alguns dos pilares da carreira de sucesso do U2. Um grupo que alcançou o topo das paradas musicais, valendo-se de um rock singular, militante e objetivo.

O livro U2 – Tudo sobre uma das bandas de maior sucesso da história, editado pela Universo dos Livros, apresenta a trajetória de uma banda atemporal, protagonizada por Bono Vox, Larry Mullen Jr., Adam Clayton e The Edge, ao longo de quase quarenta anos de estrada. Além disso, o título possui prefácio de Andreas Kisser, guitarrista do Sepultura e locutor da rádio 89 FM.

Esse legado começou em 1976, quando o baterista Larry Mullen Jr. colocou um anúncio na escola protestante Mount Temple High School, em Dublin, Irlanda. Responderam a esta convocação o vocalista Paul Hewson (Bono Vox), os irmãos Dik e David Evans (The Edge) nas guitarras, e o baixista Adam Clayton.

Sob o nome de Feedback, o grupo fazia covers dos Beatles e dos Rolling Stones. Um ano depois, a banda mudou o nome para The Hype. Com a saída de Dik, o conjunto intitulou-se como U2, em 1978. Seu primeiro LP, Boy, só engrenou na Irlanda no ano de 1980, com misturas de rock punk, ativismo político e religiosidade.

Depois do sucesso de Boy, eles lançaram vários álbuns de estúdio, fizeram gravações ao vivo, amadureceram musicalmente e ganharam diversos prêmios com seus hits.

U2 – Tudo sobre uma das bandas de maior sucesso da história convida os leitores a um universo surpreendente sobre o fenômeno U2 e sua discografia, guiando-os por um elo de fotos e informações aprofundadas, além de diversas curiosidades. Uma publicação que não apresenta apenas uma grande história, mas que prestigia o talento inato de Bono, Larry, Adam e The Edge.

Ficha Técnica

Título: U2 – Biografia Ilustrada

Editora: Universo dos Livros

Número de Páginas: 256

Preço: R$ 34,90

14 de maio de 2013

Paribar recebe lançamento de dois livros da editora Cultura e Barbárie


Livros “Delírio de Damasco” de Veronica Stigger e “Código Negro” de Pádua Fernandes
  
O Paribar promove o lançamento dos títulos “Delírio de Damasco” de Veronica Stigger, e “Código Negro” de Pádua Fernandes, no sábado, 18 de maio, às 16 horas.

A escritora gaúcha Veronica Stigger reuniu em “Delírio de Damasco” (R$ 25 - 80 págs.) frases e conversas ouvidas nas ruas, aleatórias numa espécie de arqueologia da linguagem do presente, em busca da poesia inesperada num simples copiar e colar. Algumas dessas frases estavam presentes na exposição “Pré-histórias”, realizada no SESC em 2010, depois com o titulo de “Sarau” a exposição foi para a Bruxelas onde ficou até fevereiro deste ano.

Já o poeta carioca Pádua Fernandes apresenta seu segundo livro intitulado de ”Código Negro” (R$ 25 - 60 págs.). O livro recebeu menção honrosa no Prêmio Nascente, da USP, de 2002, e também no Prêmio Cidade de Juiz de Fora, concedido pela Funalfa, em 2004.
  
Serviço 
Paribar Gastronomia Boêmia 
Praça Dom José Gaspar 42,-  Centro -  tel. 3237-0771.
Horário de Funcionamento: Segunda a quinta, das 11h30 à 0h e aos sábados das 11h30 às 22h.
Aceita os cartões de Amex, Mastercard, RedeShop, Visa e Visa Electron
www.paribar.com.br 

8 de maio de 2013

“Grande manual de ortografia” ganha edição atualizada



Manual de ortografia foi revisado e adaptado às normas do Novo Acordo Ortográfico

Um dos trabalhos mais relevantes da carreira do linguista e filólogo Celso Pedro Luft (1921-1995), o Grande manual de ortografia ganha edição reorganizada, revista e atualizada com a nova ortografia da língua portuguesa, trabalho feito sob a supervisão da escritora Lya Luft, viúva do autor.

"Poucos compêndios [como este] levam em conta a contribuição da fonética e da fonologia para a aprendizagem da ortografia portuguesa em uma linguagem acessível ao leitor", afirma Angela França, Doutora em Semiótica e Linguística Geral pela USP, responsável pela atualização do guia.

Respeitando o cotidiano da fala, o Grande manual de ortografia, um dos guias ortográficos mais completos do Brasil, mostra, por exemplo, como os sons das letras e das palavras ajudam na escrita e, ao mesmo tempo, podem reservar algumas armadilhas (como nos casos de consoantes dobradas, ou o uso correto das letras k, w e y).

A primeira parte do livro, "As letras", trata da relação letra-som e da terminologia usada pelo autor. Na segunda, "Sinais diacríticos", o assunto é acentuação e pontuação, enquanto na terceira, "Diversos: sons, letras e informação morfossintática", são tratados casos cuja grafia suscita questionamentos (quando se usa 'que' ou 'quê', por exemplo).

Os apêndices do manual estão divididos em "Abreviaturas", "Estrangeirismos e estrangeirismos já aportuguesados", "Antropônimos e topônimos", "Partículas, locuções e sequências" e "Textos da ortografia da língua portuguesa".

Com o auxílio dessas seções, que trazem exemplos pedagógicos para solucionar dúvidas e são organizadas de modo a facilitar a consulta, estudantes, professores e interessados poderão sentir-se cada vez mais à vontade para utilizar as regras (e escapar das incertezas) da língua portuguesa.

O autor
Celso Pedro Luft, filólogo, gramático, linguista, nasceu no interior do Rio Grande do Sul, em 1921, e faleceu em 1995, em Porto Alegre, onde viveu a maior parte de sua vida. Especializou-se em filologia portuguesa pela Universidade de Coimbra, em Portugal, e foi um dos primeiros estudiosos de linguística no brasil. Foi professor titular de língua portuguesa na PUC-RS e na UFRGS. Foi autor de diversos dicionários, manuais de gramática e ensaios sobre o ensino da língua, e tornou-se uma das maiores referências nacionais no estudo da língua portuguesa.

Ficha técnica
Título: Grande manual de ortografia
Autor: Celso Pedro Luft
Gênero: Livros de referência / gramática
Páginas: 296
Formato: 16 cm x 23 cm
Preço: R$ 52,00
ISBN: 978-85-250-5318-3
Editora: Globo Livros

7 de maio de 2013

Alejandro Zambra autografa romance “A vida privada das árvores”


Lançamento acontece  nesta terça-feira, dia 7, na Livraria da Vila da Fradique

O escritor chileno Alejandro Zambra lança e autografa A vida privada das árvores – segundo romance de sua carreira -, nesta terça-feira, dia 7 de maio, das 18h30 às 21h30, na Livraria da Vila da Fradique.

A vida privada das árvores é a história de uma espera. Julián, um professor de literatura e aspirante a escritor, aguarda a chegada de Verónica, sua mulher. Mas ela não chega e a espera se alonga. Junto com a enteada, a pequena Daniela, Julián distrai as horas contando histórias de árvores para a menina. Enquanto a mulher não chega, Julián recompõe na memória seu passado e, na imaginação, inventa um futuro possível no qual sua companheira já não existe.

Sobre o autor

Alejandro Zambra é considerado o melhor escritor da nova geração chilena. Ganhador de diversos prêmios literários, ele escreve poesias e romances e leciona na Universidade Diego Portales, em Santiago. A vida privada das árvores é seu segundo romance.

Serviço

Lançamento do livro A vida privada das árvores
De Alejandro Zambra
Ed. Cosac Naify
Dia 7 de maio de 2013, terça-feira, das 18h30 às 21h30.
Livraria da Vila – Rua Fradique Coutinho, 915 – Vila Madalena.
Tel.: (11) 3814-5811
www.livrariadavila.com.br
Grátis. Livre.

2 de maio de 2013

Casagrande autografa biografia no shopping Center Norte



Ex-jogador participa de sessão de autógrafos de “Casagrande e seus demônios” dia 7 de maio

“Demônios à solta” não são mera figura de linguagem. Eles aparecem logo no título do primeiro capítulo do livro Casagrande e seus demônios, tratando daqueles fantasmas que rondam a vida de uma pessoa em desequilíbrio físico e emocional. Os “demônios” ilustram bem a reviravolta na vida de Walter Casagrande Júnior, que foi de ídolo do esporte a viciado em cocaína e heroína. Casão, ex-jogador do Corinthians, querido da torcida, integrante da Democracia Corintiana junto com Sócrates, e comentarista da TV Globo, expõe sem firulas ao jornalista Gilvan Ribeiro, coautor do livro, todo o seu declínio e restabelecimento.

Ricamente ilustrado, com um caderno recheado de fotos, a publicação tem apresentação de Antônio Prata, que se declara um admirador de Casagrande, e prefácio de Marcelo Rubens Paiva, amigo de sempre, que endossa a hipótese de que tantas coisas boas, e outras tantas ruins, que permearam a vida do ex-jogador dariam um bom roteiro para um livro. “Casão faz questão de contar o inferno que viveu quando era viciado em drogas e sua internação, pois para ele é fundamental passar adiante a experiência, dividir as dores da dependência e alertar para os perigos de um vício frenético, sem preconceitos, desvios ou mentiras. A verdade ajuda a sanidade”.

Na publicação, Casagrande faz revelações inéditas como, por exemplo, o doping que sofreu quando jogava na Europa. Mas foi na Europa que, em quatro situações, Casagrande foi obrigado a se dopar pelo clube em que jogava. Tomou uma injeção de Pervitin no músculo. “Isso realmente melhorava o desempenho, o jogador não desistia em nenhuma bola. Cansaço? Esquece... se fosse preciso, dava para jogar três partidas seguidas”, conta. No entanto, o jogador era radicalmente contra o doping e se negou a continuar fazendo uso da droga. Foram oito anos na Europa, até ele voltar a atuar no Brasil.

Mas Casagrande e seus demônios, como a carreira do próprio jogador, vai bem além das drogas. Fã de rock – especialmente de Janes Joplin e AC/DC –, é amigo de roqueiros nacionais, como Rita Lee, a quem dedicou o “Gol Rita Lee”, no segundo jogo do Corinthians pelo Campeonato Paulista de 1982, contra o São Paulo. "O Casagrande foi o jogador e é o comentarista mais rock ‘n’ roll da história do futebol brasileiro", diz o publicitário Washington Olivetto na quarta capa do livro. Ao comentar que o lado roqueiro fez com que muitos jovens se identificassem com o atacante corintiano, Olivetto diz que Casagrande “é o precursor de um personagem que começou a se materializar fortemente na Europa a partir do Ronaldo Fenômeno. É o que eu chamo de futpopbolista, cruzamento de jogador de bola com ídolo do pop”.

Casagrande via seu cotidiano sempre em evidência, não só por ser um ídolo no clube e na seleção brasileira, e por sua atuação política. Na época da ditadura militar, mantinha longos cabelos despenteados, usava jeans puídos e camisetas com slogans políticos. Desde menino, Casão fixava sua atenção nos rumos dados pelo governo, era contra a prisão arbitrária de oposicionistas ao regime, filiou-se ao PT quando o partido ainda era uma legenda nova – e é lulista convicto até hoje. Foi, então, com naturalidade que fez parte da Democracia Corintiana – termo batizado por Olivetto –, encabeçada pelos jogadores Sócrates, Wladimir, Zenon. Para além da autogestão implantada no clube, em que jogadores, comissão técnica e diretoria tinham poder de voto, os esportistas usavam camisetas em que exibiam apelos políticos, como Diretas-já.

O livro apresenta também um capítulo inteiro dedicado à afinidade que Casagrande tinha com Sócrates. Ironicamente, os dois se viram envolvidos com o vício – Casagrande com as drogas, Sócrates com o álcool. E por conta dele, o Magrão, como Casa chamava o amigo, cometeu diversos deslizes, a exemplo de chegar duas horas atrasado no casamento em que era padrinho. “Não concordo com muitas coisas que o Sócrates fez, ou até mesmo deixou de fazer. Acho que lhe faltava flexibilidade para usufruir a própria genialidade na plenitude. Ele poderia ter tido influência no país de modo muito mais efetivo”, analisa o jogador. A ruptura aconteceu quando Sócrates insinuou que Casagrande havia se “vendido ao sistema” ao aceitar o trabalho na TV Globo. Sem bate-boca, os grandes amigos se afastaram. Só voltaram às boas quando Magrão foi internado com hemorragia digestiva – que o levou à morte em seguida. “Ainda bem que nos reaproximamos no final da vida dele. Senão, a dor seria insuportável”, t estemunha no livro. No Diário de S.Paulo publicou um texto em que contava sobre essa amizade tão importante. Suas últimas palavras: “Tínhamos uma estreita aliança... Vou jogar meu anel fora. Fazer o que com um anel pela metade?”.

Gilvan Ribeiro, que é amigo antigo de Casagrande, diz que a revolução na vida do craque “é uma história sem fim”. E que o ex-jogador “colhe os louros do nocaute sensacional sobre as drogas”, mas que ele precisa estar sempre alerta para não voltar a ter uma recaída. No último capítulo, “Casão por ele mesmo”, o ídolo rememora sua turma de amigos de adolescência, a Turma do Veneno, fala com emoção sobre a conquista do mundial do Corinthians no Japão – e sobre seu papel de torcedor durante a transmissão pela TV –, conta sobre seus fracassos amorosos – “O término de um relacionamento é um tipo de morte, em que a vida em comum deixa de existir” –, discorre sobre seu dia a dia no apartamento em que mora sozinho pela primeira vez, e afirma que ninguém deve ficar no “meio-termo”, todo mundo tem de viver por completo. Como ele mesmo faz. 

Lançamento


Data: 07/05/2013
Horário: das 19h às 22h
Local:  Livraria Saraiva do Shopping Center Norte, em São Paulo

Ficha técnica
Título: Casagrande e seus demônios
Autores: Walter Casagrande Júnior e Gilvan Ribeiro
Gênero: Biografia e memórias
Páginas: 264
Formato: 16 cm x 23 cm
Preço: R$ 34,90 
ISBN: 978-85-250-5380-0
Editora: Globo Livros

Livro “Irresistível” estreia na lista de mais vendidos



Publicação inspirada no erotismo vira febre entre os leitores

As publicações inspiradas no erotismo, que viraram febre entre os leitores, ganham mais destaque no mercado editorial brasileiro. A Editora Lafonte, por meio do selo Hamelin,acaba de lançar o título Irresistível, da escritora americana Sylvia Day, que já na primeira semana de lançamento entrou na lista dos mais vendidos, segundo os principais veículos comunicação do Brasil. 

O romance narra uma história de época, mas com uma protagonista muito à frente de seu tempo. Sylvia Day contou aos seus leitores que este livro foi o que lhe inspirou a escrever a série Crosfire, que a colocou nas listas das publicações mais vendidas do mundo.

Lançado no Brasil com tiragem inicial de 50 mil exemplares, a obra esgotou-se em apenas dez dias de distribuição e a editora já encomendou mais 30 mil livros, que chegarão da gráfica ainda nesta semana. 

Irresistível está entre os sucessos da escritora americana Sylvia Day. Seus títulos já foram traduzidos em mais de 30 idiomas e estiveram listados no jornal The New York Times, como os mais vendidos dos Estados Unidos.

Ficha Técnica

Título: Irresistível

Autora: Sylvia Day

Tradução: J. Alexandre

Editora: Lafonte - selo Hamelin

Número de Páginas: 232

Preço: R$ 29,90

1 de maio de 2013

Obra reúne cartas de fã para Patrick Morrissey



Willy Russell reúne cartas nunca entregues de um fã para vocalista da banda The Smiths

Banda considerada a mais importante do cenário musical de rock alternativo, The Smiths alçou sucesso com as composições resultadas da parceria do vocalista Patrick Morrissey, mais conhecido como Morrissey, e do guitarrista Johnny Marr. Mesmo com uma vida curta de atividade musical, -- a banda durou apenas cinco anos (1982-1987) -- o estilo mal humorado e a identidade única na produção das músicas os fez conhecidos mundialmente.

Com o sucesso e reconhecimento, vieram os fãs -- e não foram poucos. Muitos eram os jovens que se identificavam com as letras que expunham a realidade de pessoas comuns, que tinham que lidar com rejeição, dor, desespero, entre outros sentimentos naturais. Atrelado a isso, uma melodia única e movimentada, repleta de acordes e riffs de guitarra que faziam, e ainda fazem, o coração bater acelerado.

O retrato da influência e também alcance da banda na vida dos jovens é descrito com fidelidade na obra de ficção chamada Caro Morrissey..., de Willy Russell, músico e dramaturgo inglês. Lançado originalmente em 2001, com o título The Wrong Boy, a obra relembra as produções musicais do The Smiths que retratam o real da juventude, com todos os seus dissabores e há especulações de que o título vire um seriado da TV inglesa.

“É sempre sensacional quando a gente encontra outro fã do Morrissey. Mesmo que você nunca tenha visto a pessoa, sabe que compartilha alguma coisa importante com ela”

Caro Morrissey é uma reunião de cartas escritas pelo personagem Raymond Marks, jovem esquisito de 19 anos, fã incondicional e que tem como herói o vocalista da banda The Smiths. Marcada por situações bastante constrangedoras, como a que derrubou uma bandeja cheia de comida em cima de um casal de idosos, a obra traz os desabafos, lembranças, desejos e acontecimentos da vida de Raymond.

Acompanhado de seu inseparável caderno de músicas e violão, Raymond sai de casa em busca de um emprego na construção civil e no caminho passa a narrar toda a sua vida em cartas para Morrissey, mesmo que nunca sejam entregues ao músico. Sempre com a mistura do passado e presente, o jovem confidencia tudo o que se passa pela sua cabeça.

“Estou escrevendo ela (carta) num caderno que eu uso pra escrever minhas letras e anotar minhas ideias. Tipo de um diário, acho; mas isso faz parecer que o negócio é mais importante do que é, na verdade. Que seja: é nele que estou escrevendo”

Escrito em primeira pessoa, com uma linguagem simples, direta e de leitura rápida e prática, o título faz do leitor um amigo e o aproxima da realidade vivida pelo personagem. Tal aproximação possibilita colocar-se no lugar de Raymond e relembrar situações parecidas que aconteceram na vida real.

Caro Morrissey... é a oportunidade de adultos e idosos lembrarem-se da juventude, daqueles momentos de vergonha, brincadeira, os tempos de fã, os micos e também sonhos que um dia fizeram parte de suas vidas, mas que foram tomados pela realidade adulta. Já para os jovens de hoje em dia, é uma obra inspiradora e real, que mostra as frustrações e problemas comuns em todo jovem, não importa a época.

Serviço

Editora: Ed. Nossa Cultura
Formato: 15 x 23 cm
Preço: R$ 55,00
Páginas: 364 páginas
ISBN: 978-85-806-6113-2

30 de abril de 2013

Laura Schroff e Alex Tresniowski lançam o livro “Uma Lição Inesquecível”



Uma executiva, um menino de rua e um encontro que transformou suas vidas

Duas pessoas viviam em realidades completamente diferentes, em meio à correria desconcertada da cidade de Nova York: Laura Schroff, uma executiva bem-sucedida, que mantinha uma rotina de muitas reuniões, almoços de negócios e apresentações, e Maurice, um garoto negro de 11 anos, que sobrevivia pedindo esmolas nas ruas. Por ironia do destino, suas vidas foram unidas de maneira improvável e surpreendente.

O livro Uma Lição Inesquecível, da Editora Universo dos Livros, escrito por Laura Schroff e Alex Tresniowski, narra o início e o desdobramento dessa comovente história real. Tudo começou em 1986, numa esquina da 56th Street com a Broadway, quando Laura parou para ajudar Maurice, depois de ouvi-lo pedir dinheiro para comer. Ambos ainda não sabiam, mas ali surgiria um laço recíproco de amizade e amor incondicional.

Depois desse dia, os dois passaram a se encontrar regularmente toda segunda-feira. Laura virou sua “mãe do coração”. Ela cuidava de Maurice como um filho, preparava suas refeições, incentivava e encorajava o jovem a voltar a estudar e explicava a importância de fazer o dever de casa; Laura chegou a ir à escola para acompanhar o desenvolvimento do garoto, e também ajudou sua família com doações de roupas e comida.

A cada momento que passavam juntos, a executiva conhecia mais sobre sua vida. Maurice vivia em meio às drogas, à criminalidade e à violência. Ele morava em um albergue no Brooklin com suas irmãs e uma mãe negligente e viciada. Era um menino que não conseguia sonhar com um futuro longe daquele sofrimento.

“Se o amor é o maior presente de todos – eu acredito que seja – então o maior privilégio que temos em nossa vida é amar alguém”, disse Maurice.

Toda essa generosidade mudou a vida de Maurice. Ele conseguiu fazer um curso universitário e abrir sua própria empresa. Hoje, o ex-menino de rua está casado e tem quatro filhas e também é voluntário em um centro que ajuda crianças desfavorecidas.

Uma Lição Inesquecível apresenta personagens reais unidos por um fio invisível, o fio do destino. Este livro ensina como a vida pode ser especial quando se presta mais atenção nas pessoas que estão ao nosso redor.

Ficha técnica

Título: Uma lição inesquecível

Editora: Universo dos Livros

Autores: Laura Schroff e Alex Tresniowski

Tradução: Amanda Moura

Número de páginas: 256

Valor: 29,90


www.universodoslivros.com.br

29 de abril de 2013

Livro de estreia da Paula Pimenta ganha nova edição



Escrito em 2001, obra sai pela Editora Gutenberg

O primeiro livro da queridinha dos adolescentes, Paula Pimenta, foi escrito em 2001 e estava há anos esgotado. Em Confissão, Paula reúne poemas escritos desde a sua tenra juventude. Agora, a obra ganha nova edição, pela Editora Gutenberg. A autora ampliou o original, acrescentando novos textos e incluindo alguns que anteriormente havia “emprestado” para os seus personagens Fani, de Fazendo meu filme, e Rodrigo, de Minha vida fora de série. Outra novidade é que a edição é inteiramente ilustrada e colorida, o que torna a leitura um passeio por palavras e imagens do universo juvenil.

Foram seus fãs que descobriram a obra e “exigiram” sua republicação. Eles certamente vão se identificar com os poemas de Confissão, alguns escritos quando Paula tinha a idade de seus atuais leitores. O que a levou a escrever cada uma dessas páginas é o sentimento muitas vezes indecifrável que todo mundo algum dia na vida já sentiu (ou ainda vai sentir): o amor.

Antes de sonhar em ser escritora, Paula Pimenta rascunhava nas últimas páginas do caderno escolar pequenos poemas sobre as conturbadas emoções que vivia à época, pois precisava pôr para fora tudo o que vivia tão profundamente. Decidiu reuni-los em coletânea, pois queria ter um registro de todos os afetos que a acompanharam durante a vida.

Além do amor, suas confissões falam de paixonites, incertezas, angústias, dores e dramas. Com um texto delicado e preciso, seus poemas revelam a visão poética, autêntica e intensa do mundo dos jovens adolescentes.

Serviço

Título: Confissão
Autora: Paula Pimenta
Formato: 14 x 21 cm
Número de páginas: 80
Preço: R$ 27,90
ISBN: 9780-85-8235-057-7

31 de janeiro de 2011

Editora LeYa Brasil lança versão ampliada do “Guia politicamente incorreto da história do Brasil”

Depois de atingir a impressionante marca dos 100 mil exemplares vendidos, narloch apresenta versão ampliada do polêmico livro.

Depois de “atirar tomates na historiografia nacional”, o jornalista Leandro Narloch demonstra que não lhe falta munição e a LeYa Brasil anuncia o lançamento da edição ampliada do “Guia politicamente incorreto da história do Brasil”. Antônio Conselheiro, Euclides da Cunha, os bandeirantes e os imperadores do Brasil são alguns dos personagens incluídos nas novas 50 páginas. Boxes e um capítulo inédito ampliam a obra, já definida como uma coletânea de pesquisas históricas sérias, irritantes e desagradáveis e desconfortáveis porque desafiam mitos e verdades aceitas há muito tempo sem contestação.

Narloch, mais uma vez, passa a limpo a história oficial duvidando igualmente dos mocinhos e dos vilões. Abre mão da condescendência com grupos tidos como minoritários ou oprimidos, como negros e indígenas, e não teme revelar sombras de personagens luminosos como Euclides da Cunha, por exemplo.

O autor já fechou um acordo com a editora para lançar mais dois livros: “Guia Politicamente Incorreto da História da América Latina”, previsto para chegar às livrarias no final do ano e “Guia Politicamente Incorreto da História Mundial”, que será lançado em 2012.

Veja a seguir alguns trechos da edição ampliada do “Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil”:

A retórica da desigualdade social
Quem nega as vantagens do milagre econômico precisa fechar os olhos para muitos outros índices. O aumento da desigualdade é uma das poucas más notícias entre tantos números de melhora do bem-estar dos brasileiros durante a ditadura. Entre 1970 e 1980, o Índice de Desenvolvimento Humano aumentou de 0, 462 para 0, 685: nunca na história deste país houve uma ascensão tão rápida. A expectativa de vida também tomou o mesmo caminho: aumentou nove anos naquele período, depois de passar os anos 1960 estagnada.

Os empresários de Canudos
Antônio Conselheiro ganhou caras diversas: já foi comparado a Jesus Cristo, salvador espiritual de um povo oprimido, e a Che Guevara, pois teria montado uma sociedade igualitária em desafio à ordem da cidade. Uma nova imagem pode fazer parte desse álbum, a de um herói dos homens de negócios. Uma das principais reivindicações políticas do líder de Canudos é a mesma dos empresários hoje em dia: a redução de impostos.

Os bandeirantes não eram heróis. Não?
Os relatos dos padres estão repletos de exageros e mentiras obesas. Em mensagens internas, que eles escreviam para colegas da Europa, a história era diferente – muito mais tranquila e com inimigos bem mais mansos. O próprio padre Montoya contou, numa carta sobre o mesmo episódio acima, que os paulistas “não se atreveram a chegar ao povoado antes devido à notícia de que o padre ia para onde eles estavam; e fugiram quebrando as canoas, correndo pelos montes”. Os exageros nos comunicados oficiais serviam para aterrorizar as autoridades europeias, na esperança de lançá-las contra os paulistas.

Os crimes de Euclides da Cunha
Menos conhecidos que a tragédia de Piedade são os motivos que levaram a mulher de Euclides da Cunha a abandoná-lo. A fuga de Anna para a casa do amante foi resultado de anos de brigas com o marido, de humilhações e situações miseráveis causadas pelo descaso de Euclides com a família. Faz parte desse fardo até mesmo a suspeita de o escritor ter assassinado um bebê recém-nascido.

Ficha Técnica
Título: Guia politicamente incorreto da história do Brasil
Autor: Leandro Narloch
Formato: 16 x 23 cm
Brochura
Nº de páginas: 368
Preço: R$ 39,90

COMPANHIA DAS LETRAS LANÇA LIVRO QUE INSPIROU A MINHA VERSÃO DO AMOR

A Versão de Barney chegará as livrarias de todo Brasil embalado pelo sucesso do filme.

Desde sua morte em 2001, aos 70 anos, a obra de Mordecai Richler – incluindo o roteiro que lhe rendeu uma indicação ao Oscar – continua como uma das mais significativas heranças literárias da história do Canadá. A MINHA VERSÃO DO AMOR, adaptação do último e melhor romance de Richler (publicado no Brasil com o título A versão de Barney, pela Cia. Das Letras), não é apenas uma carinhosa celebração de seu legado, mas é também um raro exemplo de um filme baseado numa grande obra literária que faz justiça ao material base.

Estrelado pelo indicado ao Oscar Paul Giamatti no papel de Barney Panofsky, um homem aparentemente normal que leva uma vida extraordinária, e pelo vencedor do Oscar Dustin Hoffman como seu pai, o filme ostenta um grande elenco que inclui Rosamund Pike, a indicada ao Oscar Minnie Driver, Rachelle Lefevre, Scott Speedman, Bruce Greenwood, Mark Addy, Jake Hoffman e a estreante Anna Hopkins. Produzido por Robert Lantos, cuja tentativa para levar a prolixa narrativa de Richler para o cinema levou mais de uma década, o filme foi dirigido por Richard J. Lewis a partir de um roteiro de Michael Konyves. Coproduzido por Lyse Lafontaine, Domenico Procacci e Ari Lantos, A MINHA VERSÃO DO AMOR é uma produção da Serendipity Point Films em associação com a Fandango de Roma e a Lyla Films de Montreal. Mark Musselman é o produtor executivo do filme.

Sobre o livro:

Barney Panofsky, o personagem-narrador de A VERSÃO DE BARNEY, décimo romance do celebrado escritor canadense Mordecai Richler, está possesso — e bêbado, como sempre —, porque seu velho desafeto e ex-amigo, Terry McIver, está para lançar um livro autobiográfico em que lhe faz pesadas acusações. Fervendo em ansiedade e uísque doze anos, entre baforadas num onipresente charuto Monte Cristo, Barney liga para o seu advogado e pergunta: “Posso processar por calúnia alguém que me acusou, num texto publicado, de maltratar mulheres, de ser uma fraude intelectual, de produzir literatura barata, de ser um bêbado propenso à violência e provavelmente também assassino?”. O advogado, do outro lado da linha, não titubeia na resposta: “Eu diria que ele não está muito longe da verdade”.

Acabrunhado, Barney decide, então, reconstituir a suposta verdade dos fatos de sua vida. Buscando a origem das acusações, ele engrena sua prosa sarcástica e auto-irônica, que fez a fama de Richler e é comumente comparada à demolidora verve humorística, de corte judaico, de Philip Roth e Woody Allen. Será que podemos confiar na versão de Barney? — é o que se perguntará várias vezes o leitor. Até a última página, sua grande certeza é a de que tem nas mãos uma obra de “um grande estilista, com um tremendo ouvido para a paródia e o diálogo cômico”, como escreveu James Shapiro, no New York Times.

Mordecai Richler (1931-2001) nasceu em Montreal, no Canadá. Publicou dez romances, entre eles The Apprenticeship of Duddy Kravitz, St. Urbain’s Horseman e Solomon Gursky Was Here.

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